20080415

Ryanair e a multiplicação dos «Suevos»

O Norteamos é lido pelo comentador/blogger «Suevo» do moribundo blogue Legião Invicta. Várias vezes tenho trocado impressões acesas com ele. O único ponto em comum que temos é ambos defendermos o desenvolvimento da região Norte. Porém o «Suevo» propõe separatismo baseado em questões de raça, entre outras, algo que obviamente discordo. No entanto o actual estado da «Drenagem» exercida por Lisboa, leva-me a admitir que o futuro a médio prazo é incerto. Ainda ontem a Liga do Norte duplicou o número de deputados em Itália... As minhas convições manter-se-ão. Duvido que a Norte surja um espírito separatista. Seria primeiro necessário que a emigração se tornasse díficil e que o FCP passasse 10 anos ou mais sem ganhar, para que as massas alienadas a Norte tomassem consciencia da situação... No entanto, há relatos como o seguinte que me fazem pensar na multiplicação dos «Suevos». Trata-se de um anónimo comentador, que nem blogger é e que por isso representa bem o pensamento dos cidadãos comuns (que não se deixam alienar pelo futebol, claro está):

«Base no RYR no Porto? Não. Neste momento e depois da tentativa de negociação com os autistas que gerem a ANA, a Ryanair decidiu que os espanhois são bem mais flexiveis, inteligentes e abertos à perspectiva de investimento estrangeiro. A base de Reus abre já em Outubro (facto já oficialmente confirmado) e continuam a levar a bom porto negociações em outros aeroportos. A ANA continua muito mais preocupada em entupir o aeroporto de Lisboa e, com isso, justificar o investimento faraónico a ser feito em Alcochete. Lentamente, condena os aeroportos do Porto e Faro a tornarem-se em aeroportos regionais, nega a possibilidade de emprego, directo e indirecto, a centenas de pessoas e condena uma região já de si empobrecida a mais um passo na direcção errada. É imperdoável, criminoso e revoltante como a impunidade se mantém e decisões deste porte passam ao lado da maioria da população. A região Norte não podia ter perdido esta oportunidade e não há como justificar terem negado os 4 Euros de deconto que a RYR pedia. Em qualquer parte do mundo o negócio rege-se pelo mesmo princípio: quem compra em mais quantidade, tem direito a um maior desconto; foi isso que foi proposto à ANA, foi oferecerem um volume de passageiros jamais visto e, como contrapartida, exigiam um deconto de QUATRO EUROS!!!!!! A ANA desculpabiliza-se, atenta contra o senso comum de todos nós e justifica-se dizendo que tem de dar as mesmas condições a todas as companhias aéreas, independentemente do contributo real que qualquer uma delas dê para o aeroporto. Passam um atestado de estupidez à população, saem incólumes depois da imundice que fizeram e ninguém faz nada. Não é pois de espantar que as vozes moderadas do Norte de comecem a revoltar e se difundam opiniões extremistas e aparentemente descabidas. O que me parecia absurdo, parece-me cada vez mais plausível e campo fértil: o Norte não faz parte de Portugal e essa ideia deve ser cultivada. A seu tempo e caso as coisas continuem como se tem visto, a democracia irá legitimar essa ideia e os grilhões que nos mantêm ligados à liderança Lisboeta serão cortados. Hoje, na minha humilde opinião, esta é ainda uma opinião de “caverna” mas que lentamente germina tanta é a lenha que nos dão para queimar. O caso da Ryanair é só mais um, infelizmente de uma dimensão bem maior do que a que que se possa imaginar, mas a lista é longa e ilustre. Pessoalmente, vou renunciar à minha cidadania, optar por um passaporte cujas cores me deem orgulho e fazer o mesmo com os meus filhos. Sigo o exemplo da Ryaniar e cago p’ra Portugal.»

38 comentários:

CCz disse...

Caro Jose Silva,

Duas coisas:
1º o comentário que fiz abaixo é relativo a este postal;
2º Este comentário de Krugman face às mega-regiões http://krugman.blogs.nytimes.com/2008/04/14/mega-more/

Suevo disse...

Essa está boa!

Pelo menos desta vez o José Silva não fez o insulto do costume, o que já é uma evolução. Mas lá vou eu ter que emenda-lo no assunto do costume:

“Porém o «Suevo» propõe separatismo baseado em questões de raça, entre outras, algo que obviamente discordo.”

Eu já lhe disse que não sou separatista, , e repito que a mim parece-me que o José Silva é que é separatista, mas não o assume, seja por cobardia, por táctica, ou pelo motivo que lhe apetecer, e está no seu direito de o fazer. Mas não me acuse, nem se esconda atrás do “Suevo”. É precisamente por essas questões étnicas que eu nunca apoiaria um movimento separatista e multirracial saído do “norteamos”, mas é precisamente por esses mesmos motivos étnicos que fico satisfeito com os resultados da Lega Nord e do Vlaams Belang.


Em relação à Liga Norte, só tenho a dizer que é um grande partido, que tal como eu é contra a colonização do norte de itália por imigrantes, na opinião do José Silva a Lega Nord deve ser um partido de militantes com problemas Freudianos, mas o certo é que duplicaram a votação. Ao contrario dos norteamos, os da Liga Norte não são vassalos, e mesmo sem terem votos em mais de metade do estado Italiano conseguem ser um partido decisivo e pujante.

Estas foram as palavras de Bossi:

“Agora é preciso agradecer aos lombardos, aos venetos, aos piemonteses e a todos que votaram em nós, porque dessa vez o povo nos passou uma mensagem forte: é preciso fazer reformas, porque nossa paciência está a acabar"

Os comunistas estão de luto, e tendo a Liga Norte um poder decisivo, podem ter a certeza que a politica de imigração vai mudar, e muito.

Parabens Bossi

Jose Silva disse...

O Suevo, entao voce não é separatista ?!?! Então o que é ? Da mesma raça que os lusitanos/liboetas/mouros/africanos/brasileiros ?

Se quiser enviar a sua explicação para norteamos@gmail.com, prometo que publico. Se os seus problemas freudianos lhe deixarem, claro está.

fernator5 disse...

"Se os seus problemas freudianos lhe deixarem, claro está."


Pela lógica, parece-me que quem tem problemas Freudianos não é quem defende a sua identidade etnica e é contra a sua propria extinção.

Pela lógica quem tem problemas Freudianos é quem não se interessa pela defesa da sua identidade etnica e até defende orgulhosamente e com sentimente de superioridade, que esta deve desaparecer e apenas deve triunfar e existir mistura, não deixando espaço, nem condições para os povos nativos continuarem a existir. Isso sim, demonstra graves problemas Freudianos e também graves problemas de lavagem cerebral feito pelos mass media.

Galish disse...

"Isso sim, demonstra graves problemas Freudianos e também graves problemas de lavagem cerebral feito pelos mass media."


Concordo com o fernator5.
Já agora permite-me acrescentar no ultimo paragrafo, que também demonstra graves problemas de identidade.

Jose Silva disse...

Caros amigos galaicos: «Problemas freudianos» significam o medo ou lá o que é relativamente a outras raças. E não me venham com as questões da imigração. Pode-se defender limites à imigração sem se ser racista.

Galish disse...

"Caros amigos galaicos: «Problemas freudianos» significam o medo ou lá o que é relativamente a outras raças."


Isso é o significado que o senhor quer atribuir.
Eu posso-lhe atribuir que problemas Freudianos é ter graves problemas de identidade e por isso desejar a extinção etnica do seu proprio povo.


"E não me venham com as questões da imigração. Pode-se defender limites à imigração sem se ser racista."

Pois claro que se pode. Pessoas como o senhor e a gentalha da esquerda é que têm por habito chamar racista e nazi a toda a gente que defenda a sua etnia ou queira por limites à imigração.

Pode-se defender limites à imigração sem ser racista e também se pode defender a preservação de uma etnia (neste caso a nossa etnia Galaica) sem se ser racista, sem se defender assassinatos em massa ou genocidios como vocês gostam de associar prontamente a nós.
Não sei se sabe mas os Indios da Amazónia têm terras proprias e não aceitam brancos nas suas terras pois querem defender a sua etnia, querem continuar a ser indios e não querem misturas. Isso não tem nada de racismo, é apenas defender, preservar a sua etnia.
Racismo é quando queremos magoar alguem ou um grupo de pessoas de outra raça ou defender a extinção de uma raça. Aqui o senhor José Silva é um bom racista, pois defende tal como a maioria da população, a extinção da etnia Galaica e das restantes etnias Europeias.

celia disse...

Com orgulho de filiação transmontana tri-centenária documentada, sentimento esse que abrange todo o norte do Douro, e estende-se ao Portugal da dinastia Afonsina! Fico feliz por encontrar nortenhos que têm orgulho da sua etnia, da sua cultura, da sua terra!Não sou racista, (tenho uns familiares mestiços), mas abomino a imposição de condicionalismos bastardos. Afinal quem ainda manda na minha casa sou eu! Quero a minha casa - minha terra, amada, bem cuidada, com tradições seculares, desenvolvida, educação incentivada, ser sempre português com respeito pela terra onde esse país nasceu!
Flavie

António Alves disse...

esta discussão é esotérica e sem qualquer utilidade prática.

Pedro Menezes Simoes disse...

"Pela lógica quem tem problemas Freudianos é quem não se interessa pela defesa da sua identidade etnica e até defende orgulhosamente e com sentimente de superioridade"

Na verdade, quem tem problemas freudianos é quem precisa da "muleta" da etnia para se afirmar ou sentir superior. Essa intolerância à diferença individual revela claramente uma personalidade mal-formada, com graves problemas de insegurança e autoconfiança, e uma incapacidade para lidar com tudo o que é diferente.

Um ser humano completo, auto-confiante, e com carácter formado, sente-se bem com a sua própria individualidade.

Por outro lado, em individuos nos quais se revela uma insatisfação extrema com o "ego", cria-se uma situação de dissonância cognitiva apenas resoluvel pelo recurso a mecanismos psicológicos de negação: o "eu" é negado, e dá lugar à pertença a uma etnia, ideologia ou grupo. O indivíduo deixa de se avaliar individualmente, para se avaliar de forma "grupal", associando ao "grupo" características que atribui a esse grupo, ainda que erradas.

Trocando por miúdos, é mais ou menos "eu sou uma bela merda, mas a minha etnia é fantástica".

Pedro Menezes Simoes disse...

"Pela lógica quem tem problemas Freudianos é quem não se interessa pela defesa da sua identidade etnica e até defende orgulhosamente e com sentimente de superioridade"

Confesso que me sinto superior a quem escreve estas coisas. Não preciso da minha "etnia" para sentir essa superioridade.

Pedro Menezes Simoes disse...

"Eu posso-lhe atribuir que problemas Freudianos é ter graves problemas de identidade e por isso desejar a extinção etnica do seu proprio povo."

"Racismo é quando queremos magoar alguem ou um grupo de pessoas de outra raça ou defender a extinção de uma raça"

Caro Galish, respondo-lhe apenas com a citação de um brilhante senador americano (nota: apesar de brilhante, não era de etnia galaica):

"O sr. pode ter as opiniões que quiser, mas não os factos que quiser."

Entenda, se conseguir.

sguna disse...

E o país é pequeno!

Galish disse...

"Na verdade, quem tem problemas freudianos é quem precisa da "muleta" da etnia para se afirmar ou sentir superior. Essa intolerância à diferença individual revela claramente uma personalidade mal-formada, com graves problemas de insegurança e autoconfiança, e uma incapacidade para lidar com tudo o que é diferente."

