20070618

Estudo Portela+1 vai ser feito

Afinal não era covardia, era sentido de oportunidade. Os meus parabéns, caro Rui Moreira. Portela+1 vai ser estudada e Gestão autónoma do ASC também.

A ler no Blasfémias.

E tal como disse nos comentários, a blogosfera está disposta a ajudar. Arranje um NIB e nós havemos de o promover. Eu, pessoalmente, já abaixo me tinha voluntariado para fazer uma transferenciazita. Não tenho muito dinheiro, mas dou com boa vontade. Todos juntos talvez possamos dar um empurrãozito. E também podemos pressionar alguns poderes a ajudar (ex. câmaras municipais), se for necessário. Afinal, é para isso que aqui estamos.

2 comentários:

António Alves disse...

Isso mesmo: dinheiro é poder! Venha o NIB.

Anónimo disse...

Sou a Favor da PORTELA + UM ( O Montijo), pelas razões abaixo:

1.º) Já existe no Montijo uma base aérea, que, com as necessárias adaptações, poderia servir como segundo aeroporto da capital: o aeroporto "low cost" de Lisboa. A referida base aérea poderia ser transferida para a Ota ou para Beja, onde existe outra, deixada há alguns anos pelos alemães que possui óptimas condições;

2.º) Lisboa ficaria assim com dois aeroportos civis como muitas outras cidades no mundo;

3.º) A questão do novo aeroporto deve ter em atenção o que for decidido para o comboio de alta velocidade, o RAVE ou TGV, como é conhecido pela sigla tirada francês;

4.º) Só vejo necessidade por ora da ligação de Lisboa a Madrid por TGV e se a obra que nos diz respeito não for célere em breve se chegará a Badajoz por esse meio de transporte e daí até Lisboa por autocarro “Expresso”, i.e.: 1 hora de Madrid a Badajoz (300 Km) e 2 horas mais até Lisboa (200 Km);

5.º) Para mais tarde teria também interesse o TGV: Aveiro – Salamanca – França;

6.º) O TGV viaja a 350 Km/hora e já este ano atingiu 575 Km/hora, numa experiência em França, pelo que se espera venha a sua velocidade a aumentar a médio prazo. Mesmo considerando a velocidade actual do TGV a ligação de Lisboa ao Porto é ridícula. Melhore-se a actual linha e aproveite-se as potencialidades do Alfa Pendular;

7.º) A ligação Lisboa – Madrid far-se-ia aproveitando uma parte do traçado da linha já existente entre o Barreiro, Caia e Badajoz, poupando-se algum dinheiro em expropriações;

8.º) O terminal do TGV poderia ficar junto ao Aeroporto no Montijo;

9.º) Em vez de ser o TGV a atravessar o rio Tejo (a 350 Km/h ???) até à gare do Oriente, seria o metropolitano de Lisboa a chegar à Gare do TGV e ao Aeroporto no Montijo. Em alternativa, poderia ser o metro do Sul do Tejo a atravessar o Tejo. Prevê-se venha a chegar ao Seixal e ao Barreiro, mas, nesse caso, teriam que fazer uma outra linha. Entre a Gare do TGV e Aeroporto, passando pelo Barreiro, onde atravessaria o Tejo, e daí até à Gare do Oriente;

10.º) A extensão do metro de Lisboa à outra margem permitiria aos passageiros do TGV, do Aeroporto do Montijo e de muitos dos habitantes do Montijo e do Barreiro a sua distribuição pela capital, aproveitando-se com isso para retirar de Lisboa milhares de automóveis;

110,º) A margem sul é uma zona plana e é, por excelência, o local de expansão da cidade de Lisboa, limitada que está a Norte por uma cadeia de serranias;

12.º) O Montijo permitiria captar passageiros da raia espanhola, que, sendo servido pelo TGV, fica a cerca de 200 Km, enquanto que Madrid está a mais de 300 Km e o respectivo Aeroporto está ainda do lado oposto;

13.º) A OTA por ser mais longe de Lisboa também deve ser pior para o turismo da capital;

No caso de se ser impossível de mudar a opinião pré-concebida do Governo de construir um grande aeroporto para a capital e acabar com o da Portela, então concordo que a melhor solução será Alcochete, que recolhe até algumas das vantagens do Montijo.

Zé da Burra o Alentejano

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