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20090904

Habitual cinismo de Rui Rio

Público - Opções
Não tenho, assim, nenhuma discordância com a realização das corridas da Boavista, nem qualquer problema em reconhecer a importância que as mesmas podem ter para a notoriedade do Porto e para a atractividade da cidade nos fins-de-semana em que se realizam. Discordo, no entanto, em absoluto, que o município do Porto seja o organizador das mesmas, defendendo que essa organização deveria pertencer a entidades privadas, limitando-se o apoio da câmara à componente logística.
As recentes notícias sobre o pagamento de subsídios a proprietários de automóveis antigos de fórmula 1 para "desfilarem" no Porto são demonstrativas do estado a que as coisas chegaram com a actual maioria camarária e tornam claro que a autarquia deve deixar de ser a organizadora destas corridas.
O vereador da Cultura foi lesto em justificar e defender este subsídio (que, disse-o, atingiu os 77,5 mil euros). E reafirmou que isso permitiu "tornar as corridas mais atractivas" e "ter três F1 que foram campeões do Mundo".


20090902

Mais um indicador da incapacidade estetégica do Porto: Metro de Lisboa expande-se com pneus

Jornal de Negócios Online - Metro prepara expansão da linha de Odivelas

O Governo prepara-se para apresentar a expansão do metro em Odivelas, em "trolley bus" (metro ligeiro com pneus). O Executivo está ainda a ultimar o plano de expansão da estrutura, em reuniões com a Câmara de Lisboa.

Comentário: Nós por cá, queremos enterrar milhões em linhas excêntricas. Já agora, o plano oficial de expansão do Metro do Porto vai ou não ser suspenso por MFLeite ?


20090901

Debater a AMPorto 2009 - Rede de Ciclovias





A Blogosfera costuma antecipar a sociedade ou a política. Pois, no caso da mobilidade sustentável na AMPorto, pelo menos no que respeita ao Norteamos e Baixa do Porto, foi precisamento o contrário. A Lipor elaborou um relatório metropolitano sobre Sustentabilidade que é o melhor cartão de visita possível para a defesa da Fusão de Autarquias ou de Empresas Municipais. Recomendo a leitura do site http://www.futurosustentavel.org e esta notícia do JN.

De qualquer modo gostaria de deixar alguns comentários e sugestões, para a implementação de ciclovias na AMPorto:
  • É necessário perceber bem quem são os públicos utilizadores de ciclovias. À partida, na zona central da AMPorto, serão os estudantes, residentes em situação de lazer e turistas não residentes. Cada um deles tem percursos, destinos diferentes. Os estudantes fazem percurso residência-escola, os residentes em lazer procuram jardins e espaços verdes e os turistas procuram monumentos e afins. A rede tem que contemplar estas necessidades. Estao previstos 876 km de via até 2013;
  • São necessários interfaces com Metro e Comboios. O aproveitamento da ponte D.Maria para ciclovia seria também essencial;
  • O clima e a orografia do terreno não ajudam. Soluções como «biketube» e «bike escalator» devem ser implementadas integrando se possível o Andante;
  • A segurança tem que ser asseguranda via segregação física da via e através de videovigilancia sobretudo para o público mais jovem, cujos encarregados de educção assim o pretendam. O uso de etiquetas RFID em cada bicicleta poderia permitir a monitorização em «real-time» por parte destes. O projecto ao alcance do INESC Porto;
  • Os sistemas de «byke sharing» tem que ser agilizados e integrado no Andante. Aqui uma máquina de dispensadora de bicicletes;
A implementação desta rede e tecnologia associada, sobretudo se for orientada à efectiva utilização em vez de ser desenhada para valorizar imóveis dos amigos imobiliários dos presidentes das autarquias, pode ser muito positiva. Pode tornar-se um serviço exportável, uma atração turística e reduzir a dependência energética externa. Um pequeno contributo para o aumento do PIB local, redução do desemprego e beneficiários do RSI em que o Porto concelho e distrito são liderantes.

