Jornal de Negócios Online - Vestiu selecções mundiais, chegou a facturar 100 milhões e está agora insolvente.
20090206
Freeport: Cavaco sabe que Sócrates tem culpa, mas assobia para o lado
portugal contemporâneo: assobiar para o lado
Cavaco «Sabe que algum dinheiro foi para camapnhas eleitorais. E como sabe isso, cala-se porque tem telhados de vidro. É exactamente por isso que o regime está podre e o Sr. Silva ajudou e ajuda a apodrecê-lo ainda mais.»
Assusta
Este gráfico assusta qualquer um: Despesas Públicas 1947-2007. A componente que mais tem crescido são as Remunerações.
Os portugueses, por conta de outrem ou conta própria vivem sempre em risco, de perder o emprego ou o negócio falir. Tem maior risco. Por isso mereciam ganhar mais. Porém, os funcionários públicos, maioritariamente localizados em Lisboa, usurpam a riqueza produzida em Portugal.
Mais uma situação onde os produtores de Bens e Serviços Transaccionáveis são «explorados» pelos outros.
(via Balancedscorecard)
Os portugueses, por conta de outrem ou conta própria vivem sempre em risco, de perder o emprego ou o negócio falir. Tem maior risco. Por isso mereciam ganhar mais. Porém, os funcionários públicos, maioritariamente localizados em Lisboa, usurpam a riqueza produzida em Portugal.
Mais uma situação onde os produtores de Bens e Serviços Transaccionáveis são «explorados» pelos outros.
(via Balancedscorecard)
A Regionalização não vai avançar na conjuntura actual
- Num país que mais parece um bilhar que só descai para um buraco (Lisboa), os autarcas transmontanos e alentejanos, que há dez anos estavam contra a Regionalização, começam a torcer a orelha – mas ela já não deita sangue;
- Ludgero Marques diz “sim” a três regiões;
- Menezes disponível para ser "soldado" na luta pela regionalização;
Agora que o regionalismo de aviário anda mais agitado do que quando há raposas na capoeira, convém não fiar na virgem:
A crise quando nasce é para todos. Assim como ela não permitirá as megalomanias lisboetas (NAL, TTT, TGV, etc), haverá também a tentação de usar o mesmo argumento para adiar novamente a Regionalização, como já referi em Setembro passado. Por muito esfarrapada que seja a argumentação, será difícil justificar a reengenharia da administração pública junto de sectores mais conservadores e beneficiários do status quo actual e que tem algum poder, diga-se. Daí Paulo Rangel já ter começado a afinar pelo mesmo diapasão de Manuel Ferreira Leite ao afirmar que a Centralização da gestão de uma organização é mais barata... É verdade. Assim com é verdade o facto de os salários e metro2 de Lisboa, onde se concentra a administração pública, serem em média mais caros do que no resto de Portugal. Na minha opinião, a Regionalização não avançará na actual conjuntura.
Assim, todos os que defendem o reforço dos poderes públicos fora de Lisboa, com ou sem Regionalização ou Descentralização, devem começar desde já a adaptar o discurso e procurar atingir este objectivo por outros meios:
Assim, todos os que defendem o reforço dos poderes públicos fora de Lisboa, com ou sem Regionalização ou Descentralização, devem começar desde já a adaptar o discurso e procurar atingir este objectivo por outros meios:
- Imitar modelo dinamarquês: Implementar a Regionalização simultaneamente com a Fusão de Autarquias;
- Passagem de competências das Autarquias e Estado Central as Regiões: Por exemplo, foi o governo da Saxonia que investiu na Qimonda. As competencias que envolvem Economia, desde os pelouros camarários relativos às actividades económicas até ao próprio Ministério da Economia devem desaparecer e passar para as regiões. Planeamento terriotiral e transportes, o mesmo.
- Desconcentração: Sedear organização centralizadas da Administração Pública central para fora de Lisboa, como foram/são no Porto o CPFotografia, Fundação da Juventude, INE, API, direcção de recursos humanos do Exército, etc
É melhor começar a pensar já em «upgardes» ao processo de Regionalização que o tornem ainda mais credível e em contrapartidas caso ele não avance.
20090205
Economia lisboeta em colapso 2
Jornal de Negócios Online - O arrastão
A crónica de PSG revela mais detalhes das dificuldades em série do BCP, CGD, TD, Joe Berardo, Teixeira Duarte, Filipe de Bottom, João Pereira Coutinho, João Rendeiro.
De fora de Lisboa, apenas Manuel Fino, da Soares da Costa.
A solução, vender os aneis com avlor (BCP ao BBVA)
A crónica de PSG revela mais detalhes das dificuldades em série do BCP, CGD, TD, Joe Berardo, Teixeira Duarte, Filipe de Bottom, João Pereira Coutinho, João Rendeiro.
De fora de Lisboa, apenas Manuel Fino, da Soares da Costa.
A solução, vender os aneis com avlor (BCP ao BBVA)
Economia lisboeta em colapso
Jornal de Negócios Online - Oito empresas da bolsa estão quase sem capitais
Teixeira Durate (Construção), Papelaria Fernandes (Distribuição), Compta (Serviços), Lisgráfica (Serviços) são 4 exemplos de empresas de Lisboa dos sectores de bens e serviços não transaccionáveis que estão à beira da falência. Uma outra é a VistaAlegre, gerida a partir de Lisboa.
