Leituras recomendadas

20080523

Marcha contra as portagens - 24 de Maio

Pontos de partida (pelas 14h30, a sair em direcçãoao centro do Porto):

Viana: Campo D´Agonia

Esposende: Largo da Feira

Barcelos: Largo da Feira

Vila do Conde: Av. Dr. Júlio Graça

Póvoa de Varzim: Central Camionagem

Sto. Tirso: Rotunda Agrela

Matosinhos: Piscinas Perafita

Maia: Largo Requeixo

Porto: Rotunda Castelo do Queijo

Gaia: Rotunda Sto. Ovídio

Vale do Sousa e Tâmega: Largo da Feira de Lousada

Gondomar: Mercado Rio Tinto

Ver ainda estes dois posts antigos sobre o assunto:

http://norteamos.blogspot.com/2007/07/o-argumento-do-utilizador-pagador-no.html

http://norteamos.blogspot.com/2007/07/no-utilizador-duplamente-pagador-ii.html

onda de crimes que assola o Porto ... perdão, Lisboa

POLÍCIA E TRIBUNAIS Morte na noitedo Bairro Alto

Um jovem, de 22 anos, foi morto a tiro, na madrugada de ontem, no Bairro Alto, em Lisboa, tudo levando a crer que se tenha tratado de um ajuste de contas. Foi mais uma madrugada de medo numa zona de Lisboa que os moradores dizem estar cada vez mais insegura, muito devido ao imparável tráfico de droga. É que só ontem, além do homicídio, houve mais três casos de agressões registados pelas autoridades e pelo menos dois outros reportados pela população ao JN, que fizeram um morto e três a cinco feridos.

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Espera-se, a todo o momento, a nomeação de uma equipa especial de investigação, liderada pelo próprio PGR, para investigar esta onda de crimes que assola o Porto ... perdão, Lisboa.

facto, natural e inquestionável

Natural e inquestionável é o facto de, se por ventura, a minha região e a minha cidade pertencessem a um país chamado Espanha teriam hoje muito mais desenvolvimento, recursos, riqueza, felicidade e AUTONOMIA em relação à capital Madrid do que tem hoje sendo governada a partir de Lisboa. Repito: isto sim, é um facto, natural e inquestionável.

Outro facto, este não natural, mas também inquestionável é o Estado ter sido confiscado em favor de algumas oligarquias e da respectiva região de pertença.

Deve uma cidade ser privilegiada por ser a Capital?

Há dois tipos de pessoas:

1 - As que ser Capital é apenas o estatuto da cidade que acolhe a sede do Governo
2- As que consideram que ser Capital deve comportar privilégios especiais para a cidade que detém esse estatuto.

Para as primeiras:

  • Ser Capital é uma honra para uma cidade.
  • Ser Capital é um estatuto temporário, ainda que se possa prolongar indefenidamente.
  • Ser Capital é um privilégio atribuído pela totalidade do povo de um país, e ao povo do país pertence a possibilidade de atribuir esse privilégio.
  • A Capital é uma cidade igual às outras (as diferenças advém do peso económico, demográfico, histórico, …). As decisões políticas devem ter em conta o interesse comum.
  • Nenhum privilégio pode ser atribuído à Capital apenas por ela ter esse estatuto.
  • Projectos na Capital com impacto local devem ser financiados localmente, tal como em todas as outras cidades.
  • Em caso algum o Governo nacional pode assumir funções locais na Capital.

Para as segundas:

  • Lisboa é a cidade mais importante: é a Capital.
  • Ser Capital é um direito permanente e inalienável.
  • Ser Capital é um direito que pertence à Capital já estabelecida, Lisboa.
  • A Capital é uma cidade mais importante que as outras. As decisões políticas devem ter sempre em conta o particular interesse da Capital.
  • Privilégios "sem dono" devem ser atribuidos à Capital pois esta cidade tem os mesmos motivos que todas as outras cidades para receber o privilégio mais um: é a Capital. A atribuição rotativa de privilégios não é uma possibilidade.
  • Projectos na Capital com impacto local são "Grandes Desígnios Nacionais" e devem ser financiados a nível nacional. Projectos semelhantes noutras cidades não são desígnios nacionais.
  • O Governo nacional considera que o exercício de funções locais na Capital é de interesse nacional.