A vossa interpretação das coisas é incrivel, deixa-me cada vez mais espantado.
Mas o senhor por acaso sabe se eu uso a muleta da etnia para me sentir superior ou não? Até posso considerar a minha etnia inferior em comparaçao com Germânicos e Japoneses e com outras etnias. Até posso considerar que somos a pior etnia do mundo, a mais burra.
Acho-vos uma piada, alguém defende a preservação de uma etnia, e é logo porque tem problemas e sente-se mal. Vocês são realmente incriveis.
Eu defendo apenas a preservação da minha etnia e das restantes etnias europeias porque é o que me é proximo (voces tambem cuidam do que é vosso, a regiao norte, não fizeram um blog pa defender a regiao algarve ou madrid). Mas eu bem poderia defender a preservação das etnias Africanas caso elas realmente se encontrassem em perigo e fosse preciso fazer algo. E que argumento iria usar para mim depois? Já não poderia usar que uso a muleta da etnia, pois estaria a defender a etnia de outros. Eu até poderia ser um mulato ou um tipico brasileiro misturado e defender a preservação de etnias Africanas, Europeias, etc. Não estaria a usar nenhuma muleta para me sentir melhor pois eu seria um mulato, mestiço e apenas tinha a vontade de preservar etnias nativas.

Diga-me lá, os cientistas e biologos que defendem a preservação de espécies e raças de animais, também são doentinhos da cabeça? Um mestiço que defenda a preservação da etnia Dinamarquesa, também é doentinho da cabeça?



"Essa intolerância à diferença individual revela claramente uma personalidade mal-formada, com graves problemas de insegurança e autoconfiança, e uma incapacidade para lidar com tudo o que é diferente."

Defender a preservação de uma etnia não tem nada de intolerancia à diferença. Antes pelo contrario, queremos defender a preservação das diferenças que existem na natureza, não queremos fazer como vocês que querem transformar tudo numa massa amorfa misturada. Daqui a umas gerações graças a vocês a população seria como os Brasileiros misturados. Deixaria de haver etnia Sueca, Dinamarquesa, Galaica, Italiana, etc.
O que vocês defendem é intolerância à diferença. Querem acabar com ela. São supremacistas miscigenadores, só aceitam a mistura e negam o direito de uma etnia europeia se preservar, acham isso um crime.



"e uma incapacidade para lidar com tudo o que é diferente."

Alguém que defende a preservação de uma etnia, não tem incapacidade, medo de lidar com outras raças. Se for preciso estarei no Brasil ou EUA (paises proprios para mistura e onde nao se perdem etnias nativas) a conviver com outras raças e nao tenho problemas para lidar com ninguem. Até já tive um grande amigo Chinês (mais tarde foi para a China) e dava-me perfeitamente com ele, até falamos do problema actual das etnias, a possibilidade de extinção de todas as etnias europeias e que deveriamos fazer algo para preservar. Felizmente percebeu tudo e concordou perfeitamente. Não é como certas pessoas com palas à frente dos olhos que não conseguem ver o todo e depois vêm com argumentos ridiculos de termos medo dos outros, termos problemas de personalidade, etc.




"Um ser humano completo, auto-confiante, e com carácter formado, sente-se bem com a sua própria individualidade."

Pois, e um ser humano como deve ser, também defende a preservação da natureza, incluindo a preservação das etnias nativas europeias.
Um ser humano como deve ser não vai ser burro, hipocrita, racista ao ponto de querer que as etnias europeias desaparecam daqui a umas gerações.
Um ser humano completo, pode muito bem defender interesses que digam respeito ao seu grupo ou até ao grupo de outros, defender a preservação da sua etnia, defender os interesses da sua região, cultura, lingua, nação, etc. Não é por defender interesses do seu grupo que deixa de ser completo, auto-confiante, etc..


"Por outro lado, em individuos nos quais se revela uma insatisfação extrema com o "ego", cria-se uma situação de dissonância cognitiva apenas resoluvel pelo recurso a mecanismos psicológicos de negação: o "eu" é negado, e dá lugar à pertença a uma etnia, ideologia ou grupo. O indivíduo deixa de se avaliar individualmente, para se avaliar de forma "grupal", associando ao "grupo" características que atribui a esse grupo, ainda que erradas.

Trocando por miúdos, é mais ou menos "eu sou uma bela merda, mas a minha etnia é fantástica"."

Ah sim! Então querer defender algo que faz parte de um grupo, de uma comunidade é isso. Então coitados dos que além de defenderem a preservação de uma etnia como eu, defendem também a preservação da sua cultura, lutam para que a sua lingua continue a existir, etc.
E tudo o que disse, assenta-lhe que nem uma luva também a si e a todos os norteamos, pois negam o vosso "eu" e andam a defender interesses em nome de um grupo, de uma região chamada Norte.



"o "eu" é negado, e dá lugar à pertença a uma etnia, ideologia ou grupo."

Pois, O vosso "eu" é negado e dá lugar à pertença da defesa da região Norte.

"O indivíduo deixa de se avaliar individualmente, para se avaliar de forma "grupal", associando ao "grupo" características que atribui a esse grupo, ainda que erradas."

Pois, o senhor deixa de se avaliar individualmente e passa a avaliar de forma grupal, avalia a região e associa a ela caracteristicas que atribui a essa região, ainda que muitas de forma erradas.

"Trocando por miúdos, é mais ou menos "eu sou uma bela merda, mas a minha etnia é fantástica"."

Pois, trocando por miúdos, é mais ou menos "eu sou uma bela merda, mas a minha região norte apesar de ser pobre, é fantástica e tem capacidades para ser muito melhor"


Está a ver, tudo assenta-lhe que nem uma luva.

Aprenda a discutir as coisas de maneira honesta e não a encontrar argumentos estupidos e desonestos que eu acho que nem você acredita e também lhe servem a si. Penso que apenas diz isso para ganhar o debate argumentativo (mas digo-he assim não mostra nada, não convence ninguém, só convence os tolos e os que já pensavam como você). Enfim é o que acho. É como ha uns tempos num debate aqui dizia que nao havia raças porque havia gordos e magros e olhos azuis e castanhos. Enfim ou o senhor é muito mas muito burro que nem uma coisa básica consegue compreender, ou é como eu penso, finge-se de burro e usa argumentos altamente ridiculos para tentar ganhar o debate e criar algo dificil de explicar ao seu adversário.



"Confesso que me sinto superior a quem escreve estas coisas. Não preciso da minha "etnia" para sentir essa superioridade."

Pois sente-se superior, é o que a comunicação social lhe ensina e faz pensar. Quem é contra a preservação de raças e a favor da mistura total é superior. Claro que o senhor tinha-se de sentir superior a alguém que não usa a etnia para se sentir superior, mas que apenas defende a sua preservação, por esta fazer parte da natureza e ser parte da sua identidade e ser algo que gosta.
Se o senhor tivesse nascido no tempo em que diziam que quem defende que o mundo é plano e não redondo, certamente também se sentiria muito superior a essas pessoas de mau caracter que iam contra a igreja e o pensamento dominante e afirmavam que o mundo é redondo. Quando a sociedade não dá espaço para se defender o correcto, é normal que o povinho se sinta superior aos que defendem algo considerado proibitivo e de muito mau caracter, diabolico. As ovelhas vão sempre atrás do rebanho decida o que ele decidir.
Hoje defendem que não nos devemos importar com as etnias e que elas devem desaparecer e tudo bem. Já se tivesse nascido numa sociedade onde a propaganda fosse outra, também concordaria.


O vosso pensamento é tão primario que mal uma pessoa defenda a preservação de uma identidade etnica associam a defender holocaustos, assassinatos em massa, pensar que a sua raça é superior e a dos outros inferior e que deve ser exterminada, sofrer de problemas de identidade por defender um grupo (coisa que a maioria faz, ou defendem a preservaçao de um grupo etnico, ou de especies e raças de animais ou de regiões ou de uma certa cultura, lingua, etc) e muitas outras coisas que vejo pelo comentário do pedro e de outros.



Já agora, o que acha desta noticia
"China cria banco de genes de 54 minorias étnicas"
http://portuguese.cri.cn/165/2006/10/09/1@53054.htm
O que acha? As pessoas do governo Chinês sofrem da cabecinha? São intolerantes por preservarem genes de etnias nativas? Quem lutou para que o banco de genes fosse real, sofre da cabecinha e tem problemas de "eu" e sente que a sua etnia é superior e também deseja exterminar as outras etnias?? Os Chineses que lutaram e concordaram com isso, têm problemas Freudianos?

Banco de genes é uma das maneiras de preservar uma etnia. Apesar de ela poder desaparecer no futuro, ela fica guardada num banco de genes e é possivel recuperar, dar novamente vida a essa etnia daqui a 1000 anos ou mais.
Outra das maneiras é criar condições para que a etnia não desapareca actualmente, evitando imigração e dando um minimo de condiçoes.

Suevo disse...

É obvio que não vou responder às suas perguntas, primeiro porque tenho mais que fazer, segundo porque não admito a sua falta de educação, já deixei isso claro anteriormente.

Mas quem é que o José Silva é para dizer que:
“Problemas freudianos» significam o medo ou lá o que é relativamente a outras raças.”
Mas o Freud escreveu isso? Vindo dum judeu isso é caricato, porque os da etnia do Freud é que devem ter grandes problemas Freudianos com os Palestinianos. Mas o caso do José Silva não é um problema Freudiano, é mesmo um caso de falta de educação associado a um trauma, mas não sou psicólogo de trazer por casa nem estou interessado no seu tratamento, isto se quiser tratar-se.

Continuem a brincar aos desnorteados, divirtam-se.

Quanto ao e-mail, pode esperar deitado.

Diz o António Alves que:
“esta discussão é esotérica e sem qualquer utilidade prática.”
Não sei a que discussão se refere o António Alves, se está a falar de questões da “nossa” identidade discordo totalmente, para mim esse é O assunto mais importante para um povo, mas já sei que estamos em total desacordo, portanto nem vale a pena falar do assunto. O António Alves compactua com a vassalagem e com a alienação do povo do “norte”, isto porque pelo estado artificial prefere renegar, omitir ou perder a própria identidade.
Não tenho nada contra os argumentos do António, eu não nego as causas económicas, até porque sou formado nessa área, mas muitos temas têm causas étnicas, e não são apenas as causas económicas que explicam que o “norte” esteja no cu da Europa.
Essa conversa de nos queixarmos do centralismo por si só, é pior do que estéril na mesma opinião.
Haverá algum regionalismo que se apoie apenas em argumentos económicos? Os casos de sucesso pelo menos utilizam todos como bandeira factores étnicos e culturais, não se limitam a uma choradeira própria de pedintes.
Enquanto no norte continuarem a queixar-se so do centralismo ninguém vos levará a sério em lado nenhum, quando muito serão ridicularizados como são pelos regionalistas Catalães ou por outros quaisqueres.

Quanto ao Pedro Meneses Simões, quando falas de certos assuntos não dás uma para a caixa, mas é problema teu, por mim podes discutir à vontade com os comentadores deste blogue, o blogue é vosso não é meu.

Tenho que vos fazer um elogio, vocês evoluíram e parece que agora já não me confundem com outro comentador, apraz-me registrar essa vossa evolução, só falta o José Silva deixar de me apresentar como algo que não sou, ainda por cima com insultos. É dispensável.

Jose Silva disse...

Pois. Você é que é o racista e eu é que insulto. Está bem está.

Pedro Menezes Simoes disse...

Caro Galish,

1- Não faço ideia se usa a muleta da etnia ou não, até porque o comentário a que se refere não era para si.

2- Tendo em conta que a península ibérica sempre foi um "melting pot" de povos, lamento informá-lo que a etnia galaica, a haver, é uma etnia de mestiços, o que só por si é um contrasenso.

3- Um mestiço que defenda a preservação das etnias é seguramente tolinho da cabeça, pois defende a sua própria inexistência. Chama-se a isso hara kiri.

4- Fala de cientistas e biólogos que defendem a preservação das espécies e das raças. O que o Galish não sabe é que na espécie humana só existe uma raça:

"De um lado o avanço dos trabalhos na genética forçou o abandono da noção, quando estabeleceu que as diferenças entre humanos são individuais e não de raça (ou de grupo). Efetivamente, os indivíduos são todos diferentes e as características que produzem essas diferenças são encontradas em todas as populações humanas.

