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20090222

O interesse público

  Telejornal da RTP1 das 13horas de hoje (Domingo), abre com a notícia de ontem mais importante, um jogo de futebol Sporting/Benfica da 19º jornada a 11 do final da Liga. Cujo interesse público era: O Benfica se vencer fica a 1 ponto do Porto, com empate a distância para o Porto será de 3 e 6 pontos. Em caso de vitória leonina continuam pela luta do título os dois  a 4 pontos do Líder. Sete ( 7) minutos de interesse público que tinham de ter nota de abertura! Politicamente ontem só deu Sócrates e Paulo Rangel! O problema não é da RTP pertencer ao Estado, é sim de quem a Administra.

20080613

Lisboa Capital

Um dos canais do Estado, RTP1 dedicou ontem a sua programação da noite a um "Especial Sto. António", a SIC fez o mesmo. A SIC sendo privada, é lá com eles. Agora o canal pago pelos contribuintes ( quando há buracos orçamentais, entra o nosso dinheiro), encher o ecran com uma noite Lisboeta!

Vamos ver se na noite de S.João e de S.Pedro a RTP1 dará destaque aos eventos da "província".

20080509

Rotundas e Autarcas

De há uns anos para cá, virou moda criticar os autarcas das localidades mais pequenas pela utilização sistemática de rotundas no ordenamento do trânsito, apontando tal situação como um exemplo de desperdício de recursos pelo poder local.

Tal observação resulta da ignorância: "o uso de rotundas na resolução de pontos de conflito, resulta em excelentes soluções do ponto de vista da capacidade e da segurança rodoviária" (EP). Não obstante, é evidente que houve alguma utilização abusiva desta "ferramenta" de ordenamento do trânsito (ex. mini-rotundas em Viseu).

É que a alternativa às rotundas são cruzamentos e semáforos, que obrigam a paragens e maior desgaste dos veículos, e que não têm o mesmo efeito em termos de segurança (redução da velocidade máxima efectiva). Existe também a possibilidade de utilizar túneis, uma solução dispendiosa que se apenas se justifica quando há elevado volume de tráfego envolvido, sendo por isso frequentemente aplicada nas principais áreas urbanas portuguesas, em particular em Lisboa.

Cômputo geral, as rotundas são até uma solução relativamente barata face aos beneficios proporcionados, particularmente tendo em conta que a sua boa utilização permite optimizar a capacidade de utilização da infraestrutura rodoviária existente (isto é, "processar" mais veículos no mesmo espaço de tempo).

Assim, esta crítica aos autarcas "só pode ser o resultado da ignorância ou da inveja pela facilidade de circulação automóvel na grande parte das cidades com rotundas".

Nota: Reescrito após ler os comentários do Bruno Santos, dos quais retirei alguns "ensinamentos".

20080424

Formação em Provincianismo

Lia-se no Diário Económico de 17.04.2008: "Quantas vezes não ligámos para o serviço informativo, 118 da PT para pedir o número de morada em Lisboa, por exemplo no Marquês de Pombal, e alguém do outro lado nos respondeu 'a localidade, por favor'", a propósito da deslocalização do serviço 118 para Cabo Verde. Concluía-se mais à frente que "Em Portugal, também há muita gente que não conhece Lisboa".

A conclusão a retirar é precisamente a contrária. Em Lisboa é que ainda há muita gente que não conhece Portugal. Provincianos ao ponto de acharem que deverão ser considerados o centro do mundo para todo o português. E sobretudo muito ignorantes. Afinal, estão convencidos que não existe mais nenhum local chamado "marquês do pombal" em Portugal...mas existe:
- Rua de Marquês de Pombal no Barreiro, Cacém, Albergaria-a-velha, Parede, ...
- Av. Marquês do Pombal em Santarém, Sines, ...
- Praça do Marquês de Pombal em: Pombal, Porto e Lisboa (ver wikipedia)

Para resolver o "problema", foi feito um esforço no sentido de "dar aos seus colaboradores, cerca de 190, a formação necessária em geografia, cultura, língua portuguesa, entre outros." Nada como uma bela formação em provincianismo centralista para que eles, à imagem dos seus formadores, não se atrevam nunca mais a colocar a hipotese de haver algo em Portugal que fique fora de Lisboa...