Em Portugal vivemos no sistema imposto pelas segundas.

Lisboa e Paisagem

A concentração dos fundos do Estado e dos fundos estruturais na capital determinou a criação de uma cabeça cada vez maior que arrasta um corpo cada vez mais anémico. A velha bandeira do cavaquismo que proclamava Lisboa como a metrópole que havia de conduzir o país à Europa e ao desenvolvimento está de volta. Para o Governo, os investimentos na expansão do metro, na nova travessia do Tejo, na construção do novo aeroporto, nas prioridades de ligação do TGV ou até na mais prosaica requalificação da frente ribeirinha são absolutas prioridades nacionais que hão-de centralizar o essencial do investimento público nos próximos anos. Para alguns observadores qualificados da vida pública, como António Mega Ferreira, a opção é tão indiscutível como as vacas na Índia. Porque "os países têm de assumir que há uma cidade que é capital", o que "implica investimentos de outra dimensão". Corolário lógico: "É demagogia criticá-los."

É verdade que muitos dos debates em torno das prioridades do investimento público estão contaminados pelo ressentimento tribal. É também verdade que muito mais importante do que discutir o destino das fatias do bolo é avaliar a importância de projectos concretos para o desenvolvimento, acreditando à partida que as obras públicas são capazes de o promover. Mas se estas premissas são verdadeiras, são-no independentemente do lugar onde será aplicado o dinheiro do Estado. O que não se pode, nem se deve, é formular uma ideologia desenvolvimentista para legitimar o excesso de concentração de gastos públicos em Lisboa e Vale do Tejo. Como aconteceu nos anos dourados de Cavaco Silva ou começa a acontecer na era da governação Sócrates. Criticar esse excesso não é "demagogia", é apenas alimentar a discussão incontornável sobre o país que podemos, ao menos, ambicionar. O que está em causa não é o facto, natural e inquestionável, de a capital receber mais investimento que as segundas ou terceiras cidades. O que importa estabelecer é o grau desse privilégio. Olhando as evidências do passado, o exagero foi evidente. A distância dos níveis de rendimento entre Lisboa e Vale do Tejo e o resto das regiões acentuou-se desde a integração europeia, apesar de a tendência ter abrandado nos últimos anos; a Comissão Europeia lembrou várias vezes que "o problema é que os fundos [estruturais] foram concentrados de forma excessiva na região de Lisboa".

E o que este processo isento de qualquer princípio de solidariedade nacional está a conseguir é a criação de um modelo de desenvolvimento que obedece mais a parâmetros do Terceiro Mundo do que de um qualquer país europeu - um relatório da ONU de 2001, World Urbanization Prospects, apontava para o facto de Lisboa poder concentrar 45 por cento da população do país em 2015. A excessiva concentração dos fundos do Estado e dos fundos estruturais na capital determinou a criação de uma cabeça cada vez maior que arrasta um corpo cada vez mais anémico. É este o país que queremos?

Quando autarcas como Rui Rio ou empresários de Braga ou de Aveiro começam a recuperar as palavras de ordem de há dez anos para questionar a partição dos parcos recursos do Estado, estão a olhar pelos seus interesses naturais, mas, ao mesmo tempo, estão a dar o seu contributo para a discussão sobre os danos que os excessos do centralismo colocam ao país. Ninguém espera que por cá haja "expos" em Aveiro como vai haver em Saragoça, ninguém acredita que o Tribunal Constitucional vá para Coimbra como na Alemanha está em Karlsruhe, ninguém pensa que será o Estado a resolver os problemas que a concorrência mundial coloca à indústria do Norte ou a desertificação aos dois terços do território do interior.

O que se discute é se a frente de obras da ribeira do Tejo é um projecto de interesse nacional capaz de justificar que todos os contribuintes do país as paguem, em vez da Câmara de Lisboa.