20090827

«Reserva de índios» portuense surpreende os liberais portuenses, habitualmente muito distraídos diga-se...

portugal contemporâneo: as consequências do estatismo
Elisa Ferreira revelou em campanha que, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, 114 mil dos 216 mil habitantes da cidade do Porto, mais de metade da sua população, portanto, recebe subsídios do estado. A informação é assustadora por várias razões. Mas a mais significativa de todas é que meia cidade vive provavelmente sem rendimentos próprios, portanto, à custa de rendimentos de outros. O Porto, outrora a cidade do empreendedorismo, a cidade da burguesia ascendente, a cidade do trabalho transformou-se numa cidade de mendigos e de dependentes da caridade alheia. Como se chegou a isto? E como se pode sair disto? Certamente que não responderemos à segunda questão sem termos resposta para a primeira.


20090824

A Blogosfera tem alguma força: Linha de Leixões em testes
















Fonte: http://joao-silva.fotopic.net/c1438734.html

20090624

O Porto é uma ilha rodeado de Portugal por todos os lados

Limite geográfico da cidade do Porto « BLASFÉMIAS
Como ouvi uma vez dizer ao Agostinho da Silva, “O Porto é uma ilha rodeado de Portugal por todos os lados…


20090607

Jornalista do PS vai presidir à AMTransportes do Porto

Isabel Oneto vai presidir à Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto - Jornalista de profissão, Isabel Oneto é licenciada em direito e tem o mestrado em ciências jurídico-criminais pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Antes de ocupar o cargo de governadora civil, Isabel Oneto foi vereadora pelo PS na Câmara do Porto foi vereadora do PS na Câmara do Porto.
Como é licenciada em Direito, será que vai conseguir interpretar os estudos de tarifários ou estatísticas de utilização de transportes ?

20090601

Rui Moreira admite interesse na CMPorto

Em entrevista ao Sol, Rui Moreira admite que a CM Porto poderá vir a ser um desafio estimulante no futuro:













Não sei se vai a tempo. É que começo a achar que MFleite tão cedo não dará lugar a Rui Rio...

20090527

INE: Índice Sintético Desenvolvimento Regional: AMPorto em divergência face à média nacional entre 2004-06

«Os resultados do ISDR, reportados a 2006, revelam que apenas cinco, em 30 sub-regiões - por ordem hierárquica, Grande Lisboa, Pinhal Litoral, Baixo Vouga e, marginalmente, Beira Interior Sul e Baixo Mondego - superavam a média nacional em termos do índice global de desenvolvimento regional.
Os resultados reflectem uma imagem assimétrica do País, em termos de desenvolvimento global e de competitividade, mas mais equilibrada do ponto de vista da coesão e, ainda que em menor escala, mais equilibrada também do ponto de vista da qualidade ambiental. A existência de assimetrias inter-regionais mais intensas na competitividade reflecte, todavia, um processo em que, entre 2004 e 2006, 17 sub-regiões convergiram relativamente ao nível de desempenho nacional.
Na competitividade é saliente a diferenciação entre o Litoral e o Interior, com dominância do Litoral. Este padrão também caracteriza a qualidade ambiental, embora invertido face à competitividade, com o Interior a revelar desempenhos mais favoráveis. Na coesão, uma realidade mais equilibrada coexiste com alguma predominância de sub-regiões do Sul e centro Sul face ao Norte.»
Saliento esta frase na página 9: «no caso do índice global de desenvolvimento regional, apenas nove sub-regiões registaram divergência face à média, destacando-se as trajectórias da Cova da Beira, da Região Autónoma da Madeira e do Grande Porto»

20090521

A cidade do Porto tem os decisores políticos que merece

A definição de linhas de Metro no Porto é uma verdadeira história da Carochinha ...
A falta de rigor e competência só é explicável pelo facto de os decisores políticos receberem comissões dos fornecedores de obras, pagas pelos impostos de todos.
Após o Porto 2001, havia um viaduto com carris que foram retirados para as corridas dos calhambeques de Rui Rio.
Agora por causa do suposto estrangulamento da Senhora da Hora quer-se fazer um Metro Ocidental que necessita de outro viaduto que destroi mais um pouco do Parque da Cidade ou um tunel que custa mais uns milhares de euros.
Ninguem pensa em alternativas mais baratas.
Ninguem vê que a expansão do Metro do Porto prevista é um NAL, TGV ou TTT e que portanto não se realizará...
A cidade do Porto tem os decisores que merece ter. Por isso se não tivermos a sorte de Rio ser chamado para Lisboa, teremos que grama-lo por mais 4 anos.