20080118

Voos rasantes....estupidez a grande altitude

Já todos nós vimos noticias sobre os voos rasantes em Penamacor, no entanto hoje no global noticias alguém escreve um artigo com este "se os coelhos stressados vivessem em Lisboa...".
Neste artigo, Gonçalo Pereira, ironiza todo o "dramatismo e stress" protagonizado pelas populações de Penamacor, dizendo mesmo que a revolta chegou aos coelhos que também se queixaram ao ministério da defesa. O artigo acaba, fazendo referencia ao facto de em Lisboa todos os dias se ouvirem aviões, buzinas de automóveis e todo o barulho inerente a uma grande cidade e ninguém diz nada.

Pois eu lembro a este senhor que:

- Nenhum avião comercial ou buzinas tem rachado paredes de casas e partido vidros, tal como aconteceu em Penamacor.

- Lá por Lisboa não ter um pingo de silencio, não significa que as outras povoações não possam reclamar o silencio absoluto.

- Voos rasantes de aviões da força aérea não fazem o mesmo barulho que uma buzina ou mesmo de um avião comercial à altitude em que passam em Lisboa.

- Eu tenho 23 anos e se um avião desses passasse por cima da minha casa a baixissima altitude eu ficaria cheio de medo, agora imagine-se pessoas idosas (pessoas essas que até não se importariam de ter umas buzinas na sua terra e em contrapartida ter uma urgência a meia hora de casa)

O Pedro Morgado fala em provincianismo em Lisboa e tem toda a razão...

20071129

"O Porto é tão centralista como Lisboa como se confirma pela "árvore de Natal" - Filipe Melo

De facto, essas ideias estão todas do avesso...

O
Filipe Moura está convencido que no Porto* queremos alguma coisa de Lisboa. Que queríamos ter o Terreiro do Paço. Não queremos. A única coisa que queremos do Terreiro do Paço é que nos deixe em paz, e que não impeça o nosso desenvolvimento**. O que sempre pedimos foi que nos deixassem tratar dos nossos próprios assuntos, pela simples razão de que somos muito melhores a prosseguir os nossos interesses do que outros que nem sequer têm grande interesse em fazê-lo. Já que nunca o conseguimos, pedimos que pelo menos não desbaratem o nosso dinheiro, o que também não tem sido fácil (e lá estamos nós mais uma vez a tentar impedir-vos de fazer asneiras). Mas como o Estado Central gosta muito de encher os bolsos aos empreiteiros, às vezes, em momentos de fraqueza, limitamo-nos a pedir que, sem aumentar o esbanjamento, o dividam por mais algumas freguesias.

Mas ele está mesmo convencido que a nossa maior ocupação no Porto é cobiçar as
parvoíces de Lisboa. Sendo assim, a propósito da vinda para o Porto da maior árvore de Natal da Europa, escreve: "Este episódio confirma que o Porto só aspira a ter o que Lisboa tem, incluindo o poder. O Porto é tão centralista como Lisboa; a “regionalização”, para o resto do norte, seria decidir entre o Porto e Lisboa. Não há grande diferença, como se confirma pela “árvore de Natal”."

Deixa-me ler outra vez: "O Porto é tão centralista como Lisboa (...); Não há grande diferença, como se confirma pela “árvore de Natal”." Caramba! Nunca imaginei que a árvore do Millennium BCP fosse um símbolo tão grande do centralismo. Ups...pois é. Parece que afinal a ideia foi de uma instituição privada que até tem a administração em Lisboa, e o evento não é mais do que uma campanha de marketing. Pois...não tem mesmo nada a ver com os portuenses que, aliás, nem acharam muita piada à coisa***.
Concerteza far-lhe-à confusão, mas para nós Lisboa não é o centro do mundo. É verdade, gostamos tanto da nossa terra que não sentimos necessidade de cobiçar a dos outros. Temos mais que fazer (e mais ainda gostávamos de poder fazer, se nos permitissem).
*Leia-se também no Norte, porque este é um blogue sobre o Norte. Simplesmente as "farpas" foram apenas lançadas ao Porto e a Braga. **Sim, não queremos que promovam o nosso desenvolvimento. Já seria um avanço brutal se simplesmente parassem de o bloquear (seja deliberada ou inconscientemente). ***Se ainda fosse o maior pão com chouriço da Europa... : )

20071106

Provincianismo (sobre "Fora de Lisboa é tudo provinciano")

"É possível definir provincianismo de diversas formas. Uma delas, talvez a mais literal, será dizer que quem não é da capital é provinciano. De certeza que o dicionário, que diz que o Cigano é trapaceiro, impostor, agiota, astuto, velhaco e miserável, gosta desta definição de provinciano.

