O museu dos Coches e o novo riquismo - A proposta de construção de um novo museu dos Coches é mais um exemplo de um novo riquíssimo assente em betão que nos persegue. Desta vez há pelo menos algumas vozes sensatas a apelar que se gaste o dinheiro em organização e não em betão.
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20090611
20090126
Neo-Centralismo?
Eleitores rejeitam integração na Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima.
Terá sido por não poderem neo-centralizar os restantes municípios do distrito?
20081030
PLATEIA denuncia drenagem do Ministerio da Cultura
"Ao longo dos últimos anos a PLATEIA tem tentado sensibilizar o Ministério da Cultura para o carácter iníquo da situação gerada pelos procedimentos de apoio às artes abertos em 2004: Procedimentos em que a região Norte, e apesar das correcções ao aviso de abertura, foi negativamente discriminada, sem que para isso existisse qualquer justificação de carácter político.
Posteriormente o DL 225/2006 de 13 de Novembro (na alínea b) do seu nº 3, ainda em vigor) afirmava a correcção de assimetrias regionais como um dos objectivos da nova política de apoio às artes. E ainda há poucos dias, mesmo antes do presente aviso de abertura, o preâmbulo da Portaria 1204-A/2008 de 17 de Outubro afirmava pretender operacionalizar “a distribuição equilibrada da actividade artística pelas diferentes regiões e o acesso à fruição das artes pelos diversos públicos”.
Ficámos naturalmente estupefactos quando, após a declaração destas melhores intenções políticas e preambulares, fomos confrontados com números que traduzem uma actuação da administração ao arrepio dos compromissos políticos assumidos em Diário da República.
De facto os cidadãos portugueses que habitam a Região Norte do país continuam a ser tratados, pelo actual executivo, como sendo de segunda categoria, quer enquanto agentes culturais e artísticos, quer enquanto público. Senão vejamos, e considerando só os números relativos às artes do espectáculo (teatro, música, dança e cruzamentos disciplinares):
- Quanto ao investimento por habitante: Em 2007/08 o investimento por habitante na Região Norte era o mais baixo de Portugal: 0.88 € contra, no limite, os 3,07 € da Região de Lisboa e Vale do Tejo. E surpreendentemente em vez deste fosso ser corrigido ele é ainda mais acentuado pelo actual aviso de abertura: A Região Norte permanece afundada na cauda do país com 1,04€ de investimento por habitante enquanto Lisboa e Vale do Tejo sobe para os 3,43 € por habitante.
- Quanto ao número de habitantes por estrutura: Em 2007/08 a Região Norte apresentava cerca de 100 000 habitantes por estrutura financiada. Esta situação mantém-se em 2009/10. Também neste índice a Região Norte se apresenta na cauda do país, pretendendo-se que aqui existam três vezes mais habitantes por estrutura do que na região de Lisboa e Vale do Tejo (97 156 contra 33 105)
- Quanto aos índices de crescimento das estruturas apoiadas: O presente aviso de abertura pretende apoiar 38 estruturas na região norte (mais três que nos anos anteriores, ou seja um crescimento de cerca de 10%)). Mas na Região de Lisboa e Vale do Tejo serão apoiadas 82 estruturas. Mais treze que nos anos anteriores (Ou seja um crescimento de cerca de 20%). E mais uma vez também aqui a Região Norte se encontra na cauda do país, em face dos crescimentos entre 30% e 50% das restantes regiões." - PLATEIA
Questões:
- A Cultura não deveria ser sobretudo uma função local?
- Existe mesmo necessidade de tantos apoios em Lisboa para a rentabilização de projectos culturais e de formação de públicos? Não é isto apenas a subsidiação de mais projectos sem público e de interesse duvidoso? Da mesma forma que certos poderes económicos, é também muito questionável a forma como certas "elites culturais" rodeiam o Estado Central.
Posteriormente o DL 225/2006 de 13 de Novembro (na alínea b) do seu nº 3, ainda em vigor) afirmava a correcção de assimetrias regionais como um dos objectivos da nova política de apoio às artes. E ainda há poucos dias, mesmo antes do presente aviso de abertura, o preâmbulo da Portaria 1204-A/2008 de 17 de Outubro afirmava pretender operacionalizar “a distribuição equilibrada da actividade artística pelas diferentes regiões e o acesso à fruição das artes pelos diversos públicos”.