Claro que é, como todas as requalificações de frentes ribeirinhas de Melgaço a Vila Real de Santo António.

Só que para essas não há ajudas do Governo.

Por Manuel Carvalho (Público) 21.05.2008

Peak Oil chega ao MSM americano

20080522

Falta liberalizar o mercado de combustíveis

Há uns anos atrás, os nossos governantes tentaram convercer-nos que a "liberalização" dos preços dos combustíveis resultaria na redução do seu preço. Argumentavam que o preço máximo definido pelo Estado estava a funcionar como mecanismo de concertação de preços, ao servir de preço de referência para os distribuidores. A "liberalização" fez-se, e as dúvidas sobre a bondade da medida foram constantes.

Na verdade, da "liberalização" de preços nunca poderia ter resultado um preço mais baixo. Porque ou o preço de equilíbrio de mercado (concorrencial ou oligopolístico) era superior ao tecto definido pelo Estado, e nesse caso o preço subiria após a liberalização. Ou o preço de equilíbrio de mercado já era inferior ao tecto definido pelo Estado, e o preço manter-se-ia após a liberalização.

Além disso, continuou a existir um mecanismo de concertação de preços: o tecto máximo definido pelo Estado foi substituído pelo preço de referência praticado pela Galp, que tem o monopólio da refinação, mais de 40% da distribuição (que é um oligopólio). A concertação de preços só poderia desaparecer se já existisse concorrência.

E aqui chegamos ao cerne da questão: a "liberalização" de preços apenas poderia ter resultado em redução de preços se fosse acompanhada de medidas conducentes a aumentar as condições de concorrência no mercado. Ou seja, era também necessário liberalizar (sem aspas) o mercado. O que nunca aconteceu.

O mercado da distribuição de combustíveis tem ainda fortes barreiras à entrada impostas pelo Estado. O que significa que "quem já lá está" tem o seu negócio protegido da entrada de novos operadores agressivos e por isso pode praticar preços mais baixos. Vejamos um exemplo: os hipermercados praticam preços 6 a 10 centimos abaixo dos outros postos. Mas o Estado continua a não seguir a recomendação da Autoridade da Concorrência (a quem agora pede para investigar "a existência de práticas não concorrênciais"...) de liberalizar o licenciamento de postos de combustíveis nos hipermercados, que noutros países chegam a ter 25% de quota de mercado.

Desta forma. o Estado está a proteger o oligopólio das petrolíferas. Porquê?

O consumo de Prozac vai aumentar depois do Euro 2008 e das férias de Verão

Olhemos para os factos:

O MSM sabe que beneficia de contratos de publicidade institucional do Estado Central se ocupar as mentes das pessoas com futebol, casos de polícia e tragédias, como refere e bem JPPereira. Já assim ocorria no tempo de Guterres. A manipulação alienadora continuará de seguida com o Euro 2008 e as férias de Verão. Depois aumentará o consumo de Prozac. Muitos que o tomam, depois suicidam-se.

20080521

Douro, faina fluvial

dourofainafluvial



Em Portugal, existem poucos locais com aquela beleza, sendo difícil descrever, por palavras, os cerca de 54 quilómetros de via férrea, que separam Mirandela da foz do Tua, pois é uma experiência inesquecível, que fica na memória de qualquer visitante e com o desejo de um dia lá voltar. Para se ter uma ideia da beleza ao longo deste itinerário, podem-se ver as fotos no seguinte ‘site’:

Após a abertura da nova janela tentar premir em “apresentação de slides” e para ver fotos no ecrã inteiro basta seleccionar, em cima, View (Ver) e de seguida, Full Screen (Ecrã inteiro) ou a tecla F11. A visualização das fotos demorará cerca de 1 minuto e meio.

http://picasaweb.google.pt/rodrigues.rui1/LinhaDoTua03?authkey=rk1Bwb8VOgY (Duplo clique para ver fotos)