Como disse o geneticista André Langaney (1992): "No início das pesquisas em genética, os cientistas, que tinham em mente as classificações raciais herdadas do século passado, pensavam que iriam encontrar os genes dos Amarelos, dos Nego, dos Brancos... Pois bem, nada disso, não foram encontrados. Em todos os sistemas genéticos humanos conhecidos, os repertórios de genes são os mesmos."

5- "Diga-me lá, os cientistas e biologos que defendem a preservação de espécies e raças de animais, também são doentinhos da cabeça?"

Não. Mas seriam se defendessem que se deveria impedir a livre circulação dos animais no território ou limitar-lhes a procriação. Ou que se deveriam tratar os Homens como os animais (ou pior). Que é exactamente o que Galish defende.

6- "Defender a preservação de uma etnia não tem nada de intolerancia à diferença."

Claro que tem. Começa logo por negar a ciência, que afirma que as diferenças individuais são superiores às supostamente étnicas (que não existem, como já lhe mostrei em cima), para logo a seguir negar o direito à individualidade. O Galish pode achar que isto não é intolerância à diferença. Pois pode ter a opinião que quiser, mas não os factos que quiser.

7- Quanto à analogia entre etnia e região, foi muito divertida, mas profundamente errada. Primeiro, porque uma região é um conceito abstracto, bastando um sentimento de pertença associado a um território para a definir. Já a etnia é um conceito concreto, no qual o território é irrelevante, e o sentimento de pertença deverá ser construído sobre diferenças genéticas reais, que os estudos científicos demosntram não existir. Sendo assim, a região norte existe; já a etnia galaica é uma coisa que está só na sua cabecinha. Para além disso, uma região não tem traços de carácter, ao contrario do que afirma na sua analogia, pelo que esta foi manifestamente mal executada.

8- "Enfim ou o senhor é muito mas muito burro que nem uma coisa básica consegue compreender, ou é como eu penso, finge-se de burro e usa argumentos altamente ridiculos para tentar ganhar o debate e criar algo dificil de explicar ao seu adversário."

Portanto, o Galish não consegue responder aos meus argumentos, por isso eu sou burro? Mais uma vez lhe digo: uma coisa são opiniões, e outra são factos. E a minha opinião é a de que as suas opiniões são muito divertidas, mas o facto é que elas são tristes.

9- Não goze comigo. O Galish fica perturbado porque há Brasileiros em Portugal, querendo "devolvê-los" ao Brasil, e vem-me dizer que não tem problemas de intolerância ou auto-confiança. Se tivesse a mesma cor de pele e não tivesse sotaque (e, no limite, tivesse crescido em Portugal), o Galish não notaria diferença "étnica" nunca. Mais uma vez, opiniões e factos...

10- Portanto, o seu conceito de preservar etnias é guardá-las em caixinhas. Ou prefere a solução total dos chineses, que é cometer genocídios sucessivos e guardar depois o material genético em caixinhas?

Em resumo, lamento muito que ainda existam pessoas que ainda não descobriram que não existem "raças" na espécie humana.

A mim preocupa-me proporcionar felicidade ao maior número de indivíduos (leia bem, individuos: é bem mais importante do que etnia). A, si pelos vistos, preocupa-o transformar a sociedade num "jardim zoológico" de etnias.

São opiniões diferentes. Mas factos...são os que são. Estude-os.

Pedro Menezes Simoes disse...

1- "falar de questões da “nossa” identidade discordo totalmente, para mim esse é O assunto mais importante para um povo"

Seguramente não é o debate mais importante para cada indivíduo desse "povo". Por conseguinte, sendo o povo a soma dos indivíduos, esse assunto não pode ser o mais importante para o "povo". Talvez seja para o povo de "suevos" de que o José Silva falava no post.

2- "Quanto ao Pedro Meneses Simões, quando falas de certos assuntos não dás uma para a caixa, mas é problema teu, por mim podes discutir à vontade com os comentadores deste blogue, o blogue é vosso não é meu."

Fico contente em saber que não dou uma para a caixa...e respondo citando Emerson "Quando ficares sem argumentos, nem tudo está perdido. Podes sempre insultar o adversário".

António Alves disse...

a região norte tem diferenças socio-económicas e culturais (no sentido antropológico) em relação às outras. e são essas que legitimam a sua existência e não apenas as económicas.
a população catalã já não é maioritariamente de 'etnia' catalã*. os emigrados e seus descendentes já se tornaram maioritários. no entanto, hoje, sentem-se perfeitamente integrados na catalunha e agem como catalães. e essa é uma virtude que a catalunha foi capaz de levar a cabo: a absorção sem dramas de maior de pessoas vindas de outras regiões da espanha e do mundo. sem essas pessoas nunca a catalunha teria conseguido o desenvolvimento socio-económico que actualmente exibe.

*a 'etnia' catalã é ela própria, por sua vez, o resultado feliz da mistura de povos mediterrânicos.

para mim 'etnia' é a minha herança cultural, as ideossincrasias do meu povo, o simbólico, etc. não é propriamente o facto de as pessoas terem olhos azuis, sejam pescadores da póvoa descendentes de vikings ou outra coisa qualquer. na região norte, ou galaico-portucalense, que é um nome que eu gosto bastante, existe diversidade mais do que bastante para rejeitar quaisquer coisas baseadas nas 'etnias biológicas'.
o que me interessa, além do bem estar económico das pessoas, é conservar modos, costumes e a cultura própria do povo que cá habita. quanto ao estado: estou-me a cagar para ele: tanto o português como o putativo estado galaico. para mim o estado é apenas um instrumento.

Suevo disse...

Por razões obvias só vou responder ao Antonio Alves, porque é o único que não utiliza insultos no seu discurso.

“a região norte tem diferenças socio-económicas e culturais (no sentido antropológico) em relação às outras. e são essas que legitimam a sua existência e não apenas as económicas.”

Certo, mas essas diferenças culturais (e outras) que o povo do “norte” tem em relação ao das outras regiões, ainda as tem mais em relação aos africanos, chineses e outros que nos vão colonizando. Ou seja, etno-culturalmente estamos muito mais próximos de qualquer castelhano, “lusitano” ou asturiano do que estamos de qualquer imigrante árabe ou chinês, por muito que esses imigrantes tenham nascido por cá.

Um perdigueiro que nasça no meio dos boxers não passa a ser um boxer apesar de serem todos cães.

Quanto à Catalunha, eu apresentei-os como REGIONALISTAS, sim porque nacionalismo na Catalunha praticamente não existe, a Catalunha foi completamente colonizada primeiro por outros Espanhóis (e Franco não o fez inocentemente) e depois por indivíduos que nem europeus são. E pode ter a certeza que essa colonização que a Catalunha sofreu por parte de não-catalães no tempo de Franco foi tudo menos inocente.
Apesar da colonização mental que o “norte” sofre a nossa situação é muito melhor que a da Catalunha, isto porque a colonização mental que o nosso povo sofre é reversível, já a Catalunha passou à historia. Como dizia Sabino Arana, fundador do Partido Nacionalista Basco :

"En Cataluña todo elemento procedente del resto de España lo catalanizan, y les place a sus naturales que hasta los municipales aragoneses y castellanos de Barcelona hablen catalán; aquí padecemos muy mucho cuando vemos la firma de un Pérez al pie de unos versos euskéricos, u oímos hablar nuestra lengua a un cochero riojano, a un liencero pasiego o a un gitano."

"Si nos dieran a elegir entre una Bizkaya poblada de maketos que sólo hablasen euskera y una Bizkaya poblada de bizkainos que sólo hablasen el castellano, escogeríamos sin dubitar esta segunda, porque es preferible la sustancia bizkaina con accidentes exóticos que pudieran eliminarse y sustituirse por los naturales, a una sustancia exótica con propiedades bizkainas que nunca podrán cambiar."


Continuando com o António Alves:
“é conservar modos, costumes e a cultura própria do povo que cá habita.”
E em quê que os árabes ou chineses contribuiem para isso?
Já temos três mesquitas no Porto, em que medida é que isso contribui para os nossos costumes, cultura ou aquilo que o António Alves quiser chamar?

O facto dos nossos melhores serem obrigados e emigrar, e em troca recebermos aqueles que mais ninguém quer (a primeira escolha dum favelado brasieliro não é certamente a região mais pobre da Europa ocidental, se fica cá é porque mais ninguém os quer) é das maiores ameaças que o “norte” já teve. Há muitos séculos que os nossos melhores foram “forçados” a sair, mas é a primeira vez que estamos a proceder a uma substituição populacional.

Jose Silva disse...

"Um perdigueiro que nasça no meio dos boxers não passa a ser um boxer apesar de serem todos cães."

Oh Suevo ! Eu estava a pensar usar a analogia com a criação de gado ou cães para «insulta-lo» e você antecipou-se...

No entanto, para reganhar nível no debate, eu concordo consigo no prejuízo que a população (independentemente da etnia ou os adjectivos que usa) a Norte sofre na actualidade às mãos do Estado/oligarquia de Lisboa e também na identificação das características profunda do Norte. Aliás você tem no seu blogue um post sobre a natureza das comunidades locais no Norte de Portugal na Alta Idade Média muito pertinente.
Porém apesar disto as soluções que você apresenta são na minha opinião «zoológicas».

Espero não o ter insultado.

Pedro Menezes Simoes disse...

Caro António Alves,

100% de acordo.

Caro Suevo,
Não é seguramente a primeira pessoa que se sente ofendida quando o adversário usa factos e argumentos na discussão. Já dizia Pedro Arroja que só 2% dos bloguers não recorre ao insulto à primeira contrariedade, e suponho que isso seja transversal a todas as etnias...mas adiante.

1- Ignora por completo a capacidade de aculturação dos indivíduos. A existência de chineses não coloca em causa a nossa cultura e tradição, desde que exista integração.

2- "Um perdigueiro que nasça no meio dos boxers não passa a ser um boxer apesar de serem todos cães."
Pois, mas isso não nos diz nada sobre a sua capacidade de aculturação. Mais uma vez lhe digo, que a genética demonstrou que a diferença entre indivíduos da mesma "raça" é superior à que existe entre grupo de indivíduos de "raças" diferentes. O que por si só demosntra que não existem raças na espécie humana.

O seu argumento seria mais algo como: "Um perdigueiro filho de perdigueiros espanhóis que nasça no meio de perdigueiros filho de perdigueiros portugueses não passa a ser um perdigueiro português apesar de serem todos perdigueiros". Ora, isso não faz sentido nenhum porque os perdigueiros são todos semelhantes, independentemente do local onde nasçam.

3- Quanto ao Sabino Arana tudo o que ele diz são juízos de valor, vulgo opiniões. Vejo que gosta muito de argumentos de autoridade. Eu não lhes ligo nenhuma. Em particular se a autoridade for o fundador do Partido Nacionalista Basco. E em geral se for para manifestar preconceitos racistas e contra os direitos dos indivíduos.

4- "Já temos três mesquitas no Porto, em que medida é que isso contribui para os nossos costumes, cultura ou aquilo que o António Alves quiser chamar?"

E em que é que isso perturba os nossos costumes? O Suevo não continua a poder ir à missa? Ou até a não ir, se não quiser?

5- Ao contrário do que diz, nós recebemos os melhores do estrangeiro: aqueles que têm coragem e ambição para mudar de país. Os piores são os que lá ficaram. De resto, não vejo os seus problemas com um povo que descendeu sobretudo de nortenhos. Há de ser a "etnia" genética mais parecida com a nossa.

6- Espero que desta vez não se sinta insultado pelos factos e pelos meus argumentos. Se sentir, eu posso sempre mudar para um descurso mais adequado para si, e usar argumentos do estilo que "não dá uma para a caixa". Até porque é verdade.

Suevo disse...

Pedro vê se entendes o seguinte:

Eu não me sinto ofendido por ti, quem me insulta frequentemente não és tu, é o José Silva.