Ficámos naturalmente estupefactos quando, após a declaração destas melhores intenções políticas e preambulares, fomos confrontados com números que traduzem uma actuação da administração ao arrepio dos compromissos políticos assumidos em Diário da República.
De facto os cidadãos portugueses que habitam a Região Norte do país continuam a ser tratados, pelo actual executivo, como sendo de segunda categoria, quer enquanto agentes culturais e artísticos, quer enquanto público. Senão vejamos, e considerando só os números relativos às artes do espectáculo (teatro, música, dança e cruzamentos disciplinares):
- Quanto ao investimento por habitante: Em 2007/08 o investimento por habitante na Região Norte era o mais baixo de Portugal: 0.88 € contra, no limite, os 3,07 € da Região de Lisboa e Vale do Tejo. E surpreendentemente em vez deste fosso ser corrigido ele é ainda mais acentuado pelo actual aviso de abertura: A Região Norte permanece afundada na cauda do país com 1,04€ de investimento por habitante enquanto Lisboa e Vale do Tejo sobe para os 3,43 € por habitante.
- Quanto ao número de habitantes por estrutura: Em 2007/08 a Região Norte apresentava cerca de 100 000 habitantes por estrutura financiada. Esta situação mantém-se em 2009/10. Também neste índice a Região Norte se apresenta na cauda do país, pretendendo-se que aqui existam três vezes mais habitantes por estrutura do que na região de Lisboa e Vale do Tejo (97 156 contra 33 105)
- Quanto aos índices de crescimento das estruturas apoiadas: O presente aviso de abertura pretende apoiar 38 estruturas na região norte (mais três que nos anos anteriores, ou seja um crescimento de cerca de 10%)). Mas na Região de Lisboa e Vale do Tejo serão apoiadas 82 estruturas. Mais treze que nos anos anteriores (Ou seja um crescimento de cerca de 20%). E mais uma vez também aqui a Região Norte se encontra na cauda do país, em face dos crescimentos entre 30% e 50% das restantes regiões." - PLATEIA
Questões:
- A Cultura não deveria ser sobretudo uma função local?
- Existe mesmo necessidade de tantos apoios em Lisboa para a rentabilização de projectos culturais e de formação de públicos? Não é isto apenas a subsidiação de mais projectos sem público e de interesse duvidoso? Da mesma forma que certos poderes económicos, é também muito questionável a forma como certas "elites culturais" rodeiam o Estado Central.
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20080709
O País dos Gabinetes de Veludo
O Minsitério da Ciência e da Tecnologia ainda pensa que os cursos de Engenharia Civil, Engenharia de Polímeros, Engenharia de Materiais, Arquitectura, Geografia e Planeamento ou Design e Marketing de Moda da Universidade do Minho são ministrados na localidade de "Braga" (*).
(*) «A administração da universidade está localizada em Braga sendo a maioria das actividades científicas e académicas são desenvolvidas em dois pólos: o campus de Gualtar, em Braga, e o campus de Azurém, em Guimarães. Os cursos nas áreas das Ciências, Ciências Sociais, Economia e Gestão, Letras, Direito e Ciências da Saúde estão predominantemente sediados em Braga, enquanto que Arquitectura e a maior parte dos cursos de Engenharia são leccionados em Guimarães.»
(*) «A administração da universidade está localizada em Braga sendo a maioria das actividades científicas e académicas são desenvolvidas em dois pólos: o campus de Gualtar, em Braga, e o campus de Azurém, em Guimarães. Os cursos nas áreas das Ciências, Ciências Sociais, Economia e Gestão, Letras, Direito e Ciências da Saúde estão predominantemente sediados em Braga, enquanto que Arquitectura e a maior parte dos cursos de Engenharia são leccionados em Guimarães.»
20080424
Formação em Provincianismo
Lia-se no Diário Económico de 17.04.2008: "Quantas vezes não ligámos para o serviço informativo, 118 da PT para pedir o número de morada em Lisboa, por exemplo no Marquês de Pombal, e alguém do outro lado nos respondeu 'a localidade, por favor'", a propósito da deslocalização do serviço 118 para Cabo Verde. Concluía-se mais à frente que "Em Portugal, também há muita gente que não conhece Lisboa".