Rui Rodrigues

Debate energético

Numa altura em que o país está à beira da revolta por causa do preço dos combustíveis, o primeiro-ministro anda por aí a inaugurar auto-estradas sem portagens e a prometer construir ainda mais. Numa altura em que preço do petroleo em USD bate records (mesmo descontando a elevada especulação); Que a modernização ferroviária sobretudo nas mercadorias, para o Norte ainda fabril e exportador, mantem-se parada; Que está programada uma manifestação contra as portagens à volta do Porto, pelas razões erradas, na minha opinião e que a A4 avança para ser mais uma auto-estrada do «lá vem um», as implicações do Peak Oil continuam por debater em Portugal e a Norte:

A questão do Pico Petrolífero é central, pois determina todas as outras. Isto é importante, em particular e sobretudo, na questão dos grandes investimentos públicos. Trata-se de despesas muitíssimo vultosas, elas provocam dívidas que comprometem não só a geração actual como gerações futuras. Este governo prevê investimentos colossais – como novo aeroporto, TGV e agora um terceiro atravessamento do Tejo – que não podem ser suportados pela combalida economia portuguesa. Além de serem investimentos que não se destinam a aumentar a capacidade de produção nacional, eles estão a ser decididos sem que sequer se tente antever o que virá a ser o mundo pós Pico Petrolífero. Gastar recursos em activos fixos que estimulam o tráfego rodoviário, aumentam o consumo de petróleo e dentro de poucos anos ficarão sub-utilizados é má utilização de recursos públicos. Muitos empreiteiros ganharão com isso, mas a sociedade como um todo perderá. Tais erros terão de ser pagos no futuro.

Mas as alternativas verdes não são menos alienadoras:

Basta observar a actual corrida dos mercados financeiros e respectivos fundos de investimento em direção aos biocarburantes (biodiesel e bioetanol), e o envolvimento direto das empresas petrolíferas e energéticas no negócio, para percebermos que uma nova bolha especulativa está em plena formação. Chamem-lhe a BOLHA VERDE! Os protagonistas no terreno pressionam os governos, aturdidos pelas sirenes da alta do petróleo, para que lhes subsidiem os novos carburantes e em geral as energias alternativas. Pressionam os agricultores para enveredarem pelo cultivo intensivo dos agro-carburantes e, claro está, adoptarem os Organismos Geneticamente Modificados. Procuram entrar nos países com grandes áreas agrícolas efectivas e potenciais para aí implementarem os seus projectos de agro-carburantes. Contratam agências de comunicação e põem-nas a trabalhar na grande campanha mediática da década. (...) O biodiesel e os biorcarburantes não passam pois de alternativas de emergência ao pico petrolífero. São temporárias e insuficientes. E a explicação para esta transitoriedade é simples: se algum dia fossem produzidos na proporção máxima tolerada pelos actuais motores a diesel (30%), a capacidade de o planeta alimentar as suas criaturas ficaria irremediavelmente comprometida. (...) O problema energético actual tem, em suma, que ser visto como aquilo que é: uma emergência real e global, que exige respostas globais, rápidas, bem informadas, criativas, tecnicamente competentes e democraticamente supervisionadas. Menos do que isto, ou deixar as coisas como estão, i.e. num impasse e entregues aos oportunistas de ocasião, só poderá conduzir o mundo ao desastre.

No sector da empresa onde trabalho há produtos cuja margem não compensa o custo de transporte na exportação para a Europa além Pirineus. No sector do fabrico de tintas, a exportação é quase impossível. No vestuário, o problema não se coloca. O Norte abastece lojas mundiais da Zara, por exemplo. Para manter a nossa base industrial viável e para evitar que a nossa e futuras gerações paguem a carteira de encomendas actual do «lobby» betoneiro-projectfinance-PPP, é essencial que estes assuntos sejam amplamente debatidos.