Nenhum de nós ganha nada em entrar em dialogo, porque temos opiniões contrarias, vou gastar o meu “latim” para que?
Tenho mais do que fazer, e acredito que tu também tenhas, eu não te quero convencer a nada, eu não quero que tu ou o José Silva concordem comigo, pelo contrário até prefiro que nem concordem.

Tu por mim podes escrever o que te apetecer, podes emitir a opinião que quiseres, eu se tivesse que contrariar todas as opiniões contrárias à minha…
A mim não me interessa a tua/vossa opinião.


“A existência de chineses não coloca em causa a nossa cultura e tradição, desde que exista integração.”

Eu não quero integração, e defendo que a integração é que coloca a nossa identidade em causa, já que têm que estar aqui do mal o menos, que não se integrem.

“Ao contrário do que diz, nós recebemos os melhores do estrangeiro: aqueles que têm coragem e ambição para mudar de país. Os piores são os que lá ficaram.”

Discordo totalmente, a prova que não sou racista é que nada tenho contra os negros que estão em Africa, até defendo boas relações económicas ou outras com eles, mas não gosto de os ter por cá principalmente no caso de se integrarem, quanto mais se integrarem pior.

Eu não tenho nada contra ti, mas em certos assuntos não dás uma para a caixa, e esse exemplos dos perdigueiros mostra que para alem de não saberes o que é uma etnia, no reino animal também não sabes a diferença entre uma espécie e raça. Ou se calhar para ti não há raças de cães também, mas também isso não me interessa para nada.

Não vou entrar em dialogo contigo, deixo-te aqui o manifesto eleitoral da Lega Nord, um movimento que não é de cobardes nem de vassalos pró-integracionistas.

http://www.leganord.org/elezioni/2008/politiche/manifesti_elettorali/Indiano%20riserve%20immigrazione%20elett08.gif

http://www.leganord.org/immagini/ilmovimento/manifesti/2008/NO%20al%20voto%20agli%20immigrati%20elett08.jpg

Agora não confudas isto com insultos ou ataques pessoais, até porque se há alguém farto de ser insultado/caluniado neste blogue sou eu. Falem lá do centralismo, e promovam o plano Anti-regionalização do Miguel Relvas à vontade.

Jose Silva disse...

Suevo aceita a integração de minorias no Norte de Portugal: «Este regresso a um estado mais arcaico na área bracarense era muito influenciado por uma minoria de guerreiros germânicos , depois destes terem assimilado muitos elementos da cultura indígena e de se terem aliado, pelo sangue, à população local»

http://legiaoinvicta.blogspot.com/2006/10/resistncia.html

António Alves disse...

repito: esta discussão é esotérica e inútil. burro fui eu em entrar nela :-)

P.S - duas das cidades que mais gosto no mundo, e que, felizmente, visito mais do que uma vez por ano, são Nova Iorque e Londres, acima de tudo pela sua enorme diversidade. São sítios onde no espaço de 5 minutos me cruzo com um escocês de kilt, um preto rasta e um chinês afadigado. são vivas, criativas e economicamente pujantes.

Suevo disse...

Eu nunca disse que não aceitava a integração de europeus aqui. Nunca fui xenofobo. Sou Europeista.

Quanto ao Antonio Alves, espero que desista rapidamente do seu partido regional da diversidade e da nova-yorkização do "norte", mas o vosso "partido" até pode ser separatista à vontade, que eu prefiro votar no PNR, até por aqui o José Silva pode ver o meu "separatismo". Não me confunda consigo.

Eu tambem já fui a São Paulo, a Paris, a Madrid, etc mas prefito a minha Calecia, não gosto de multiculturalismo, o problema é que até aqui estamos a ficar uma mini-nova york, qualquer dia nem as nossas aldeias se salvam.
O Antonio Alves devia gostar era de Lisboa, mas para sorte sua (e azar meu) o Porto está a lisboetizar-se.

António Alves disse...

suevo: fique lá com a sua e os sonhos improváveis. kaput!

Suevo disse...

O Antonio Alves não respondeu à minha pergunta.

“é conservar modos, costumes e a cultura própria do povo que cá habita.”

E em quê que os árabes ou chineses contribuem para isso?
Já temos três mesquitas no Porto, em que medida é que isso contribui para os nossos costumes, cultura ou aquilo que o António Alves quiser chamar?

E Nova Iorque é um óptimo exemplo de "preservação do povo que lá habita", é que Nova Iorque tem tudo, mas mesmo tudo a ver com os Índios que lá habitavam quando os europeus colonizaram aqueles territórios.

Quanto a Londres, é melhor nem dizer nada, os brancos que FOGEM literalmente de Inglaterra já são aos milhões. Ou não se apercebeu nas suas viagens a Londres da fuga de “brancos” de Londres?
Da próxima vez esteja mais atento.
Só precisa de ler o insuspeito JN, e digo insuspeito porque é um jornal que omite deliberadamente a origem étnica dos indivíduos para ser politicamente correcto, leia só esta noticia para que fique mais atento

http://jn.sapo.pt/2007/08/27/mundo/falta_seguranca_e_imigracao_base_exo.html


Vocês que se preocupam tanto com a valorização imobiliária é estranho ainda não terem pensado nisso, será que a presença de ciganos não desvaloriza os terrenos e as habitações em redor… Como vocês só pensam em dinheiro…

“Dentro de Inglaterra, por exemplo, cidadãos de nacionalidade britânica começam a escolher regiões com menores níveis de imigração.”
Lá se vai a valorização dos terrenos…

Suevo disse...

Escrevi este ultimo post antes de ler a sua resposta, já vi que estrategicamente prefere fugir com o rabo à seringa.

E os sonhos improvaveis são os seus.

Assunto encerrado, e que o José Silva não me chateie mais.

Kaput

Suevo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pedro Menezes Simoes disse...

"Eu não me sinto ofendido por ti, quem me insulta frequentemente não és tu, é o José Silva.

Nenhum de nós ganha nada em entrar em dialogo, porque temos opiniões contrarias, vou gastar o meu “latim” para que?
Tenho mais do que fazer, e acredito que tu também tenhas, eu não te quero convencer a nada, eu não quero que tu ou o José Silva concordem comigo, pelo contrário até prefiro que nem concordem.

Tu por mim podes escrever o que te apetecer, podes emitir a opinião que quiseres, eu se tivesse que contrariar todas as opiniões contrárias à minha…
A mim não me interessa a tua/vossa opinião."

ok, suevo, de acordo. De facto não faz sentido entrar em diálogo.

Abraço.

Galish disse...

"Não faço ideia se usa a muleta da etnia ou não, até porque o comentário a que se refere não era para si."

Estava-se a referir a todos os que defendem a preservação de etnias, portanto era também para mim e respondi.


"2- Tendo em conta que a península ibérica sempre foi um "melting pot" de povos, lamento informá-lo que a etnia galaica, a haver, é uma etnia de mestiços, o que só por si é um contrasenso."

Todas as etnias são misturas de povos semelhantes mas têm um padrão. Se o senhor quer criar outros padrões ou apenas misturar sem se preocupar com nada está no seu direito, mas também não tem o direito de defender que as etnias nativas já existentes devem desaparecer. Isso sim, é o mais puro racismo que há.
O cavalo lusitano é mistura de andaluz com arabe e depois? Não terá direito a existir? Não terá direito a ser preservado?
Mas para perceber melhor recomendo-lhe que leia o texto em http://gladio.blogspot.com/2004/01/raas-e-genomas-at-que-enfim-certa.html na parte que respondem à frase “Todas as populações humanas são misturas, assim não há coisas como raça pura; portanto, não há coisas como raças.”


"3- Um mestiço que defenda a preservação das etnias é seguramente tolinho da cabeça, pois defende a sua própria inexistência. Chama-se a isso hara kiri."

Tolinho da cabeça parece que é o senhor. Qual o mal de defender a preservação de outras coisas? Os humanos não defendem a preservação de outras espécies e raças de animais? Estão a defender a sua própria inexistência por defenderem a preservação de outras espécies e raças de animais? É ridiculo. Então agora esses biologos que andam para ai a esforçar-se em preservar várias espécies e raças de animais (panda, urso branco, urso preto, raças de cavalos, etc) ao fazerem isso estão a querer defender ao mesmo tempo a sua inexistência hehe enfim a maneira como argumenta é muito engraçada e ridicula. Atira coisas à sorte completamente ridiculas sem pensar.

Se eu sou mulato e defendo a preservação da etnia Sueca, obviamente não estou a defender a minha inexistência. Há lugar para todos. O pior que me pode acontecer é caso esteja a viver na Suécia, ser recambiado para o Brasil, EUA ou Canada. Isso não é defender a minha inexistência. Não seja ridiculo.
Caso estivesse já a viver no Brasil então não me afectaria em nada.



"Fala de cientistas e biólogos que defendem a preservação das espécies e das raças. O que o Galish não sabe é que na espécie humana só existe uma raça:"

Parece que você ainda é mais inocente do que eu pensava. Então acredita numa coisa dessas? Você nesta questão é mesmo influenciado pela comunicação social e não sabe distinguir 2 e 2.
Se lhe dizem que não há raças caninas você também acredita? Mesmo que digam isso, não há diferenças visuais que você consegue ver? Não há cães com mais fisico e que correm mais que outros? Se não quiser chamar raça a essas diferenças então dê outro nome, etnia? Grupo? Mas que existem diferenças e "grupos" lá isso existe.
No ser humano é a mesma coisa, se não vê diferenças visuais, compre oculos. Se não conhece diferenças e estudos geneticos que digam o contrario do que afirmou esse seu amado cientista, então começe a ler.
Certamente ouviu as declarações daquele nobel que por ter ido contra o “sistema” e dizer que há diferentes niveis de inteligencia nas raças (raças que voce diz que não existem), foi logo expulso e proibido de falar em conferências. Para você ver a abertura da actual sociedade, nem deixa discutir uma coisa destas. Se fosse um cientista a dizer que o mundo é redondo riam-se dele, ouviam-no nas conferencias e não tinham esta atitude como se ele fosse um criminoso. A verdade quando não é do nosso agrado incomoda, portanto convém calar.


"pensavam que iriam encontrar os genes dos Amarelos, dos Nego, dos Brancos... Pois bem, nada disso, não foram encontrados. Em todos os sistemas genéticos humanos conhecidos, os repertórios de genes são os mesmos."

O que o seu cientista diz é ridiculo. Claro que não vai estar lá escrito um gene “eu sou negro”, “eu sou branco”. A genética não é assim.
Já li um estudo (infelizmente não tenho aqui o link) que dizia que as diferenças entre raças de cães era minima, por vezes uns 2 ou 3 genes, mas isso não significa que não hajam raças. Mesmo a diferença do cão para o lobo é minima e há cientistas que dizem que apesar de parecerem espécies diferentes, cientificamente não podem dizer isso. Ha mesmo polémica quanto a isso. Mas apesar disso, todos sabemos que há diferenças entre o cão e o lobo.
A % de diferença de raça humana para raça humana esta nos 0,1% o que é enorme se considerarmos que o nosso codigo genético tem milhares de genes. 0,1% em milhares são muitos genes que diferem de raça para raça e tem grandes consequências que nem podemos ver a olho nú e nem a ciencia actual permite analisar e falar delas (a genética é uma ciencia recente e infelizmente as conclusoes que saem ca para fora, sao muito influenciadas pela ideologia multiracialista actual). A diferença de um humano para o macaco é apenas 1%, é uma % minima mas no entanto tem imensas consequências pois estamos a falar de 1% num conjunto de milhares e milhares de genes e esse 1% significa muitos genes.
Fique com este estudo que diz que há grandes diferenças de raça para raça e ainda por cima estão a aumentar ou estariam caso as etnias não estivessem a entrar em extinção.
http://www.forum-gallaecia.net/viewtopic.php?t=563
A frase principal do texto “A velocidade da mudança se incrementou 100 vezes nos tempos modernos em comparação com o passado distante, principalmente na Era do Gelo, há 10.000 anos, e levou a uma diversificação crescente entre as raças”
Repito “levou a uma diversificação crescente entre as raças”



"Não. Mas seriam se defendessem que se deveria impedir a livre circulação dos animais no território ou limitar-lhes a procriação."