Talvez uma melhor definição de provinciano seja a de alguém que está limitado às suas fronteiras. Alguém incapaz de ver e reconhecer o outro, que por conhecer apenas as suas fronteiras não reconhece as várias capitais que garantem a diversidade. Provinciano é o contrário de cosmopolita, é o habitante da Caverna de Platão.

Quando saí de Lisboa, há cerca de 10 anos, e disse que vinha para Braga, a reacção de muitos colegas foi espantosa. "Braga? Tão interior? Ainda se fosses para Coimbra, mas Braga, tão interior!!" Maravilhado, tentei explicar que Braga ficava mais ao menos à mesma distância da costa Marítima que Coimbra, pelo que dificilmente seria mais interior…
Explicação vã. Rapidamente percebi que, na cabeça daquelas pessoas, interioridade era sinónimo de distância da capital. Depressa compreendi que, se estivesse em Espanha, no interior estariam as praias da Galiza e no litoral estaria Madrid.

Vem isto a propósito de uma entrada de Filipe Moura sobre a praxe. Tal como o Filipe, considero a maioria das praxes absurdas e estúpidas. Pior do que isso, o carácter humilhante e vexatório das praxes ensina os recém-chegados, os caloiros, a andarem de cabeça baixa e a obedecerem cegamente. Ou seja, ensina-lhes o contrário do que devem ser: pessoas orgulhosas, que andam de cabeça levantada e que não se deixam intimidar.

O problema com o Filipe não é esse. O problema é ele criticar a praxe por ser provinciana (algo que não contesto), mas, depois, apresentar como único argumento o facto de não conhecer nenhum lisboeta, a estudar em Lisboa, que seja praxista. Ainda se falasse dos lisboetas que foram estudar para fora de Lisboa… Ou seja, naquela cabeça luminosa, provinciano é quem não é de Lisboa. Cosmopolita é o lisboeta que de Lisboa e de casa dos pais não sai.

Não discuto a qualidade da amostra de Filipe, nem a sua ignorância sobre o resto do país. O que me choca é mesmo esta incapacidade de passar da sua minúscula fronteira. De pensar que cosmopolitismo é ir à Festa do Avante e ter amigos do Bloco. Não é provinciano, afinal esse epíteto está reservado para a "interioridade", é mesmo pacóvio."

Luís Aguiar-Conraria, no "A destreza das dúvidas"

Nota PMS: É minha profunda convicção que as maiores concentrações de provincianos do país se encontram, por ordem decrescente, em Lisboa e no Porto.

20070909

Indemnizações compensatórias II

Vejamos:

1. A CP, o Metropolitano de Lisboa e a Carris, encontram-se numa situação de autêntica falência técnica. (Ainda bem que o Governo decidiu impôr ao Metro do Porto o tão bem sucedido modelo do Metro de Lisboa...)

2. Por algum motivo, o Estado Central acha que é a sua função financiar os transportes locais e suburbanos (na minha opinião, isso deveria ser função das autarquias e das futuras regiões). No entanto, acha que isso só é válido para Lisboa e Porto. O resto do país não interessa. Um caso de drenagem bipolar.

3. Outra função que costuma pertencer ao poder local é o financiamento da cultura. Mas o Governo decidiu manter uma excepção. O Teatro Nacional D.Maria irá receber 5M€. Como é óbvio, Lisboa tem um enorme défice de oferta cultural face ao resto do país...

4. A Air Luxor, que não tem licença para voar há um ano, tem direito a 1,1 milhões de euros. Como é que as companhias aéreas que não voam conseguem prestar um serviço público. Será que ajudam a reduzir o desemprego de boys?