A conclusão a retirar é precisamente a contrária. Em Lisboa é que ainda há muita gente que não conhece Portugal. Provincianos ao ponto de acharem que deverão ser considerados o centro do mundo para todo o português. E sobretudo muito ignorantes. Afinal, estão convencidos que não existe mais nenhum local chamado "marquês do pombal" em Portugal...mas existe:
- Rua de Marquês de Pombal no Barreiro, Cacém, Albergaria-a-velha, Parede, ...
- Av. Marquês do Pombal em Santarém, Sines, ...
- Praça do Marquês de Pombal em: Pombal, Porto e Lisboa (ver wikipedia)
Para resolver o "problema", foi feito um esforço no sentido de "dar aos seus colaboradores, cerca de 190, a formação necessária em geografia, cultura, língua portuguesa, entre outros." Nada como uma bela formação em provincianismo centralista para que eles, à imagem dos seus formadores, não se atrevam nunca mais a colocar a hipotese de haver algo em Portugal que fique fora de Lisboa...
A conclusão a retirar é precisamente a contrária. Em Lisboa é que ainda há muita gente que não conhece Portugal. Provincianos ao ponto de acharem que deverão ser considerados o centro do mundo para todo o português. E sobretudo muito ignorantes. Afinal, estão convencidos que não existe mais nenhum local chamado "marquês do pombal" em Portugal...mas existe:
- Rua de Marquês de Pombal no Barreiro, Cacém, Albergaria-a-velha, Parede, ...
- Av. Marquês do Pombal em Santarém, Sines, ...
- Praça do Marquês de Pombal em: Pombal, Porto e Lisboa (ver wikipedia)
Para resolver o "problema", foi feito um esforço no sentido de "dar aos seus colaboradores, cerca de 190, a formação necessária em geografia, cultura, língua portuguesa, entre outros." Nada como uma bela formação em provincianismo centralista para que eles, à imagem dos seus formadores, não se atrevam nunca mais a colocar a hipotese de haver algo em Portugal que fique fora de Lisboa...
20070716
Cara de pau

O inenarrável Sampaio, deputado pelo distrito do Porto e "consultor de empresas", diz que o fim dos períodos de informação nocturnos da RTPN, a partir do Porto, é uma mera medida de gestão que não implica qualquer perda de importância do Centro de Produção do Porto. Para quem tem acompanhado a construção dos novos e gigantescos estúdios da RTP, na lisboeta Marechal Gomes da Costa a Chelas, nada disto espanta. Nem sequer a cara de pau do "deputado".
Do ponto de vista da RTP, se for vista como uma empresa sedeada em Lisboa, não pública e sem preocupações pela coesão territorial, é, obviamente, uma boa medida de gestão.
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20070706
Governo de Portugal vs. Governo de Lisboa
Por Carlos Guimarães Pinto, via Insurgente
Número de resultados no google news da procura “governo de Portugal”: 20Número de resultados no google news da procura “governo de Lisboa”: 112
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20070705
Será que nos deram a independência e não sabemos...
... ou será lavagem cerebral... ou será a triste constatação da realidade? São tudo notícias diferentes, de vários jornais (Diario Digital, Visão, Sol, Jornal de Negócios, Mundo Português). Todas elas fazem referência ao Governo de Lisboa. Ao que parece, é um novo país... (O Público também tinha ontem uma assim, mas corrigiu-a depois de um comentário de um leitor atento).
A mega-operação dará a Portugal grande visibilidade externa durante seis meses e colocará o Governo de Lisboa no centro de praticamente todas as decisões comunitárias, bem como nos mais importantes palcos de negociações internacionais.
O chefe de governo de Lisboa, que participou hoje, em Bruxelas, numa conferência internacional sobre biocombustíveis.
Uma reunião, no Porto, entre o Governo de Lisboa e a Comissão Europeia preparatório das iniciativas a desenvolver no semestre, marcou a primeira manhã de trabalhos da presidência portuguesa da UE.
O Governo de Lisboa tem uma "agenda externa", que pretende seja "distintiva", para os seis meses da sua próxima presidência da União Europeia contando imprimir uma nova dinâmica ao relacionamento entre a Europa e o Brasil, bem como com África e com os países da bacia sul do Mediterrâneo.