E não impedem? Diga a um criador de cavalos lusitanos que meta outras raças de cavalos no mesmo estábulo e não se preocupe com as misturas. E lembre-se que o lusitano é mistura de andaluz com árabe. Mesmo que metesse lá arabes e andaluzes eles não o queriam pois o lusitano foi tendo uma evolução ao longo dos tempos e certamente não aceitariam.
E se investigar há muitos exemplos de defensores da natureza que por vezes se viram obrigados a fazer reservas naturais e isolar determinadas espécies e raças de animais para que não se misturassem ou se extinguissem.
Olhe para lhe dar um exemplo que vi num documentario, uma raça de caracois que so mudavam umas riscas e o formato da sua carapaça em relação aos outros. Os cientistas esforçaram-se ao máximo para preservar essa raça de caracois e evitar misturas com caracois europeus que chegaram à ilha com a recente mobilidade.



"Ou que se deveriam tratar os Homens como os animais (ou pior). Que é exactamente o que Galish defende."

Eu defendo é que dêam condições a quem quer preservar a sua etnia. No Brasil, país mistura (ai não teria nada a defender, se defendesse alguma coisa seria a preservação da etnia India) os Indios não correm risco de extinção pois têm terras só para eles e nã se misturam. Recentemente o governo ainda lhes deu mais terras. São exlusivas para eles e as suas tribos não aceitam misturas com europeus e outras raças pois querem continuar a ser Indios geneticamente (ou visualmente, já que voce pensa que não há diferenças geneticas de raça para raça).
Dêam-nos aldeias, terras para quem quiser preservar a sua etnia, como fazem com os Indios. Eu iria para uma dessas reservas, qualquer Galaico actualmente poderia ir. Daqui a umas gerações obviamente não poderiamos aceitar ninguém, nem mesmo pessoas visualmente parecidas connosco pois teriam já muita mistura de outras raças que os Galaicos não têm. Por vezes o aspecto engana. Há Brasileiros que se podem parecer com Galaicos, mas geneticamente não têm nada a ver connosco.
E já agora, antecipo-me e digo-lhe que obviamente essas reservas para povos europeus não significa que tenhamos de viver com o modo de vida dos Indios. Seriam reservas para europeus, portanto teriam casas, electricidade e tudo isso, a unica diferença é que seria uma comunidade fechada que nao permitiria misturas com pessoas de fora. Quem quisesse sair e misturar-se era livre de o fazer.



"Claro que tem. Começa logo por negar a ciência, que afirma que as diferenças individuais são superiores às supostamente étnicas (que não existem, como já lhe mostrei em cima), para logo a seguir negar o direito à individualidade. O Galish pode achar que isto não é intolerância à diferença. Pois pode ter a opinião que quiser, mas não os factos que quiser."

Vivemos numa época em que a Ciência é manipulada. Já no tempo do Cristianismo a Ciencia dizia que o mundo era plano, mas hoje todos sabemos que não é. Na altura quem afirmasse o contrario era morto. Hoje é despedido e silenciado (caso do cientista prémio nobel que afirmou que havia diferenças de inteligencia de raça para raça) e os estudos que não gostam não são publicados, não aparecem nos media.
Para esse seu argumento de que as diferenças são maiores de pessoa para pessoa do que de raça para raça, recomendo-lhe novamente ler o tal texto acima indicado http://gladio.blogspot.com/2004/01/raas-e-genomas-at-que-enfim-certa.html , na parte em que respondem a “Há mais variação genética dentro de grupos humanos do que entre grupos humanos; consequentemente, diferenças entre grupos são inválidas.”
Seleciono o mais importante, Veja se a sua limitada inteligencia consegue compreender.
“De facto, há mais variação genética dentro de grupos do que entre grupos, mas se essa variação não influenciar a expressão de importantes genes, isso não terá grandes consequências. Há uma considerável variação genética entre irmãos e entre pais e filhos, mas isso não altera o facto que eles são mais intimamente relacionados uns ao outro do que a estranhos.”
“Ele aponta que podemos pegar o total da diversidade genética contida na população de Belfast e uma tropa de macacos e dar a isso um indicador de 100%. Surpreendente como isso possa parecer, a maior parte dessa diversidade será encontrada tanto na população de Belfast quanto na tropa de macacos. Há uma grande diversidade genética igualmente entre dois indivíduos que são muito similares entre si. Isso não significa, claro, que os Irlandeses são mais parecidos com macacos do que com seus vizinhos, ainda que essa é precisamente a maneira que os advogados do “raças-não-existem” usam o argumento quando aplicam ele aos humanos.”
Repito o principal para ver se compreende
“Isso não significa, claro, que os Irlandeses são mais parecidos com macacos do que com seus vizinhos, ainda que essa é precisamente a maneira que os advogados do “raças-não-existem” usam o argumento quando aplicam ele aos humanos.””

Portanto o facto é que la por "ha mais variação genética dentro de grupos humanos do que entre grupos humanos; consequentemente, diferenças entre grupos são inválidas." isso não significa que não ha raças, isso não significa que os Irlandeses são mais parecidos com macacos ou Indios ou Africanos. Portanto agora digo-lhe eu, pode ter a opinião que quiser, mas não os factos que quiser.



"Quanto à analogia entre etnia e região, foi muito divertida, mas profundamente errada."

Não, a analogia adequa-se perfeitamente. Justificou que não dizendo que não há raças, mas há.

"Para além disso, uma região não tem traços de carácter, ao contrario do que afirma na sua analogia, pelo que esta foi manifestamente mal executada."

Todos os grupos têm algo que os define. Se o senhor diz que uma etnia, um conjunto de pessoas da mesma etnia tem caracter, o mesmo se adequa a um conjunto de pessoas de uma regiao e às caracteristicas dessa região. Portanto não me venha dizer que região não tem traços de caracter e etnia tem. Nunca ouviu traços de caracter acerca da regiao norte e das pessoas que vivem nela? Não dizem que “o norte ou os nortenhos são trabalhadores” ou que “estão-se sempre a queixar e choramingar do centralismo” ou que “o norte é lindo, verde, chuvoso, etc”? A região norte e a sua população tem algo que a define, como também tem as etnias, portanto a analogia que usou contra mim, também lhe assenta que nem uma luva.

Criticou-me por defender o grupo Galaico, portanto eu também lhe critico por defender a região ou o grupo de pessoas que vivem na região norte. O argumento que usou para me criticar é ridiculo e vira-se também contra si. Portanto "eu sou uma bela merda, mas a minha região norte apesar de ser pobre, é fantástica e tem capacidades para ser muito melhor" adequa-se perfeitamente a si.




"O Galish fica perturbado porque há Brasileiros em Portugal, querendo "devolvê-los" ao Brasil, e vem-me dizer que não tem problemas de intolerância ou auto-confiança."

Como sempre não consegue perceber nada ou finge que não percebe. Volto a explicar, eu quero devolver os imigrantes por ser necessário para preservar a minha etnia. Não é por ter medo deles ou por não gostar deles. Como já lhe disse, se vivesse no Brasil não exigiria nada, pois aquele território não põe em causa a extinção de nenhuma etnia e a etnia nativa de lá (Indios), encontra-se preservada em reservas naturais.


"Se tivesse a mesma cor de pele e não tivesse sotaque (e, no limite, tivesse crescido em Portugal), o Galish não notaria diferença "étnica" nunca. Mais uma vez, opiniões e factos..."

Já lhe disse atrás, isso por vezes acontece, visualmente podemos confundir um brasileiro ou um algarvio com um Galaico, mas geneticamente são diferentes. Os Algarvios tem muita mistura moura e os brasileiros brancos têm muita mistura de tudo. E não é so questões de mistura, há muito mais diferenças. Por exemplo, os habitantes de Bragança têm indice cefálico maior que os outros (mesmo em relação aos outros do Norte), pode haver um Brasileiro parecido com ele, mas geneticamente são diferentes, geneticamente o de Bragança tem la um codigo genético que não é visivel e que lhe permite ter um maior indice cefálico. Mas isto é demasiado complicado para si e se eu explicasse mais não iria entender. Nem o básico entende e pensa que não há raças, quanto mais explicar isso. Até porque é algo dificil de explicar, eu entendo mas tenho dificuldade em explicar. Se estivesse aqui um bom geneticista, certamente explicaria melhor.
Já agora, dou outro exemplo. Os Etiopes podem ser parecidos com outras raças africanas ou com negros americanos (que já tem muita mistura branca ao contrario dos que ainda vivem na Africa), no entanto estes segundo li num estudo cientifico, têm caracteristicas fisicas que lhes permitem ser bastante superiores aos outros negros em determinadas categorias de atletismo. Portanto respondendo ao que disse, podemos não detectar visualmente, mas que há diferenças há, e se não as preservarmos a etnia e consequentemente a natureza ficam a perder.



"Portanto, o seu conceito de preservar etnias é guardá-las em caixinhas. Ou prefere a solução total dos chineses, que é cometer genocídios sucessivos e guardar depois o material genético em caixinhas?"

Abucado dizia que não havia etnias, agora já diz que os Chineses cometaram genocidios. Deveria dizer que não cometeram genocidio, pois não há etnias, são todos iguais.
Não sei se o governo Chinês cometeu ou não genocidios, mas sei que esta totalmente correcto em fazer bancos de genes de etnias para o caso de elas desaparecerem. Deveria era fazer algo mais alem disso e evitar que elas desaparecessem actualmente. Mas pelo menos fizeram algo, já se dependesse de si não fariam nada.
E Pedro, o que aconteceria na Europa se um governo quisesse guardar uma etnia num banco de genes? Seria um escandâlo e certamente o Pedro seria um dos primeiros a criticar e ficar totalmente irritado com a situação.


Quanto a não haver raças:
Sabe por acaso que os negros têm remédios diferentes para o coração? Parece que têm um coração mais problemático e mais sujeito a doenças. Infelizmente agora não consigo encontrar nada no google acerca disso mas é algo já muito famoso e hilariante para vos ridicularizar.

Sabe por acaso que também há estudos que comprovam e explicam a superioridade dos negros em corridas de atletismo? Dizem que se deve a terem mais testosterona, um coração mais propicio para esses desportos e outras coisas fisicas.

Sabe certamente dos já polémicos estudos que atribuem diferentes niveis de inteligencia aos varios grupos raciais, nos quais os asiaticos são os mais inteligentes, a seguir os europeus e em ultimo os negros? http://en.wikipedia.org/wiki/User:CitationTool/Race_and_intelligence Claro que como vivemos nesta era, a maioria tenta desmentir e dizer que isso é falso. É como no tempo em que diziam que a terra é redonda. Só um ou 2 diziam, mas o resto era contra e havia muito mais cientistas a argumentar que era falso e errado. Portanto vai ao mesmo tempo também encontrar muitos autores do seu agrado que irão desmentir as diferenças de inteligencia.
Dê uma vista de olhos também por este pdf http://www.charlesdarwinresearch.org/portuguese.pdf e leia a parte do teste cientifico de inteligencia feito com pessoas adoptadas em familias brancas e negras. É interessante.

Enfim e há muitas outras coisas, eu é que não sou nenhum expert no assunto e não me lembro de mais.

Já agora veja este pequeno texto que diz que a comunidade cientifica também ainda não esta de acordo quanto à definiçao de espécie e isso não quer dizer que especie não exista. O mesmo para raça. Temos olhinhos na cara e apesar dos cientistas não se entenderem sabemos que há especies e raças.
http://gladio.blogspot.com/2006/09/afinal-cincia-no-contesta-apenas-raa.html

Galish disse...