20090426

20090424

Como ligar o metro na Marginal à cota alta: Soluções para bairros de Lordelo do Ouro, Miragaia/Alfandega e Rua D.Pedro V/Bom Sucesso

Wikipedia: A people mover or automated people mover (APM) is a fully automated, grade-separated mass transit system. The term is generally used only to describe systems serving relatively small areas such as airports, downtown districts or theme parks, but is sometimes applied to considerably more complex automated systems. Na prática, um autocarro, com pneus, automático, a operar em canal dedicado, como podemos ver na seguinte imagem que retrata a Bukit Panjang LRT Line em Singapura:


Na proposta da linha Circular para o Metro do Porto, em 2007, proponha-se veículos deste tipo: «A Empresa do Metro vai propor ao Governo a construção de uma linha circular subterrânea no Porto, cuja operação será totalmente automática - os veículos não precisarão de condutores e poderão circular ininterruptamente durante o horário de funcionamento do sistema.» A Bombardier fornece este tipo de véiculos, como podemos ver no respectivo site. Apresento de seguida o modelo a operar no aeroporto de Madrid.


Wikipedia: Um funicular é um carro de cabos que circula sobre carris; a sua principal função é o transporte de passageiros ou carga ao longo de encostas. Uma linha de funicular é normalmente constituída por dois carros puxados por um cabo de aço, um em cada extremo da linha; partem ao mesmo tempo numa linha única, a meio do percurso a linha divide-se em duas permitindo o cruzamento. O nome deriva do latim, funiculus, diminutivo de funis que significa "corda".

Há funiculares históricos (exemplo: Bom Jesus - Braga) turísticos (Guindais - Porto) e urbanos/transporte regular de passageiros como apresento de seguida.

O Sistema Automático de Transporte Urbano de Oeiras é um funicular com cerca de 2 km que liga a estação ferroviária de Paços de Arcos na linha de Cascais ao um centro comercial. Foi inaugurado em 2004 é deficitário e tem estado envolvido em polémica. Foi impementado por iniciativa da CM Oeiras.



Obviamente que a solução que proponho não necessita de qualquer tipo de desnivelamente. Os «carris» seriam implementados no solo:
  • A rua da Bandeirinha (ligação Alfandega-Hospital de S. António) teria fechada ao transito automóvel para a implementação deste canal.
  • Na Rua D.Pedro V/Rua do Bom Sucesso, teria que ser construido um canal lateral, reduzindo-se a largura dos passeios, e um túnel para ultrapassar a Rua do Campo Alegre.
  • Em Lordelo do Ouro seria necessário usar a rua do Aleixo/Condominhas ou expropriações adjacentes (poderia até ser uma justificação para reconverter o bairro do Aleixo) para ligar o canal Marginal até ao início da rua Diogo Botelho.
Relembro que estes veículos são de pequenas dimensões, estão vocacionados para distancias curtas e para declives acentuados.