PS: Uma alternativa sensata de produção de biodiessel a Norte: Norgen

Para acabar de vez com a conversa dos 6 milhões

Número de adeptos dos principais clubes em Portugal, segundo aFutebolFinance:

1. Benfica - 4,1 milhões (38,8%)

2. FC Porto - 2,6 milhões (24,4%)

3. Sporting - 2,1 milhões (20,2%)

Já segundo um estudo encomendado pelo Benfica, o número de adeptos deste clube é um pouco superior, embora abaixo dos 5 milhões:

  • Portugal - 4.751.320
  • Litoral Norte - 716.750
  • Interior Norte - 219.440
  • Grande Porto - 410.640
  • Litoral Centro - 1.011.840
  • Grande Lisboa - 1.637.610
  • Sul - 611.940
  • Madeira - 94.340
  • Açores - 48.760

20080520

O Governo de Petrogal


Manuel Pinho pediu à Autoridade de Concorrência (AdC) para investigar a existência de cartelização nos preços de combustíveis. Mas o problema, a existir, não é de cartelização, é de concentração: existe uma empresa com 50% do mercado (a Galp) e cujo preço funciona como referência para todos os concorrentes. Logo, estes não têm necessidade de combinar aumentos de preços entre si.

Neste cenário, os apelos à AdC para que encontre um cartel não são mais do que uma "manobra de diversão" por parte de um governo que é conivente com a concentração no mercado. É este governo que, sendo accionista da Galp, permitiu a aquisição por esta de mais de 40 postos de abastecimento da Esso em Portugal. E é este governo que continua a não acatar a mais importante recomendação da AdC, que vai no sentido de liberalizar o licenciamento de postos de abastecimento nos hipermercados (são os postos que actualmente praticam os preços mais baixos no mercado).

Não se pode amar dois corações ao mesmo tempo. E o governo que apela à AdC para que esta proteja o consumidor, é o mesmo governo que, como legislador e accionista da Galp, tudo faz para proteger o negócio desta empresa.

As 'elites' portuguesas gostam de fingidores

É sabido o sucesso que um videirinho e mentiroso compulsivo, que não hesitou em alinhar numa vigarice para obter um diploma universitário, faz numa parte considerável - a que neste momento exerce o poder - das 'elites' portuguesas. Sócrates, no seu estilo actionman plástico de fato e gravata, tem para já o futuro garantido entre elas. A outra parte, a que neste momento não calcorreia as alcatifas dos palácios do poder centralista, desespera por encontrar um clone que a possa levar de novo às sinecuras. À falta dum actionman laranja, parece que alguns têm esperança numa espécie de Ken vácuo e especialista em nunca responder afirmativamente a quase tudo que implique tomar partido claro e determinado. Só lhe falta a Barbie!!

Está provado. As 'elites' portuguesas gostam muito de fingidores. Também não admira. Há séculos que vivem do subsídio, do negócio protegido, e organizadas em profissões de loja fechada imunes à concorrência. O Povo é que se fornica!

Leituras 20080520

·         Soares da Costa pré-qualificada em metro na Rússia

·         Bosch investe em Aveiro; Blaupunkt em Braga;

·         Turismo a Norte em conferência

·         Eleições AEP: Entra Paulo Azevedo e sai Couto dos Santos; Tenho mais expectativas nesta renovação do que naquela que actualmente muito se fala.

·         O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) está entre as primeiras 100 instituições de Ensino Superior europeias que mais trocam população escolar no âmbito do Erasmus, um programa de mobilidade de alunos e professores.

·         «Fusões» de autarquias acabam por ser resposta à não Regionalização: "Douro Alliance":Cofundadores formalizam terça-feira a génese da "cidade" Vila Real/Régua/Lamego. A ideia tem 20 anos e é uma nova tentativa para dar massa crítica a parte dos 200 000 habitantes do Douro. Relembro que Gaia, 1 única autarquia tem 300000 habitantes, tal como a RAMadeira.

·         Produtores de vinho verde dão lição de gestão aos que temem fusões: Com as exportações de vinho verde a crescer 12%, sete adegas cooperativas da região Norte (Barcelos, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Famalicão, Lousada, Penafiel e Ponte da Barca) decidiram replicar no sector o exemplo da Lactogal no leite e juntaram-se para criar a ViniVerde. Outras sugestões de fusão: Aiminho+AEP+AIRAVeiro; Grupo editorial do Minho+Primeiro de Janeiro+Vida Económica.