Antonio alves disse:
“P.S - duas das cidades que mais gosto no mundo, e que, felizmente, visito mais do que uma vez por ano, são Nova Iorque e Londres, acima de tudo pela sua enorme diversidade. São sítios onde no espaço de 5 minutos me cruzo com um escocês de kilt, um preto rasta e um chinês afadigado. são vivas, criativas e economicamente pujantes.”

Pois, a mistura também é muito bonita, pena é que usada no local errado leve ao desaparecimento das etnias nativas.
Diz que gosta muito de Nova Iorque e Londres por ter Chineses, pretos, Escoceses, etc.
O problema é que se esquece, que se todo o Mundo ficar como Nova Iorque, em algumas gerações essa diversidade que tanto gosta desaparecerá e tudo ficará igual, uma mestiçagem uniformizada, tipo algumas regiões do Brasil onde a mistura já uniformizou e já não vemos Brancos Europeus descendentes dos que chegaram lá há 400 anos. Não os vemos porque desapareceram na mestiçagem que levou a uma uniformização e com o tempo ainda será mais uniforme que hoje.
O que vocês defendem levará a que daqui a umas gerações viajar pelo mundo ou ver o campeonato mundial de futebol, será como ver uma região misturada do Brasil ou ver o campeonato Brasileiro de Futebol. Obviamente que o Campeonato Brasileiro de futebol não tem tanta diversidade como um Campeonato Mundial pois no Brasileiro a mistura está uniformizada, há um padrão, no Mundial vemos mistura uniformizada (selecção do Brasil, EUA..) e vemos as componentes nativas, as tais que o Antonio Alves e qualquer um gosta, os Escoceses, os Negros, os Chineses, etc. Portanto há muito maior diversidade.
Obviamente que uma região do Brasil, que há uns 400 anos atrás tinha imensa diversidade e poderia-se comparar à actual Nova Iorque por ter várias raças e ao mesmo tempo misturas, actualmente tem uma mistura uniformizada. Obviamente que actualmente essas regiões do Brasil não têm tanta diversidade como Nova Iorque ou Londres onde ainda encontramos muita mistura e muito de outras etnias nativas que não se encontra nessas regiões Brasileiras. Em Nova Iorque podemos encontrar muita mistura e ao mesmo tempo muitos Chineses, Escoceses, Ingleses, Africanos, Mulatos, Pardos, e muitas outras raças. Nas regiões do Brasil que tinham há 400 anos imensa diversidade hoje só há uma mistura uniformizada e não há essas componentes nativas que há em Nova Iorque por Nova Iorque ir buscar fontes humanas aos vários países que ainda possuem etnias nativas.

Mas quando a fonte se esgotar, Nova Iorque e Londres serão iguais às regiões Brasileiras que há 400 ou 300 anos tinham imensa diversidade mas hoje têm uma mistura uniformizada e não têm as tais muitas componentes nativas de Nova Iorque pois quase não recebem imigração por serem pobres. Mas como disse Nova Iorque ficará igual quando as fontes nativas se esgotarem nos seus locais de origem, mesmo que a cidade continue a receber muita imigração.
Quando as fontes se esgotarem a sua amada Nova Iorque não tera Chineses, Negros, Escoceses, Suecos, etc, será exactamente igual a uma região Brasileira com mistura uniformizada.

Portanto o sistema que defende leva à extinção da diversidade que tanto gosta.
Como isto esta as varias etnias nativas europeias desaparecerão.



Já agora uma noticia da discussao da extinçao dos europeus num congresso de antropologia:
http://www.mni.pt/destaques/?cod=4558&MNI=b3b7006fbf63b57d6bb032fd9f9a000c

Na noticia dizem que é devido a "O Homem europeu, devido ao seu cada vez menor número de filhos e ao facto das dietas se basearem nas proteínas animais, está a caminhar para a extinção.", mas obviamente que é devido à mistura e imigração em massa que vem para a Europa. Qualquer pessoa com 2 dedos de testa verifica isso.
Por acaso mais à frente na noticia dizem isto "Na região do Mediterrâneo, por exemplo, a relação da taxa de natalidade é de um bebé europeu para seis africanos."

Já agora encontrei agora outro texto brilhante que ilustra o que vocês pensam de quem quer preservar raças
http://www.jornaldedebates.ig.com.br/index.aspx?cnt_id=15&art_id=11309
O titulo é
"SUPERIORIDADE OU INFERIORIDADE EUROPÉIA?

Apesar do racismo antropológico ou genético os europeus estão destinados à extinção."

Inferioridade. É o que tenho defendido. Mas vocês interpretam qualquer um que defenda uma etnia, como alguém que pensa que é superior, quer preservar porque é superior e não gosta dos outros.

Este paragrafo está excelente
"Quando a população européia diminuir e a chinesa explodir, diminuindo a importância econômica da Europa e da China a própria Europa poderá acabar recolonizada por africanos e latino-americanos. Na verdade este processo já começou e tem acarretado um aumento da xenofobia na Europa. Portanto, mesmo que exista uma superioridade intelectual dos europeus ao longo do tempo é a habilidade de se multiplicar que determinará o sucesso ou insucesso de negros e brancos."

Portanto quando me dizem que nós europeus somos superiores ou que eu defendo isso, eu na verdade não defendo, antes pelo contrário.
Nós europeus no geral somos muito burros, basta ver que defendemos a nossa propria extinção (e defendemos isso com orgulho e superioridade moral) e nos deixamos enganar pela propaganda multiracialista com os seus argumentos estupidos e ridiculos.

Portanto para quem pensa que eu defendo a superioridade dos Europeus, na verdade é o contrário, defendo que os europeus são burros. Não mudei agora de opiniao por causa deste texto que encontrei e o Suevo sabe bem disso pois já comentei isso muitas vezes com ele..

As etnias europeias são burras mas devem ser preservadas.
As raças de cavalos também não são tão inteligentes como os humanos mas merecem ser preservadas.

António Alves disse...

de hoje em diante, e para satisfazer as mentes que aqui comentam, estão proibibos os casamentos entre as pessoas de olhos azuis com as de olhos pretos; estão também proibidos os casamentos entre os ruivos e os morenos. o pior que poderá acontecer será que todos passemos a ter cabelos e olhos castanhos, coisa que os cientistas - que estas pessoas tanto gostam de citar - consideram tão relevantes biológicamente como ter a pele negra,branca ou cor de burro quando foge. voltaremos a discutir quando vossas senhorias sairem do 'cienticismo' oitocentista e aterrarem definitivamente no séc. xxi. a natureza é dinâmica. sempre foi, desde o clique inicial.

e não se preocupem: a diversidade sobreviverá, como sempre. a natureza é especialista em inventar diferenças.

Pedro Menezes Simoes disse...

1- Se as etnias são misturas, então não há etnias nativas.
2- Racismo é tão somente a defesa da existência de raças na espécie humana. Ora, em termos científicos / genéticos, não existem raças na nossa espécie. O que existe são convenções sociais baseadas na cor da pele. Quanto ao texto de opinião que apresenta (sublinho, de opinião) volto a dizer-lhe: pode ter a opinião que quer, mas não os factos que quer. A realidade científica é esta: aquilo que o distingue um nortenho de outro, é superior ao que distingue o conjunto dos nortenhos do conjunto dos habitantes da papuásia-nova guiné. Ora, isto é o suficiente para cientificamente (sublinho, ciência) demonstrar que não existem raças.
Só para dar um exemplo, tenho a certeza absoluta de ser mais diferente de si do que da média dos brasileiros. Sou mais diferente de uma mulher do que de um africano.
3- Eu não tenho problema com cavalos lusitanos. Por si é que não existiam. Já agora, porque é que um cavalo lusitano em liberdade deverá ser impedido de cruzar com uma égua andaluza?
4- Quanto à questão do mestiço, fico contente que o tenha divertido. Já a mim diverte-me a ideia de alguém a defender a sua própria inexistência. Também nunca vi um racista a defender a criminalizição do racismo, sabe? Faz parte da natureza humana: as pessoas não defendem ideologias que vão contra a sua própria existência ou que atentam contra a sua vida. Se for mulato na Suécia e defender isso, mete-se simplesmente no avião e volta para o Brasil. A não ser que seja um mulato cidadão sueco. E nesse caso, não tem nenhum país para onde ir. E defender que deve ser segregado no seu próprio país não é muito inteligente.
5- Existem genes para determinar a cor da pele. É um entre milhares de genes. Por algum motivo, o Galish acha que é o mais importante deles. Curiosamente, é o mais irrelevante para nos diferenciar.
6- "E não impedem? Diga a um criador de cavalos lusitanos que meta outras raças de cavalos no mesmo estábulo e não se preocupe com as misturas." Não está à espera que eu concorde que a vida sexual dos seres humanos seja vista da mesma forma que a dos cavalos, pois não? Quanto muito, podia defender que se colocassem os racistas todos numa jaula, lhes pusessem um açaime e os capassem, bem como guardassem o seu material genético numa caixinha, como os chineses fazem, para memória futura. Ainda assim, acho que era uma violência. Mas diga-me, o Galish tem mesmo tanto desejo de ser tratado como um cavalo?
7- "Eu defendo é que dêam condições a quem quer preservar a sua etnia." Oh, homem, e onde é que faltam condições? Não consegue encontrar mulher da sua etnia disposta a procriar consigo, é? Não há aí uma data de aldeias onde não ha estrangeiros? Não encontrou amigos racistas em número suficiente para fundar uma aldeia? E porque raio é que precisa do Estado para isso?
8- "Vivemos numa época em que a Ciência é manipulada." Se discorda dos resultados, patrocine a sua ciência. Mas não se esqueça de usar o método científico. "Já no tempo do Cristianismo a Ciencia dizia que o mundo era plano." Não era a ciência, era a igreja. A ciência dizia que o mundo era redondo desde ptolomeu. Muito antes da igreja.
9- "Portanto o facto é que la por "ha mais variação genética dentro de grupos humanos do que entre grupos humanos; consequentemente, diferenças entre grupos são inválidas." Meu caro, o estudo que apresenta diz que lá por haver tanta diferença entre os ingleses (diferença intra-grupo) com entre os macacos (diferença intra-grupo), isso não significa que os ingleses e os macacos sejam iguais (diferente entre grupos). Até aqui tudo bem, pois para avaliar a diferença entre ingleses e macacos é necessário um estudo que os compare directamente. Que é, mutatis mutandis, o que faz o estudo que lhe citei: compara indivíduos de "raças diferentes", podendo por isso chegar à conclusão de que elas não existem. Em resumo, é verdade que um estudo não pode tirar conclusões sobre algo que não analisou (o caso do estudo que apresenta), mas um qualquer estudo pode retirar conclusões sobre os temas que analisa (o caso do estudo que apresento). Lamentável é que o seu estudo se ache qualificado para emitir opiniões sobre algo que não estudou. Mais uma vez, opiniões vs. factos. Provavelmente acharam que era melhor emitir uma opinião do que serem desmentidos pela sua própria investigação, por isso não a fizeram.
10 - Há nortenhos preguiçosos e que não se queixam do centralismo. E não sei em que é que ser chuvoso é um traço de carácter.
11- Nunca usei as caracteristicas da minha região para afirmar superioridade do meu carácter.
12- O que faria o Galish aos pretos cidadãos portugueses e filhos de cidadãos portugueses. Não há local algum para onde os expatriar...
13- Tendo em conta a explicação que dá dos bragantinos (que é verdadeira), suponho que ter um queixo saliente configura uma etnia diferente...
14- Sabia que 80% da população nao precisa de remédios para o coração? Isso configura uma raça diferente? Sabia que há dezenas de remédios diferentes para o coração para pessoas da mesma raça (e por vezes da mesma família...)
15- Lá por eu ser mais inteligente que 98% da população, sou de uma raça diferente?
16- Continue então a defender que o mundo é plano
17- Continuo convencido que sou mais diferente de si do que de um tibetano. E não preciso de estudos científicos. É demasiado evidente

Galish disse...