20090422

Detalhe do traçado Marginal na expansão do Metro do Porto

Os investimentos públicos tem que ser bem ponderados à luz do cenário político e económico que ontem referi. É preciso que a selecção dos investimentos se baseie na análise custo-benefício, preferindo-se os investimentos com a maior rentabilidade em vez dos investimentos com maior dimensão. A recessão em curso a isso obriga. Só assim sairemos mais rapidamente dela...
De entre os investimentos públicos para o Porto ou AMPorto, é preciso definir prioridades. Saber se é preferível ligar o ASC à ferrovia ou construir incubadoras de empresas num terminal de cruzeiros, se é preferível fundir empresas municipais metropolitanas ou promover a reabilitação urbana, se é preferível despoluir o Douro ou investir em Metros. E como referiu Rio Fernandes, saber se apostamos no território dos «novos e velhos ricos» da Foz ou se apostamos noutros «ghettos». Julgo que este tipo de cuidado não está a ser seguido. A organização política que temos não ajuda. Não há Regionalização e os investimentos são decididos por Lisboa e por cada uma das autarquias que compõe o Grande Porto.
Assim temos o debate que temos sobre a expansão do Metro Ocidental, afunilado na questão de saber se enterra ou não enterra em Diogo Botelho. Debate muito pobre. Faltou discutir se devemos continuar a ter transporte em carris ou em pneus, faltou discutir traçados alternativos, após a eliminação da Boavista. Para isso não era necessário qualquer comissão camarária...
Como já referi, na minha opinião, devia-se considerar um traçado Ocidental pela Marginal, já existente (e portanto politicamente e economicamente mais fácil de implementar) com benefícios adicionais para a cidade. Assim hoje e nos próximo dias apresentarei em detalhe a minha ideia para este percurso.
Na minha opinião o troço crítico é entre S.Bento e Fluvial. Para não dispersar para assuntos não importantes vou assumir que a linha entre o Fluvial e Matosinhos é por Diogo Botelho e enterrada onde se quiser. Fica assim arrumada a polémica actual.
Foquemos então na discussão que considero importante (clicar na imagem para ver em detalhe):
  • Laranja: Os principais polos de trafego (bairros de Lordelo do Ouro, polo universitário Campo Alegre, polo do Hospital de S. António, zona comercial dos Clérigos);
  • Verde: O traçado actual proposto pelo Metro
  • Azul: O traçado Marginal e respectivas estações; A tracejado, o túnel do ramal da Alfandega, já existente;
  • Castanho: As soluções de integração urbana («peoplemover», funiculares, escadas rolantes, elevadores) para aproximar os polos de tráfego ao canal Marginal.
No próximos posts apresentarei em detalhe cada uma das soluções de integração urbana e estações do traçado Marginal.

20090421

Workshop "Lugares Efémeros"


24-27 de Abril
Casa cor de rosa – Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto
Público alvo: Estudantes do ensino superior
programa, inscrições e outras informações em : http://in-ner-city.blogspot.com/2009/04/workshop-lugares-efemeros-24-27-de.html

20090420

Política Aberta no Porto - Europeias

(Divulgação de evento a pedido de Vitor Silva)

Plano de Trabalho para a 2ª semana

Duas semanas depois de ter pensado em organizar este evento e uma semana depois de o publicitar n'A Baixa do Porto não tenho grandes dúvidas que ele tem todas as possibilidades de se realizar. Espero que não considerem esta afirmação tão peremptória como arrogância mas sim como resultado:

  • - do contacto directo que tive de 4 pessoas via email e blog - e posso dizer que em troca de emails com alguns colegas no início deste processo tinha dito que ficava satisfeito se conseguisse o contacto de 2/3 pessoas
  • - do contacto pessoal que forcei com alguns palestrantes das conferências a que assisti nos últimos dias - Olhares Cruzados e Inner-City.

Claro que ainda podem surgir contratempos de última hora que impossibilitem de todo este processo mas de facto não estou a contar com isso.

Objectivos para esta semana
1. definir data; 2. garantir local; 3. definir programa; 4. garantir alguns participantes; 5. publicitar ideia fora da cidade do Porto; 6. publicitar ideia fora da blogosfera.

1. Definir data
Data proposta - 16-Maio
tendo em conta que a campanha eleitoral vai decorrer entre 25 de Maio e 5 de Junho parece-me que 16-Maio ou 23-Maio seriam duas datas possíveis. Pessoalmente gostaria que fosse a 16-Maio. Isso quer dizer que faltariam 4 semanas para o evento se realizar.