Tendo isto em conta, é óbvio que a notícia mais importante é a quadriplicação das indemnizações ao Metro do Porto. O triste é necessitar da blogosfera para chegar a estas conclusões...

Indemnizações compensatórias

O Diário Económico publicou sexta-feira um artigo sobre as indemnizações compensatórias às empresas públicas. O seu título era simplesmente vergonhoso e claramente persecutório: Metro do Porto recebe quatro vezes mais em compensações estatais.

De facto, é factualmente verdade. É no entanto a informação menos relevante a dizer sobre o assunto. A indemnização passou se 2,5M€ para 10,9M€.

Curiosamente, esta notícia sai no mesmo dia em foi anunciado (apenas no Destak, segundo o Google News) que o Metro de Lisboa perde 3,2% de passageiros e o Metro do Porto ganhou 33,7%.

Note-se também que, segundo o DN, a CP, o Metropolitano de Lisboa e a Carris, encontram-se numa situação de falência técnica. Mas que valores foram para as empresas de transportes públicos locais / inter-urbanos?:
- Carris (Lisboa): 49M€
- Metropolitano de Lisboa: 24M€
- STCP (Porto): 17,5M€
- Fertagus (Lisboa): 12,6M€
- Metro do Porto: 11M€
- Transtejo (Lisboa): 6,0M€
- Soflusa (Lisboa): 4,2M€
- Rodoviária de Lisboa: 2,2M€
- Vimeca Transportes (Lisboa): 1,4M€
- Transportes do Sul do Tejo: 1,3M€

É o habitual: quando o Estado Central revela o seu enorme esbanjamento de recursos públicos, há sempre alguns jornalistas que tentam chamar as atenções para o Porto. Não acredito em teorias da conspiração, mas isto é um caso nítido de perseguição pública.

Este é só o primeiro post. É que as coisas que a jornalista deixou passar não são menos que escandalosas. É o que dá estar mais preocupada com o ressabiamento futebolístico do costume do que com o rigor das análises (recomenda-se menos futebolíte e mais trabalho). Prossigamos para o próximo post.

20070830

"Guerra" Porto vs. Estado Central II

Um erro muito comum é achar que o Porto luta pela autocracia por causa da sua importância económica. Não é verdade. Já muito antes do vinho do Porto (sec. XVIII) que o Porto luta pela autocracia. O Porto viveu em luta constante com os bispos que nela habitavam, e que procuravam controlar os poderes da cidade. Rapidamente serão os reis a querer controlar a cidade. Apenas no sec. XVI D. Manuel I conseguiu impôr o "juíz de fora" e revogar a regra que impedia a presença de nobres por mais de 3 dias - contra o que as instituições municipais e a população reagiu muito negativamente (afinal, tinham impedido os bispos de fazer o mesmo durante centenas de anos).

Esta aversão a todo o poder externo (rei, clero, nobreza) sempre caracterizou o Porto. É verdade que os ingleses trouxeram ideias liberais. Mas apenas no Porto residia o espírito proto-republicano onde estas ideias poderiam dar fruto.

Não é por acaso que a luta pela liberdade no país sempre residiu nesta cidade: na guerra civil de 1383-85, na revolução liberais, na luta pela restauração da carta constitucional, na luta pela República, ou mesmo no apoio popular ao Gen. Humberto Delgado...

Há quem apelide esta "luta" de ridícula, mas a verdade é que ela é tanto mais ridícula quanto é evidente que, enquanto o Porto luta pelo que é seu, outros lutam pelo que é do Porto.

Dizem que é um assunto que não tem importância, mas não abdicam do que não é deles. No final de contas, o verdadeiro espírito do provincianismo reside aqui: acham que, na sua rua, sabem o que é melhor para a rua dos outros.

Porto versus Portugal


Estando bem longe do torrão pátrio, confesso que vejo com cada vez mais inquietude o enquadramento institucional do Porto (Norte) no contexto da unidade da República Portuguesa. Com as devidas adaptações de "latitudes nacionais", faço minhas as palavras de Sabino Arana, pai do nacionalismo Basco;

"Una autonomía lo más radical posible dentro de la unidad del Estado español (português)."