“3- Eu não tenho problema com cavalos lusitanos. Por si é que não existiam. Já agora, porque é que um cavalo lusitano em liberdade deverá ser impedido de cruzar com uma égua andaluza?”

Mais uma vez percebe tudo mal e diz uma coisa que eu não disse. Enfim torna-se xato argumentar consigo, se por um lado é engraçado para ver as coisas ridiculas que vai inventar como o “não há raças” e as suas desculpas para isso, por outro está sempre a dizer coisas que eu não disse e a perceber tudo errado.
Volto a repetir, eu defendo a preservação das raças (e aqui está incluida raças mistura como o exemplo do lusitano (arabe+andaluz) e ao mesmo tempo quero que exista mistura (desde que no devido local claro), certamente não vou exterminar ou acabar com países como Brasil, Estados Unidos ou Canada, por terem um povo misturado. Portanto não quero acabar com ninguém, com nenhuma etnia nem acabar com a mistura.
Portanto com o cavalo, certamente não quero acabar com a raça de cavalos lusitana, que é uma raça apesar de ser mistura de andaluz com arabe. Para o Pedro é que não é uma raça, pois já disse que quando tem mistura disto ou daquilo, apesar de ter um padrao não é raça.
Portanto por si, seguindo os seus critérios é que não havia mesmo cavalo Lusitano, nem o consideraria raça e certamente estaria condenado à extinção pois se dependesse de si (imaginemos que estava no governo) não moveria uma palha para o preservar. Repito, isto é seguindo os seus critérios, “1- Se as etnias são misturas, então não há etnias nativas”, e o seu pensamento “mesmo que haja etnias não devemos preservar nada”.
Se você quissesse cruzar um lusitano com um andaluz eu deixava-o desde que, repito desde que não fosse na reserva natural de lusitanos. Não podemos acabar com a fonte. Se quiser pode misturar fora da fonte, agora na fonte, ou seja na reserva natural, não pode haver misturas para que a raça lusitana continue igual, a evoluir por ela própria e não se extinga.

Engraçado, mais uma vez condena-me por uma coisa que eu não defendo (o não dever existir cavalos lusitanos), mas que o Pedro defende se seguir os critérios que tem utilizado. Enfim a sua argumentação é ridicula, já tenho dito. Se fosse advogado estaria lixado.



“4- Quanto à questão do mestiço, fico contente que o tenha divertido. Já a mim diverte-me a ideia de alguém a defender a sua própria inexistência”

Se há alguem aqui que defende a sua propria inexistencia é o senhor, o Antonio Alves e a maioria da sociedade, que defende que as etnias europeias devem-se extinguir, mas ao mesmo tempo tratam de preservar todas as espécies e raças de animais.
Portanto quem defende a sua própria inexistencia é o senhor, que acha que as etnias europeias devem desaparecer. Um mulato que defenda que a etnia Sueca deve ser preservada, não esta a defender a sua inexistencia. Ele não está a dizer que os mulatos devem ser extintos. Se for preciso ele até defende a preservação da etnia Sueca e ao mesmo tempo defende um país só para mulatos, para que não sejam extintos e possam ter o luxo de ter uma nação só para eles. Ou então limita-se a defender a preservação de etnias europeias e africanas, havendo ambas, haverá sempre possibilidade de fazer mulatos. Portanto o mulato ao defender a etnia Sueca está até a cuidar para que possa continuar a haver parte do que o compõe, ou seja uma parte europeia e uma parte africana. Se não compreende algo basico como isto, então não lhe posso fazer nada. Continue a refugiar-se em inventar desculpas e argumentos ridiculos.
E aqui está mais um argumento usado contra mim, que na verdade é o Pedro que defende. O Pedro defende a sua inexistencia, já eu defendo a preservação da minha e o suposto mulato também defendia parte da identidade que o compõe.

Repito a frase que esta errada quanto a mim, mas certissima quanto a si
"é seguramente tolinho da cabeça, pois defende a sua própria inexistência. Chama-se a isso hara kiri."


“A não ser que seja um mulato cidadão sueco. E nesse caso, não tem nenhum país para onde ir.”

Claro que tem, pode ir para o Brasil, EUA ou Canada, países mistura. Aí é o seu lugar correcto.



“5- Existem genes para determinar a cor da pele. É um entre milhares de genes. Por algum motivo, o Galish acha que é o mais importante deles. Curiosamente, é o mais irrelevante para nos diferenciar”

Mais uma vez, volta a dizer coisas que eu não disse. Até lhe disse que há muitas mais coisas para além do aspecto visual e da cor de pele e que por exemplo um Brasileiro visualmente parecido com um Bragantino, apesar da semelhança visual na verdade são diferentes geneticamente e por exemplo o Bragantino tem um indice cefálico maior e muitas outras diferenças que a genética (ciencia muito recente) ainda nem sabe. Analisando geneticamente até se saberia quem era o Brasileiro e o Bragantino por terem composições geneticas diferentes.

Se eu so me importasse com a cor de pele como o Pedro diz, entao este branco (que é um preto albino) seria considerado de etnia europeia.
http://usuarios.lycos.es/sokodjou/hpbimg/albinos.jpg
http://www.20minutos.es/data/img/2008/04/11/794966.jpg
veja as fotos, até são loiros e tudo. Como vê nao basta a cor de pele e de cabelo.


“Não está à espera que eu concorde que a vida sexual dos seres humanos seja vista da mesma forma que a dos cavalos, pois não?”

Por isso eu defendi a criação de reservas naturais. Os que querem preservar, vão para a reserva, quem não quer não vai. Assim respeitam-se todos, incluindo os que defendem a preservação da sua etnia e nao apenas os que querem mistura a torto e direito sem se importarem com a extinçao.



“Mas diga-me, o Galish tem mesmo tanto desejo de ser tratado como um cavalo?”

Não se trata de ser tratado como um cavalo, trata-se de um sistema que permite a preservação de uma etnia.
Os Indios do Brasil e EUA apesar de viverem em paises mistura, ainda não desapareceram pois vivem em comunidades fechadas, em reservas naturais. Caso contrário se tivessem a atitude dos europeus já teriam desaparecido. E os Indios por viverem num sistema de comunidade fechada que garanta a sua preservação não são tratados como cavalos como certamente compreenderá. E como lhe disse e volto a dizer, a reserva natural de povos europeus certamente não teria o estilo de vida primitivo dos Indios. Numa reserva natural europeia viveria-se com o modo de vida europeu, casas normais e não cabanas de Indios, agua canalizada, hospitais, escolas, etc.



“7- "Eu defendo é que dêam condições a quem quer preservar a sua etnia." Oh, homem, e onde é que faltam condições? Não consegue encontrar mulher da sua etnia disposta a procriar consigo, é? Não há aí uma data de aldeias onde não ha estrangeiros? Não encontrou amigos racistas em número suficiente para fundar uma aldeia? E porque raio é que precisa do Estado para isso?”

É preciso explicar tudo, você não percebe nada, nem uma coisa básica como o processo de extinçao de uma etnia.
Pensa que do modo como está a sociedade europeia daqui a 500 ou 1000 anos haverá Etnias Europeias (Suecos, Galaicos, Italianos, etc)? Não consegue perceber que como as coisas estão levará a um lento e gradual desaparecimento das etnias europeias.
Até dei o exemplo de regioes brasileiras que antes tinham muita diversidade e hoje têm uma mistura uniformizada e dos europeus que migraram para la há 400 anos, hoje não há um único descendente deles que seja de etnia europeia e certamente que muitos deles até queriam preservar a sua etnia e muitos até proibiam os seus filhos de se casar com outras raças (portanto nao basta o desejo de meia duzia, é preciso criar estruturas). Se só houvesse europeus naquelas regiões do Brasil então já estavam extintos.
Porra você é incrivel, nem o processo de extinção de uma etnia é capaz de compreender.

Para se evitar a extinção certamente é preciso criar estruturas, criar uma reserva natural e convém o apoio do governo e criar leis que permitam o respeito por essa reserva natural. Caso não houvesse isso no Brasil e EUA, certamente as reservas de Indios já teriam sido ocupadas e desrespeitadas pelos multiracialistas.



“11- Nunca usei as caracteristicas da minha região para afirmar superioridade do meu carácter.”

Nem eu e o Suevo usamos caracteristicas da nossa etnia para afirmar a nossa superioridade. No entanto isso não o impediu de dizer que as usamos e que pensavamos de acordo com a frase que inventou “eu sou uma merda mas a minha etnia é fantastica” ou algo parecido.
Depois, como eu disse no comentario de resposta ao Antonio Alves, considero que a minha etnia é inferior, uma etnia que defende a sua propria extinção, que é etnocida e tem orgulho disso só pode ser uma etnia inferior e que está condenada ao fracasso, à extinção. No entanto defendo na mesma a sua preservação etnica. Se tivesse de defender com base na superioridade, estaria a defender a etnia Japonesa.



“12- O que faria o Galish aos pretos cidadãos portugueses e filhos de cidadãos portugueses. Não há local algum para onde os expatriar...”

Eu apresentei o caso das reservas para Galaicos, pois eu sei que como esta a mentalidade do povinho europeu, a hipotese de mandar embora os pretos e outros estrangeiros é nula. E à medida que o tempo passa é cada vez mais impossivel. Vejamos o exemplo da França. Vejamos o exemplo da Catalunha, onde a etnia Catalã já é minoria. Daí que a minha solução (é a unica actualmente possivel) seja as reservas naturais, dar-nos umas terras, umas regiões, para que as nossas etnias continuem a existir. Os Nativos que querem preservar podem ir para a reserva, quem não quer não vai.
No entanto se fosse possivel mandar embora os pretos, asiaticos, etc, mandavasse para os seus paises de origem e caso fossem mistura (mulatos, mistura de japones com chines) iam para países mistura (Brasil, EUA, Canada). Esses países mistura é que não têm razões para não aceitar essa gente. Os Países com etnias proprias como os Países Europeus, Asiáticos, etc, é que têm razões para não aceitar imigrantes. Os paises mistura tem o dever de aceitar todos.



“13- Tendo em conta a explicação que dá dos bragantinos (que é verdadeira), suponho que ter um queixo saliente configura uma etnia diferente...”

Estou admirado por reconhecer que isso dos Bragantinos é verdade!!
Os Bragantinos são um grupo etnico dentro do grupo etnico Galaico. O grupo etnico Galaico também tem variantes, tem diversidade e diferenças entre si, mas no fundo são todos Galaicos. Dou-lhe outro exemplo, a etnia Sueca tem ruivos, loiros e cabelos castanhos, e até tem um grupo que tem crânios muito altos, mas no entanto são todos de etnia Sueca.



“14- Sabia que 80% da população nao precisa de remédios para o coração? Isso configura uma raça diferente? Sabia que há dezenas de remédios diferentes para o coração para pessoas da mesma raça (e por vezes da mesma família...)”

Estou a ver que continua a fazer-se de parvo ou é mesmo parvo e não consegue compreender o que é uma raça.
Então dou-lhe um exemplo onde não há excepções. Sabia que nos EUA quando precisam de analisar a identidade de uma vitima onde só resta o esqueleto, conseguem detectar se ela é europeia, africana ou asiatica? O formato dos crânios das diferentes raças são diferentes. É assim que eles conseguem dizer se a vitima descoberta e que agora só tem esqueleto, tinha uma identidade europeia, africana ou asiatica. Vá já pode inventar outra desculpa para mostrar que não há raças.



“17- Continuo convencido que sou mais diferente de si do que de um tibetano. E não preciso de estudos científicos. É demasiado evidente”

Lol Pois. E também é mais diferente do seu irmão do que de um Tibetano. Também não são precisos estudos, é evidente.
Falando de gémeos, um dos gémeos também é sempre mais parecido consigo do que com o outro gémeo. Não são precisos estudos cientificos, é muito evidente. Por vezes é que a visão engana, mas é muito evidente.


“15- Lá por eu ser mais inteligente que 98% da população, sou de uma raça diferente?”