2. Garantir local
Local Proposto - Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Ainda não contactei ninguém a propósito disto, de qualquer forma a BMAG para mim tem um simbolismo muito grande e para além das questões práticas (boa acessibilidade) e técnicas (instalação áudio / projector) associadas era de facto um gosto pessoal que aí fosse realizada. De qualquer forma outros locais como por exemplo o auditório da Universidade Católica onde se têm realizado os Olhares Cruzados ou um dos (certamente) muitos auditórios das diferentes faculdades / universidades existentes no Porto seriam locais bons para a organização deste evento. Um ponto importante aqui será certamente o custo.

3. Definir programa
Tendo em conta os objectivos apresentados em outros posts, e considerando que é possível que nem toda a gente possa/queira assistir o dia inteiro, a minha proposta inicial é a seguinte:

09.30-10.30 aula sobre Europa
10.30-11.00 perguntas & respostas
(intervalo)
11.15-12.15 experiências de ex-deputados
12.15-13.15 perguntas & respostas
(almoço)
14.45-15.45 apresentação programas dos partidos
(intervalo)
16.00-17.00 perguntas & respostas
(intervalo)
17.15-18.15 apresentação propostas dos cidadãos
18.15-19.00 observações dos candidatos

4. Garantir alguns participantes
Claro que todo este esforço será em vão se não tivermos a participação de alguém. Neste ponto parece-me que vou necessitar de algum tipo de apoio para:

  • - chegar aos partidos - saber quem contactar para transmitir de forma eficaz a minha mensagem
  • - descobrir quem são a/as pessoas interessantes para ouvir sobre a europa

Todos os contributos nesse sentido serão bem vindos.

5. Publicitar ideia fora da cidade do Porto
Parece-me que numa eleição deste género em que há uma lista nacional por partido (acho eu) ao contrário de legislativas (distritos) e autárquicas (concelhos e freguesias) faz todo o sentido que ele seja aberto a mais do que a cidade do Porto como município e mesmo mais do que a AMP. Por questões práticas eu estaria a pensar incluir toda a região abrangida pela Metro do Porto e Unidade de Comboios Urbanos da CP, ou seja Póvoa de Varzim, Braga, Guimarães, Marco de Canaveses, Aveiro. Como não conheço bem essas áreas precisava da vossa colaboração para:

  • - descobrir pessoas / blogs / meios de comunicação dessas cidades / regiões que possam divulgar esta iniciativa
  • - descobrir pessoas / blogs / meios de comunicação dessas cidades / regiões que queiram participar

Para além disso gostava também de tentar um patrocínio quer da Metro do Porto quer da Unidade de Comboios Urbanos da CP de forma a financiar a viagem das pessoas que viessem dessas localidades. Se alguém me souber redireccionar para as pessoas que tratam destas questões p.f. enviem-me um mail.

6. Publicitar ideia fora da blogosfera
Considerar que a blogosfera é suficiente para publicitar este tipo de iniciativas é, na minha opinião, um desperdício de recursos. Tal como achar que o seu contributo não serve para nada o seria. Para conseguirmos uma boa exposição mediática desta ideia o que é necessário (acho eu claro) é atingir os diferente meios: blogs, redes sociais, rádios (locais e nacionais), jornais (locais e nacionais) e eventualmente a televisão. É uma das propostas que fica para esta semana. Quem puder ajudar nesta tarefa contacte-me.

Finalmente e resumindo um pouco aquilo que foi feito até agora:
semana 0
- troca de emails com alguns amigos para testar esta ideia
semana 1
- publicação de artigos no blog A Baixa do Porto
- intervenção na parte de perguntas e respostas da conferência Olhares Cruzados de forma a tentar publicitar esta ideia
- contacto directo com alguns intervenientes da conferência Olhares Cruzados
- contacto directo com alguns intervenientes do projecto Inner City
- troca de emails com 2 pessoas que me contactaram via Baixa do Porto

Nos próximos dias vou detalhar mais aquilo que já pensei e (espero eu) incorporar as vossas sugestões. Quem estiver disponível por favor contacte-me. Podem deixar-me alguma mensagem no meu blog, enviar uma mensagem via twitter ou então enviar um mail para o blog da Baixa do Porto a pedir o meu contacto. Já criei também um grupo no Facebook para tentar chegar a mais pessoas.

