20070822

Remar contra a maré

"Jornal de Notícias |Vive e trabalha no Porto há mais de um ano. Ainda alguma coisa o surpreende na maneira como se faz negócios e na relação com o Governo?

Pires de Lima | Surpreender não, mas que é frustrante é. A vida dos gestores é distribuída entre a gestão e a necessidade de, permanentemente, se deslocarem a Lisboa. A centralização política tem sido acompanhada por uma certa decadência económica das regiões fora de Lisboa, no Norte mas também no Interior."

Aqui fica uma entrevista interessante. Uma breve descrição das dificuldades que a centralização traz ao desenvolvimento do país. A impressão que tiro desta entrevista, é que actualmente nem mesmo no Porto é possivél levantar uma palha sem autorização ou compadrio de algum burocrata a 300km de distância. Como será possivél, então, desenvolver o resto do país, quando os estraves começam por aqueles que o dever seria ajudar. Somos governados por uma cambada de pessoas mesquinhas, tugas e chicos-espertos.

Mais uma vez, parece que é só o JN que aborda o tema! Até agora é só quem vive na fronteira que se desloca a Espanha para o que precisa (saúde, educação, etc.); talvez quando metade da população tiver emigrado para Espanha e a outra metade para Lisboa, o resto de comunicação acorde!

4 comentários:

Anónimo disse...

deviamos fazer um partido e movimento de cidadania do norte
de outro modo nao vamos a lado nenhum nem a regionalizaçao chegara

Filipe Coelho disse...

Pelo desenvolvimento da região Norte assinem esta petição.

Com a abertura de uma base da companhia de baixo custo Ryanair no Aeroporto Francisco Sá Carneiro o número de destinos a partir da cidade do porto iria multiplicar-se!

Mais rotas, mais turistas, mais postos de trabalho!

Pelo desenvolvimento do Norte assinem e divulguem:

http://www.petitiononline.com/ryanhub/petition.html

Pedro Menezes Simoes disse...

Fica só uma questão no ar:
porque é que o gestor de uma empresa de bebidas necessita de interagir quotidianamente com o Estado/Governo?

CCz disse...

Observação pertinente, caro Pedro Menezes Simões

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