Se é mais inteligente que os seus 3 irmãos (e que estao comprovados que são do mesmo pai e mãe), é filho de pais diferentes? Não são seus irmãos?
Se tiver 5 irmãos (comprovado que são do mesmo pai e mae) e uns forem mais inteligentes que outros, uns mais gordos que outros, um ser deficiente mental, uns terem os dentes tortos, outros precisarem de oculos, então não são irmãos?

Podemos comprovar geneticamente que este é irmão daquele e podemos comprovar que este é de raça europeia ou africana.
Como disse as diferenças entre as raças humanas variam 0,1% (o que é muito pois o nosso codigo genético tem milhoes de genes e por ex, em relaçao ao macaco só variamos 1%). Podemos comprovar que somos de determinada raça ou se somos irmãos deste ou daquele analisando os nossos genes, mas como uns são gordos e outros magros e uns tem olhos azuis e outros castanhos, então parece que já não há raças, nem irmãos segundo o Pedro.
Não há raças, não há irmãos, não há especies, não há nada.

Galish disse...

“de hoje em diante, e para satisfazer as mentes que aqui comentam, estão proibibos os casamentos entre as pessoas de olhos azuis com as de olhos pretos; estão também proibidos os casamentos entre os ruivos e os morenos.”

Não é preciso exagerar. Já me faz lembrar os anti-regionalistas nortenhos, que dizem parvalhadas como que queremos para presidente o Pinto da Costa e que se o Norte for região autonoma vai ser pior que Lisboa e mais centralista que esta.
Meu caro, obviamente não se iria proibir casamentos como diz. Se lesse o que eu disse com atenção veria que não. Ou se calhar leu e percebeu, mas gostou de gozar com a situação.
Como eu lhe disse atrás, ninguém seria obrigado a nada, só iria para a reserva quem quisesse. Se uma pessoa que nasceu na reserva quiser misturar-se, também tem sempre as portas abertas para sair da reserva.
Quanto à sua preocupação de acabarem os ruivos e olhos azuis, para isso não seria preciso obrigar ninguém a casar, esteja descansado. Ah e também não é preciso matar ninguém, criar campos de concentração ou exterminar outras raças como vocês tanto gostam de referir.
Se na tal reserva natural para etnia Galaica, os olhos azuis e os ruivos estivessem a desaparecer, seria muito fácil, os encarregados pela reserva tratariam de arranjar uma solução pacifica que não obrigaria ninguém a fazer algo contra a sua vontade.
A solução poderia ser
1- falar com as tais pessoas ruivas e de olhos azuis, alertar-lhes o problema e ver se elas estariam dispostas a criar descendentes com outras pessoas ruivas e de olhos azuis. Como as pessoas da comunidade/ reserva natural teriam o espirito de preservação e não estariam poluidas pela propaganda multiracialista genocida que defende a extinção dos europeus, talvez isto bastasse.
2- Caso a 1 solução não desse ou tivesse pouca aderência por essas tais pessoas ruivas e de olhos azuis não quererem ter descendentes de outros ruivos e de olhos azuis sem mais nem menos ou por já terem namorado ou marido, então os responsáveis pela reserva tratariam de oferecer uma quantia monetária para pagar a mulheres "barrigas de aluguer" para terem os filhos desses ruivos e olhos azuis em extinção. Como se sabe, quando há dinheiro em jogo, há sempre alguém que aceita. Assim as tais mulheres que se voluntariassem para barriga de aluguer, receberiam o embriao de um casal ruivo ou de olhos azuis. Como na reserva haveria o espirito de preservação e não o espirito de destruição e extinção, talvez nem fosse preciso pagar, várias mulheres ofereceriam-se voluntariamente para que a tal reserva continuasse a ter olhos azuis e ruivos e estes não desaparecessem e continuasse a ser uma reserva Galaica com diversidade.
Se nos desse mais terrenos provavelmente até se faria uma reserva só para Galaicos Ruivos e outra so para quem tem olhos azuis de modo a aumentar o seu numero.

Está a ver Antonio Alves, se pensarmos um pouco, vemos que não é preciso essas soluções ridiculas que vocês tanto gostam de nos atribuir, como fazer campos de concentração, matar pessoas, exterminar outras raças, proibir casamentos, etc.



“voltaremos a discutir quando vossas senhorias sairem do 'cienticismo' oitocentista e aterrarem definitivamente no séc. xxi.”

Meu caro, isto não tem nada a ver com ciencia oitocentista. Ninguém no seu perfeito juizo vai defender a preservação de etnias só porque a ciencia oitocentista dizia determinadas coisas (ate pouco sei acerca disso). Até um ignorante que não tenha ido à escola e não saiba nada de ciencia, se tiver alguma inteligencia defende a preservação das etnias europeias, a preservaçao da sua identidade e não a extinção.
Depois, apesar de actualmente haver censura e manipularem as conclusões de vários estudos cientificos, ainda vêm cá para fora alguns estudos que mostram diferenças raciais e mostram como há diferentes raças.
Tivemos o recente caso do Prémio Nobel que falou acerca da inteligencia nas diferentes raças e tambem já mostrei aqui outra noticia “Estudo revela que evolução humana acelera e amplia diferenças genéticas” que a determinada altura diz “A velocidade da mudança se incrementou 100 vezes nos tempos modernos em comparação com o passado distante, principalmente na Era do Gelo, há 10.000 anos, e levou a uma diversificação crescente entre as raças.”
“levou a uma diversficiação crescente entre as raças”
http://www.forum-gallaecia.net/viewtopic.php?t=563
Portanto como vê, não era só nos anos 80 que a Ciência falava dessas coisas.

Mas como lhe disse ninguém preserva etnias porque a ciencia disse X ou Y. A ciência pode dizer que não há raças à vontade que continuaremos a defender a preservação das etnias europeias. A Ciência pode dizer que não há diferenças genéticas entre o lobo e o cão e que mesmo nas diferentes raças de cães não há diferenças genéticas, que continuaremos a defender a preservação das raças de cães. Percebeu? Para certas coisas não é preciso a Ciência para nada. Basta termos olhos e um minimo de inteligencia e bom senso e respeito pela natureza (já agora lembro que as etnias europeias também fazem parte da natureza, não somos robots).


“e não se preocupem: a diversidade sobreviverá, como sempre. a natureza é especialista em inventar diferenças.”

Já calculava que iria dizer isso. É normal na nossa sociedade, quando as pessoas são confrontadas que a bela diversidade das suas amadas cidades, países multiracialistas acabará por causa do sistema multiracialista que querem impôr a toda o mundo, então se antes diziam que gostavam dessa diversidade, depois já dizem que se acabar não faz mal, a natureza inventa outras coisas. Há outros que também dizem “melhor, seremos todos iguais e então não haverá mais raças, todos os humanos serão iguais, uniformizados”. É o chamado supremacismo miscigenador (não não é o supremacismo branco que vocês tanto condenam ou supremacismo negro), é o supremacismo miscigenador em que só aceitam a existência da mistura e não respeitam as etnias nativas, antes pelo contrário querem extingui-las.



“e não se preocupem: a diversidade sobreviverá, como sempre. a natureza é especialista em inventar diferenças.”

A vossa atitude é muito engraçada e mostra bem como a propaganda tem efeitos poderosos.
É 2 pesos, 2 medidas. Com as etnias europeias dizem que não faz mal desaparecer, a natureza cria outras coisas. Mas depois com o resto da natureza já têm uma posição e atitude completamente diferente, até defendem a preservação de coisas insignificantes (mas que concordo que também devem ser preservadas) como uma raça de caracois (onde so mudam umas pintinhas, uns desenhos na carapaça), raças de macacos (por ex macaco aranha que está em vias de extinção na amazonia) e outras coisas.

Já agora deixo-vos aqui com noticia da provavel extinção dos gatos selvagens (penso que estarão a falar do lince ibérico, não sei muito bem), isto certamente voces não querem que se extinga ou pelo menos a maioria não quer. Vocês agora (para não se contradizerem) até são capazes de dizer que não faz mal se desaparecerem, mas se não estivessemos a debater certamente diriam que é uma pena e deveriam ser preservados.

Meto algumas partes interessantes
“Um macho adulto de gato selvagem entrou discretamente em uma chácara onde vivia uma gata doméstica e gerou crias híbridas, que podem ser responsáveis pela extinção do último felino selvagem existente em Portugal.”
“O gato selvagem é uma espécie protegida pelo Livro Vermelho dos Vertebrados Portugueses, onde está classificada como vulnerável, o que significa que a população diminuiu 30% em um período de 10 anos.” Esta raça de gatos já é classificada como protegida, já as etnias europeias (a etnia Galaica) enfim que se lixe, que se extinga.
“Se continuar assim, dentro de 30 anos não haverá gatos selvagens em Portugal”
“O gato selvagem, mais robusto e com uma cauda mais curta do que o doméstico, pesa entre três e sete quilos e pode medir cerca de um metro de comprimento.” Aqui estão algumas diferenças fisicas, mas terá provavelmente outras diferenças geneticas que não são visiveis a olho nu. Aqui já não usam o argumento “ah e tal so muda a melanina, so muda o aspecto, mas são todos iguais não devemos preservar nada, não há raças”


““A nossa idéia é montar um projeto a nível nacional que permita saber a distribuição do gato selvagem e, se possível, o número de indivíduos”, revelou Paulo Célio Alves, que coordena a equipe de pesquisadores do felino.
Este projeto terá como base os marcadores genéticos desenvolvidos pela equipe e os promotores esperam que ele envolva as várias instituições interessadas na preservação da espécie.
“O ideal seria ampliar este estudo para a Espanha, porque as populações ibéricas de gato selvagem são consideradas vulneráveis e o recolhimento de informação sobre o que está se passando deve ser uma prioridade”, destacou Paulo Célio Alves.”

Tal como eu defendo um projecto para preservar as etnias europeias (principalmente a minha etnia Galaica), estes também defendem um projecto para preservarem o gato selvagem. Dizem que querem recolher amostras genéticas, talvez farão um banco de genes. Para que o gato selvagem não desapareça actualmente, certamente não basta guarda-lo num banco de genes, (ou em vidrinhos como diz o Pedro), tem de se fazer uma reserva natural controlada, que evite a mistura com gatos de outras raças. Era o que devia ser feito.

É engraçado, com o resto da natureza querem preservar tudo, já não dizem “ah paciencia, se desaparecer desapareceu, a natureza cria outras coisas”. Já com as etnias europeias (que também é parte da natureza) já mudam de opiniao.
E aqui aplica-se o que disse o Pedro erradamente acerca de mim, mas certeiro para o Pedro, Antonio Alves e a maioria da sociedade. “é seguramente tolinho da cabeça, pois defende a sua própria inexistência. Chama-se a isso hara kiri."
Realmente a esmagadora maioria dos europeus são uns tolinhos, defendem a sua própria inexistencia e dizem “ah paciencia, a natureza cria outras coisas” mas para com outras espécies e raças de outras espécies, já mudam e já querem preservar tudo ao pormenor. Realmente é de uma burrice enorme defender o seu proprio etnocidio, a sua propria extinçao e depois defender a preservação dos outros.

Por acaso a atitude que temos hoje com as etnias europeias, também tinham com o resto da natureza, também diziam “se desaparecer que desapareça, é um bicho insignificante, não é preciso, não me dá nada”, mas felizmente o burro do ser humano mudou em relação a isso. Infelizmente em relação às etnias europeias, da forma como a propaganda está certamente a coisa não irá mudar e um dia será tarde demais. Provavelmente nem banco de genes haverá, reservas naturais provavelmente também não aceitarão (só os indios e outros povos é que podem ter esse luxo, os europeus não têm direitos nenhuns), depois só restará fotos, videos e modelos de cera para museus.

António Alves disse...

Galish: parafraseando um conhecido orador da nossa praça (ao que dizem nasceu no Porto mas foi registado em trás-os-montes, logo é galaico), vossa senhoria é um tremendista!!! :-)

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