20090623

Ao cuidado dos defensores de auto-estradas transmontanas e outras

















Via João Marrana

3 comentários:

SG disse...

Acho injusta esta comparação.
É óbvio que as autoestradas transmontanas devem ser encaradas como componentes de política de subsídeos e não lhes deve ser exigida a passagem no crivo da rentabilidade.
Trás-os-Montes precisa de melhores vias, o Marão precisa de ser "furado", eventualmente seria necessário um comboio para Trás-os-Montes, MESMO QUE NADA DISSO SEJA RENTÁVEL.

Do mesmo modo que deve haver apoios à instalação de empresas estrangeiras como há em Palmela para a Autoeuropa ou em Vila do Conde para a Infineon, depois Qimonda.

É que essa região foi abandonada já durante décadas e está na altura de ser "beneficiada".

Exijam rentyabilidade a quem já recebeu benesses do Estado central, não a quem ainda não tem nada.

Cada vez que se investe mais um pouco no litoral, a fronteira (económica) Portugal-Espanha avança mais uns quilómetros.

Jose Silva disse...

Caro SG,

O que contesto são as auto-estradas transmontanas. Não o investimento público em tras-os-montes, que defendo.

Suevo disse...

Escrevo isto mas não é para o Silva comentar com os seus tipicos insultos, para os quais já não há paciencia.

Utilizarem o Produto Nacional Bruto é mesmo para deixar o grafico ainda mais desiquilibrado para Portugal, é que o PNB não é o mesmo que o PIB, nomeadamente, e para os mais leigos na materia, a diferença está nas unidades produtivas que mesmo estando em territorio nacional NÃO são propriedade de residentes, ou seja uma fabrica em Portugal cujo proprietario reside na alemanaha entra no PIB portugues, mas não entra no PNB portugues.

Depois desta aula, e como o SG falou aí em Autoeuropa, a localização da Autoeuropa foi um erro crasso da VW, que ainda estão a tempo de corrigir, então eles vão abrir uma fabrica em plena mouraria comunista? Erro crasso.

Se a autoeuropa ficasse aqui na Calecia e não onde está não teria metade dos problemas.

Quanto à situação financeira do estado portugues, prefiro guardar para mim aquilo que penso.

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