20080126

Carga movimentada nos Portos

Como parece que há quem duvide, e e até tire fotografias a navios, aqui vão dados oficiais:

ano: 2006

Carga contentorizada

Porto de Leixões 3 088 067
Porto de Sines 1 211 161

O Porto de Sines vive para abastecer a refinaria com petróleo e carvão para o Pego. Sem ela seria um porto irrelevante. Vive por decreto.

fonte : http://www.imarpor.pt/pdf/informacao_tecnica/estatisticas/mercadorias_2006.pdf

1 comentário:

Salem disse...

O Porto de Sines movimentou, em 2007, 26,3 milhões de toneladas, menos 800 mil toneladas que no ano anterior, prejudicado que foi pela quebra nas descargas de carvão.



As paragens técnicas das centrais termoeléctricas de Sines e do Pego, com a consequente interrupção do consumo de carvão, é o argumento aduzido pela Administração do Porto de Sines (APS) para justificar a quebra dos números globais de movimentação de cargas no maior porto naciona.



Em 207, a movimentação de granéis sólidos recuou, em termos homólogos, 19,7%, para os 4,96 milhões de toneladas (contra 6,2 milhões em 2006).



Em alta esteve a movimentação de carga contentorizada, que pela primeira vez superou os dois milhões de toneladas. A carga geral cresceu 35%, quase exclusivamente à custa dos movimentos do Terminal XXI, que superou a fasquia dos 150 mil TEU (mais 23%).



A administração de Lídia Sequeira salienta, no que aos contentores respeita, a redução do número de contentores vazios (menos de 10% do total movimentado), o aumento da carga por contentor (13,4 toneladas/TEU) – superior, é dito, à média de portos como Barcelona, Valência e Antuérpia –, e a predominância das cargas de exportação sobre as cargas de importação.



Nos granéis líquidos, que são de longe o principal agregado de mercadorias operadas em Sines, foram movimentadas 19,3 milhões de toneladas, praticamente o mesmo (ou menos de 1% menos) que o registado em 2006.



Para 2008, a APS estima retomar o ritmo de crescimento de anos anteriores, essencialmente por causa da carga contentorizada, que deverá crescer 50% para a casa dos três milhões de toneladas.

Fonte: Jornal Transporte & Negócios

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