20070710

Dimensão do Estado Central e Clientelismo

O Norte está em crise económica. A crise económica em Portugal deve-se à crise económica do Norte.
A crise económica do Norte deve-se à dimensão e clientelismo do Estado Central.


Aditamento
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Originalmente publicado às 14h00

12 comentários:

Anónimo disse...

Talvez a crise do Norte se deva à incompetÊncia dos sues dirigentes nos ultimos anos... Não sei, mas andar sempre a queixar-se do Estado já parece de "meninos de primária".

Anónimo disse...

a culpa é dos empresarios que andam a comprar ferraris e grandes casas

Pedro Menezes Simoes disse...

Há remédio.

O Estado reduz de tamanho e deixa de clientelismos e depois vêmos os resultados.

Com casos de concorrência desleal como o do IKEA, promovidos pelo Estado, é dificil pedir aos empresários sérios que criem riqueza.

Eu, se fosse empresário do mobiliário, neste momento ponderava fechar a fábrica. Com o Estado a subsidiar os meus concorrentes (isenção segurança social, impostos, alteração de PDMs, autorização para fazer mega-centro comercial, acessibilidades à borla), é dificil ganhar dinheiro...

Agora, explique-me lá em que é que o Norte se torna mais competitivo com esta situação.

Anónimo disse...

O problema dos "tachos" e "amigos bem colocados" afecta toda o país infelizmente...

Pedro Menezes Simoes disse...

É verdade. Mas é especialmente prejudicial para as empresas de bens transaccionáveis, sujeitos à concorrencia externa.

Pedro Menezes Simoes disse...

Para além disso, existe uma diferente concentração regional de tachos.

António Alves disse...

Não será melhor instituir como norma os colaboradores deste blogue não responderem a quem não é capaz de se libertar da cobardia do anonimato?

Quem não tem sequer a coragem de pôr um nome à sua crítica não nos deve merecer qualquer respeito e deve ser remetido à irrelevância mesquinha donde provém.

Jose Silva disse...

Talvez valesse a pena detalhar um pouco mais e dando exemplos:

http://antiprovinciano.blogspot.com/2007/05/numerus-clausus-desviam-11-mil-alunos.html
http://www.porto.taf.net/arquivo/2005_11_20_blogporto.htm#113261148056502869

Anónimo disse...

Quem não tem sequer a coragem de pôr um nome à sua crítica não nos deve merecer qualquer respeito e deve ser remetido à irrelevância mesquinha donde provém.

As ideias discutem-se
nao sao melhores ou piores por terem ou nao um nick

Se o seu comentario esta muito bom, deixaria de o ser se fosse anonimato? tenha dó

migas (miguel araújo) disse...

Vestindo a cor da camisola...
A questão dos anonimatos está precisamente na forma como são expostas as ideias, os seus conteúdos.
Não é a questão de serem mais ou menos correctos, interessantes, bem esplanados. Também é...
Mas é também a forma como, na maioria dos casos, aparecem: jocosos, de escárnio afiado e apenas com o intuito de mal dizer, sem criticar ou opinar construtivamente (mesmo que em contextos opostos).
Para além disso, quem anda na blogoesfera há alguns anos, sabe que, em situações conflituosos e de confronto verbal que ultrapassa determinados limitese o bom senso (já para não falar na questão da educação e do respeito) a capa do anonimato serve para camuflar e colocar um grande entrave a hipotéticos desenvolvimentos judiciais.
Além disso, coloca os gestores dos blogues numa situação muito complicada, quando surgem esses mesmos problemas, porque acabm por serem os administradores da "cousa" os primeiros responsáveis.
Cumprimentos

sguna disse...

Se a corja que está na A.R. continuar a mesma para as próximas eleições, eu proponho o boicotes das mesmas!

josé manuel faria disse...

Há grandes deputados na A.R.

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