--
blog.osmeusapontamentos.com

20090419

Uma 2ª cidade descomplexada

Tem colinas, rio, comboios, metro subterraneo, funiculares, trams/metro de superfície, troleys modernos e autocarros:


Não é o Porto, mas sim Lyon:



20090418

Os 3 traçados

Leitura prévia: Expansão «low-cost» do Metro do Porto.

Porque rejeitar o traçado da avenida da Boavista:

  • O traçado pela avenida da Boavista não foi rejeitada por causa de problemas de transito (solucionáveis se adoptarmos o enterramento preconizado para Diogo Botelho) mas sim porque não é tão abrangente no trafego e porque está em média a escassos 500m de outras linhas de metro situadas a norte;
  • O traçado pela avenida da Boavista apenas faria sentido se o canal Aeroporto-SHora-RotundaBoavista-Candal/Gaia (via nova ponte) fosse usado para o comboio de velocidade elevada Porto-Minho-Vigo. Se houver coragem para mudar tal, eu defendo a linha da Boavista. A grande verdade, é que tomou-se uma decisão errada: A ligação a Matosinhos deveria ser pela avenida da Boavista e o canal actualmente usado pelo metro deveria ter ficado para comboio sub-urbano e TGV...Agora é tarde. O portuense Pedro Arroja diz que os protugueses tem falta de julgamento. Excepto Rui Moreira, honra seja feita, os actores públicos portueneses, pessoas individuais ou colectivas, não existem estrategicamente (assunto a abordar em futuros posts)...
Porque rejeitar o traçado S.Bento-CampoAlegre:
  • É caro;
  • Como podemos ver no mapa, dista escassos 100 a 200 metros do canal já existente na Marginal do Douro e o ramal Campanhã-Alfandega. Vai ser muito dificil explicar porque é que o canal existente não é aproveitado e é necessário construir um novo enterrado ou tunelado mais a norte e várias de dezenas de milhões mais caro.
Porque aceitar o traçado Marginal do Douro+ramal da Alfandega:
  • É praticamente grátis;
  • Apesar de não coincidente com o eixo de trafego SBento-HospitalSAntónio-CampoAlegre-Fluvial, é possivel capta-lo via integração urbana;
  • E abre espaço a inovação urbanística por obrigar mobilidade reforçada entre a cota alta (onde se situa o trafego) e cota inferior (onde está o canal) via elevadores, tuneis, escadas rolantes, «shutlle bus», etc;
  • Liberta verbas para outros projectos portuenses ou antecipa outras linhas de metros e afirma a capacidade portuense de implementar soluções exigentes;
Traçado Marginal do Douro+ramal da Alfandega tem no entantos riscos, que não nego:
  • Alguns troços mono-via, nomeadamente o tunel do ramal da Alfandega e troços entre esta e o Fluvial onde não existe espaço para a duplicação; No entanto, nada que não se resolva com sistema de sinalização adequado;
  • Integração/mobilidade pedonal não ser suficiente para captar o interesse dos utilizadores;
  • Eventualmente necessidade de veículos de menor gabarito/dimensão;

20090417

Sobre as novas elites do Norte

“As novas elites nortenhas” « BLASFÉMIAS
as elites no norte estão todas no sul, porque não conseguem viver no meio daquela mentalidade tacanha, mesquinha e invejosa. só ficaram lá os wannabes a organizar conferências.


Compraração de custos por Km dos vários tipos de Metro


Tunelado: 24 milhoes €
Enterrado: 17 milhoes €
Superfície: 11 milhoes €
Trolleybus: 7,7 milhoes €
Leituras recomendadas