Penso que quem vai sofrer mais com a presente crise é quem vive acima das possibilidades.
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Efacec sem contrapartidas
Renovar o Porto (Gaia): Azelhices ministeriais
Rui Valente detecta bem: Comprar submarinos ou aviões Airbus mereciam efectivas contrapartidas para empresas com alguma tecnologia, como é o caso da Efacec.
Rui Valente detecta bem: Comprar submarinos ou aviões Airbus mereciam efectivas contrapartidas para empresas com alguma tecnologia, como é o caso da Efacec.
20090204
Mais lições do caso Qimonda
Público, Lurdes Ferreira: Lições sobre o investimento em alta tecnologia
Como referia há dias, a Quimonda não endogeniza know-how. O único cliente e fornecedor eram a Qimonda de Dresden.
Ajudas públicas tem que ser muito mais ponderadas e fraccionadas. Não é tarefa para a Administração Central, mas sim Regional.
Como referia há dias, a Quimonda não endogeniza know-how. O único cliente e fornecedor eram a Qimonda de Dresden.
Ajudas públicas tem que ser muito mais ponderadas e fraccionadas. Não é tarefa para a Administração Central, mas sim Regional.
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Desenvolvimento Regional
Dupla ética habitual
Portugal enquanto “grande autarquia” « BLASFÉMIAS
João Miranda detecta bem: Nos casos Felgueiras ou Gondomar, os comentadores lisboetas habituais (Saldanha, JPPereira, etc) rasgavam as vestes. Com o Freeport, assobiam para o lado ou nem aparecem.
João Miranda detecta bem: Nos casos Felgueiras ou Gondomar, os comentadores lisboetas habituais (Saldanha, JPPereira, etc) rasgavam as vestes. Com o Freeport, assobiam para o lado ou nem aparecem.
20090203
Salvar as Fisgas do Ermelo
remisso: O antes, o agora e o depois
Petição online aqui :http://www.petitiononline.com/PABA/petition.html
Petição online aqui :http://www.petitiononline.com/PABA/petition.html
Não percebo como ainda há portuenses votantes neste PS...
Público, Rui Moreira: A rede furada
Se calhar há uma explicação simples: Falta de conhecimento e informação sobre as intenções do governo relativamente ao ASC.
Endereço desde já os meus parabéns à ACdP pelo blogue, cartazes de rua e visibilidade no Expresso e Lusa.
Se calhar há uma explicação simples: Falta de conhecimento e informação sobre as intenções do governo relativamente ao ASC.
Endereço desde já os meus parabéns à ACdP pelo blogue, cartazes de rua e visibilidade no Expresso e Lusa.
20090202
Apesar da macroeconomia o forçar, Portugal não abandonará o Euro
portugal contemporâneo: União política
Ricardo Arroja especula sobre a saída de Portugal do Euro. Há uma razão que me leva a não acreditar neste cenário. É que quem seria beneficiado seriam os sectores produtores de bens e serviços transaccionáveis, o Norte, Centro, Algarve e Madeira e prejudicados as regiões geradoras de importações onde se situam as sedes de multinacionais, concretamente, Lisboa. Ora seriam os agentes económicos residentes nas primeirias que iriam enriquecer e os da capital emobobrecer. Porém, o poder político e mediático é completamente inverso. Lisboa põe e dispõe. Abandonar o Euro seria para eles um tiro no pé. Os agentes económicos extra-Lisboa são milhares de PMEs demasiadamente fragmentadas para pensarem em conjunto, quanto mais defenderem uma política enconómica (saída do Euro) que as beneficie.
É muito mais fácil Lisboa voltar a vender soberania do que abdicar da vida acima das possibiildades.
A não ser que a saida do Euro seja em pacote dos PIGS, um cenário de gestão controlada da política económica nacional a partir de Bruxelas, é muito mais provável.
Ricardo Arroja especula sobre a saída de Portugal do Euro. Há uma razão que me leva a não acreditar neste cenário. É que quem seria beneficiado seriam os sectores produtores de bens e serviços transaccionáveis, o Norte, Centro, Algarve e Madeira e prejudicados as regiões geradoras de importações onde se situam as sedes de multinacionais, concretamente, Lisboa. Ora seriam os agentes económicos residentes nas primeirias que iriam enriquecer e os da capital emobobrecer. Porém, o poder político e mediático é completamente inverso. Lisboa põe e dispõe. Abandonar o Euro seria para eles um tiro no pé. Os agentes económicos extra-Lisboa são milhares de PMEs demasiadamente fragmentadas para pensarem em conjunto, quanto mais defenderem uma política enconómica (saída do Euro) que as beneficie.
É muito mais fácil Lisboa voltar a vender soberania do que abdicar da vida acima das possibiildades.
A não ser que a saida do Euro seja em pacote dos PIGS, um cenário de gestão controlada da política económica nacional a partir de Bruxelas, é muito mais provável.
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Lisboa não exporta
Como podemos ler no European Cluster Observatory, onde se listam os sectores económicos europeus, o seu grau de especialização, inovação e capacidade de exportação, Lisboa praticamente não exporta, nem mesmo «business services». Quem o faz são as regiões habituais.
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20090201
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