Só pelo facto de se ter realizado, a primeira Cimeira UE- -Brasil é uma vitória para a presidência portuguesa da União Europeia e um motivo de orgulho para Lisboa, que conseguiu convencer os seus parceiros da necessidade de dar ao Brasil um estatuto idêntico ao das outras economias emergentes: China, Índia e Rússia.
Em conferência de imprensa conjunta, após a reunião do Governo de Lisboa com a Comissão Europeia, que assinalou o início da presidência portuguesa da UE.
A referência do primeiro-ministro à assinatura formal do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) entre o Governo de Lisboa e Bruxelas
Para Lula, a parceria estratégica de Lisboa surge numa conjuntura feliz (...) Por Lisboa, na plana da mão governamental a advertência do esperar para ver o que consta dos textos legais, enquanto nas costas da mão do executivo fulgura o “mandato claro”. (...) A Cimeira UE África tem muito para penar se Lisboa aceitar a presença de Robert Mugabe.
O chefe do Governo português lembrou que esta cimeira que trouxe Lula da Silva a Lisboa foi uma proposta portuguesa que Lisboa «ganhou», através da «luta diplomática».
O chefe de governo de Lisboa destacou a »ambição« portuguesa de antecipar para 2010 a meta dos 10% de biocombustíveis, quando a nível da UE a meta se refere a 2020.
Os governo de Lisboa e Brasília vêem com bons olhos a criação deste operador lusófono que concorra com os grandes players mundiais.
A reunião entre o primeiro-ministro, José Sócrates, e o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, hoje, ao fim da tarde, em São Bento, foi cancelada, disse à agência Lusa fonte do Governo de Lisboa.
Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa...
ARGH!!!! Isto numa pesquisa que demorou 10 minutos (incluindo fazer o post). Tudo notícias recentes... Não volto a fazer isto tão cedo. Fiquei deprimido...
A mega-operação dará a Portugal grande visibilidade externa durante seis meses e colocará o Governo de Lisboa no centro de praticamente todas as decisões comunitárias, bem como nos mais importantes palcos de negociações internacionais.
O chefe de governo de Lisboa, que participou hoje, em Bruxelas, numa conferência internacional sobre biocombustíveis.
Uma reunião, no Porto, entre o Governo de Lisboa e a Comissão Europeia preparatório das iniciativas a desenvolver no semestre, marcou a primeira manhã de trabalhos da presidência portuguesa da UE.
O Governo de Lisboa tem uma "agenda externa", que pretende seja "distintiva", para os seis meses da sua próxima presidência da União Europeia contando imprimir uma nova dinâmica ao relacionamento entre a Europa e o Brasil, bem como com África e com os países da bacia sul do Mediterrâneo.
Só pelo facto de se ter realizado, a primeira Cimeira UE- -Brasil é uma vitória para a presidência portuguesa da União Europeia e um motivo de orgulho para Lisboa, que conseguiu convencer os seus parceiros da necessidade de dar ao Brasil um estatuto idêntico ao das outras economias emergentes: China, Índia e Rússia.
Em conferência de imprensa conjunta, após a reunião do Governo de Lisboa com a Comissão Europeia, que assinalou o início da presidência portuguesa da UE.
A referência do primeiro-ministro à assinatura formal do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) entre o Governo de Lisboa e Bruxelas
Para Lula, a parceria estratégica de Lisboa surge numa conjuntura feliz (...) Por Lisboa, na plana da mão governamental a advertência do esperar para ver o que consta dos textos legais, enquanto nas costas da mão do executivo fulgura o “mandato claro”. (...) A Cimeira UE África tem muito para penar se Lisboa aceitar a presença de Robert Mugabe.
O chefe do Governo português lembrou que esta cimeira que trouxe Lula da Silva a Lisboa foi uma proposta portuguesa que Lisboa «ganhou», através da «luta diplomática».
O chefe de governo de Lisboa destacou a »ambição« portuguesa de antecipar para 2010 a meta dos 10% de biocombustíveis, quando a nível da UE a meta se refere a 2020.
Os governo de Lisboa e Brasília vêem com bons olhos a criação deste operador lusófono que concorra com os grandes players mundiais.