20070730

ProvincianismosII

A azul está a conquista do Torneio de Casablanca pelo Belenenses e a vermelho o apuramento do Leiria para a UEFA.

Os três jornais diários desportivos da Nação existem para 3 clubes de futebol, os suspeitos do costume, basta ver as capas de hoje. Sugiro uma ultra-liga a 3 e uma super-liga a 13.

20070720

Causas da derrota nortenha - O estatismo "vermelho" como fonte de toda a doutrinação

Via Blasfémias

"O PREC não dividiu os portugueses apenas em revolucionários e contra-revolucionários. O povo que supostamente seria libertado pela revolução também foi dividido em consciente e alienado. Às vezes o retrato dos «alienados do Norte» era quase grotesco. Não afiançou, em Cuba, Otelo Saraiva de Carvalho, que as Forças Armadas Portuguesas iriam participar no desenvolvimento do Norte do país onde, segundo ele, existiriam localidades cujos «habitantes têm um vocabulário inferior a 500 palavras»?"

"Foi nesse país dos ignorantes e alienados que as campanhas sanitárias e de alfabetização, que arrancaram ainda no Verão de 1974 e que anteciparam o serviço cívico, tal como as sessões de dinamização levadas a cabo pelo MFA, como a «Nortada», e a «Verdade», tiveram quase exclusivamente lugar."


Nota: O centralismo tem destas coisas! Os fascistas não gostavam do Dragão no escudo da cidade do Porto e mandaram tirá-lo (até hoje os democratas ainda não tiveram a dignidade de colocarem o Dragão no seu devido lugar!). O Estado Novo abriu as portas da emigração da juventude nortenha, pois mais importante era tomar conta das quintas de áfrica! Quem é que era maioritariamente chamado para a guerra colonial? Eu sei, são perguntas aborrecidas e que colocam em causa a unidade nacional...

Os centralistas "vermelhos" comandados por um analfabeto funcional e terrorista nas horas vagas, resolveram doutrinar e evangelizar o nosso povo. Cospiam na nossa cultura (e ainda cospem) tentando mudar e limar as arestas do ser nortenho.

Somos um joguete nas mãos do estado e dos seus capatazes. Menos estado ou nenhum estado, e aí seremos livres!

Aos centralistas messiânicos;

Guardem a vossa chibata. Somos homens livres!

Da Bola

O que é isso de diferenças clubísticas? Da bola, do tiro aos patos ou da pesca desportiva?

Qual é o interesse das preferências clubísticas de cada um? Não são elas próprias preferências privadas?

Será que o país ainda não existia quando adoptamos como nosso, um desporto inglês chamado football?

Relativamente aos clubes, só posso fazer minhas as palavras de César Monteiro quando indagado sobre qual seria a reacção do público português face ao seu último (e polémico) filme!

É claro que não vou transcrever as famosas e eloquentes palavras de César Monteiro...por respeito ao "chá" que a minha mãe me deu em criança e ao bom nível que um portuense deve sempre manter nestas situações de intervenção pública(da)!

20070716

Grupo excursionista "Os Unidos à Mãozinha"

Vou inscrever-me no Partido Democrático Americano. Nas próximas autárquicas talvez arranje lugar numa excursão a Nova Iorque. :-)

20070625

Favores Pessoais II

Quando alguém pede um favor pessoal, é porque tem um interesse pessoal em que algo aconteça. Se alguém pede um favor pessoal, é porque dúvida do mérito de um projecto. Caso contrário, ou pedia um favor institucional, ou (mais provavelmente) não era preciso favor nenhum. Mas se dúvida do mérito, porque pede um favor? Qual será o benefício pessoal de Manuel Pinho?

Saldanha Sanches referiu-se às ligações entre Ministério Público e as Autarquias na província. Poderemos agora verificar se no Estado Central essas ligações são diferentes.

Nota: Confesso ter muito mais fé no Ministério Público que o Saldanha Sanches. Parece-me que as responsabilidades são mais imputáveis a outras "forças"...

Disclaimer: Antes que alguém me processe, escrevo o que escrevo a acreditar na veracidade das afirmações do Emídio Gomes. Não afirmo que Manuel Pinho seja culpado. Defendo apenas que deve ser investigado após as referidas afirmações.
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