20070713

Vamos passar à prática?

Afinal parece que todos os participantes deste blogue estão de acordo que uma regionalização que nos desse efectivo poder e capacidade de determinar os nossos destinos seria uma condição sine qua non para desenvolvimento que todos desejamos. Certo?
Então que tal começarmos a exigir aos partidos, designadamente aos dois que vão sempre ser Governo e principalmente às suas estruturas regionais e distritais, que cemecem a colocar isso nas suas agendas políticas, em vez de assobiaremn para o lado, como se isso não lhes dissesse respeito?

Que dizem os senhores do PS-Porto, PS Braga, PS Viana, PS Vila Real e PS Bragança, PSD Bragança, PSD Vila Real, PSD Braga, PSD Viana e PSD Porto?

É que nós podemos estar aquin indefinidamente a falar (ou a teclar, para ser mais exacto), mas eles é que, em Lisboa convencem José Sócrates e os outros a fazerem o referendo e a delinear o modelo de regionalização.

5 comentários:

Jose Silva disse...

Caro SG,

Na minha opinião a Regionalização é apenas um caminho possível. Nao sei se o mais fácil. Este seria antes a criação de um TV regional comprometida com a causa.

Os partidos a norte já estão convencidos. Todos eles estão cheios de regionalistas de geração recente, com menos de 9 anos de vida, entenda-se... O problema é que a Regionalização iria tirar muito modo de susbsistência a quem tem o poder político, económico, mediático em Lisboa... E eles, que não são burros, tratam de manter o status quo...

Uma outra alternativa é a sugestão de António Alves de fundação de um movimento ou partido regional.

SG disse...

não creio.
se os políticos verdadeiramente interessados no Norte (e não em fazer carreira em Lx) começarem a tomar posição dentro dos seus partidos, acho que ganhar força e votos...
depois o povovai atrás.

Anónimo disse...

pois é preciso agir, não apenas falar

Calaico disse...

É preciso agir e rapido. Já devia ter sido ontem.
Crie-se o tal movimento partido do norte e ao mesmo tempo faça-se pressao nessa gente dos partidos.

sguna disse...

Se não houver alternativa nas próximas eleições, eu proponho acções directas, e.g.: boicotar eleições!

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