A reunião entre o primeiro-ministro, José Sócrates, e o chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, hoje, ao fim da tarde, em São Bento, foi cancelada, disse à agência Lusa fonte do Governo de Lisboa.
Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa, Governo de Lisboa...
ARGH!!!! Isto numa pesquisa que demorou 10 minutos (incluindo fazer o post). Tudo notícias recentes... Não volto a fazer isto tão cedo. Fiquei deprimido...
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20070622
RTP emagrece Centro de Produção do Porto
"O programa da tarde da RTP1, Portugal no Coração, e os noticiários da RTPN das 22h00 e 24h00, hoje produzidos e emitidos a partir do Centro de Produção do Porto, poderão passar para Lisboa no final do Verão.
A administração da RTP está a "estudar o plano de reestruturação da produção" da televisão pública e isso irá implicar essa redução de meios do Porto, admitiu, em declarações prestadas ao Público, o administrador Luís Marques.
O Portugal no Coração, apresentado por Júlio Isidro (que substitui José Carlos Malato), tem vindo a perder audiência para os concorrentes Contacto, da SIC, e as Tardes de Júlia, apesar de ter bons resultados nos canais internacionais. Luís Marques garante que o programa "será produzido internamente", negando qualquer intenção de o entregar a uma produtora externa.
O centro de Produção do Porto da RTP emprega 400 pessoas, parte delas em regime de prestação de serviços e que serão dispensadas se se concretizar a mudança para o novo centro de Produção de Lisboa, inaugurado em Março pelo Presidente da República."
In Público (20.06.2007)
Na boa. Mandem então para cá os programas feitos em Lisboa que estejam a perder audiências. Até poupam nos salários.
Nota1: A preocupação revelada é que a produção seja feita internamente. Normalmente, estas declarações de refutação do outsourcing visam descansar os trabalhadores quanto à sua segurança de emprego. Mas tendo em conta que os trabalhadores do Norte vão ser dispensados, a que emprego é que ele se revere?
Nota2: Por outro lado, não há qualquer "pingo" de preocupação com o facto dos portugueses subsidiarem uma televisão pública que, em 90%, apenas representa a realidade Lisboeta.
Nota3: Porque é que as reestruturações são sempre feitas no sentido de centralizar tudo onde os salários são mais caros, os terrenos são mais caros, o arrendamento é mais caro, há menor disponibilidade de talentos (todas as tv's recrutam em lisboa, não no norte). Há um prazer especial em perder dinheiro. Pena que seja o nosso.
A administração da RTP está a "estudar o plano de reestruturação da produção" da televisão pública e isso irá implicar essa redução de meios do Porto, admitiu, em declarações prestadas ao Público, o administrador Luís Marques.
O Portugal no Coração, apresentado por Júlio Isidro (que substitui José Carlos Malato), tem vindo a perder audiência para os concorrentes Contacto, da SIC, e as Tardes de Júlia, apesar de ter bons resultados nos canais internacionais. Luís Marques garante que o programa "será produzido internamente", negando qualquer intenção de o entregar a uma produtora externa.
O centro de Produção do Porto da RTP emprega 400 pessoas, parte delas em regime de prestação de serviços e que serão dispensadas se se concretizar a mudança para o novo centro de Produção de Lisboa, inaugurado em Março pelo Presidente da República."
In Público (20.06.2007)
Na boa. Mandem então para cá os programas feitos em Lisboa que estejam a perder audiências. Até poupam nos salários.
Nota1: A preocupação revelada é que a produção seja feita internamente. Normalmente, estas declarações de refutação do outsourcing visam descansar os trabalhadores quanto à sua segurança de emprego. Mas tendo em conta que os trabalhadores do Norte vão ser dispensados, a que emprego é que ele se revere?
Nota2: Por outro lado, não há qualquer "pingo" de preocupação com o facto dos portugueses subsidiarem uma televisão pública que, em 90%, apenas representa a realidade Lisboeta.
Nota3: Porque é que as reestruturações são sempre feitas no sentido de centralizar tudo onde os salários são mais caros, os terrenos são mais caros, o arrendamento é mais caro, há menor disponibilidade de talentos (todas as tv's recrutam em lisboa, não no norte). Há um prazer especial em perder dinheiro. Pena que seja o nosso.
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