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20081203

20080611

A Propósito de «Serralves em Festa»

No passado Sábado experimentei um pouco da «Serralves em Festa», uma verdadeira síntese dos reais motivos pelos quais o Porto cosmopolita está a anos-luz da Braga que insistem em manter inusitadamente rural.

Enquanto passeava pelos magníficos jardins, lembrei-me dos parques que o poder autárquico está a dever a Braga e aos bracarenses. Mal habituados e pouco exigentes, aceitamos sem grandes controvérsias que nos impinjam que «é bom viver em Braga», uma cidade sem um único espaço verde para verdadeira e livre fruição dos bracarenses. Prometeram-nos um Parque Norte, um Parque da Ponte, um Parque do Picoto, um Parque em Lamaçães e muitos enormes parques de diversões, mas a verdade é que nos quedamos sem nada. Nada.

Mas a Fundação Serralves é bem mais que um parque ou jardim... É um centro de arte e de espectáculos eclético e a transpirar modernidade, tal como o Vila Flor em Guimarães ou o Centro Cultural de Belém em Lisboa. Braga continua a fazer-se em torno dos prédios, a que se acrescenta a nova jóia que dá pelo nome de «centros comerciais» gigantes, em descrédito e em desuso na Europa moderna, mas que hão-de entupir-nos até às entranhas nos próximos anos.

Em Braga, nem se aproveita o Cávado nem o Este, não se aproveita verdadeiramente o património nem a história, não se promove a arte nem a cultura. Falhámos redondamente na tentativa de colocar a cidade na rota cultural, arquitectónica e turística de Portugal e da Europa e, pior que isso, continuamos a falhar quotidianamente na simples tarefa de colocar a arte, a natureza e a cultura na rota dos bracarenses.

Em síntese, continuamos a frustrar a tentativa de ancorar esta cidade na modernidade. Mas talvez esse nunca tenha sido objectivo.

Também no Avenida Central

20070910

VALE DO AVE

Esta investigação surge no âmbito do projecto europeu CAPRIGHT, integrado no sexto Programa Quadro da União Europeia. Será efectuado por 26 equipas de investigação de 13 países europeus, entre 2007 e 2010.
“O estudo no Vale do Ave foi uma iniciativa da FEP, e escolhemos estudá-lo por diversas razões. É uma região com um fraco índice de escolarização e onde há desafios a nível do mercado de trabalho, devido à estrutura da escolarização e competitividade e a nível dos seus desempregados. Era uma região dependente da indústria têxtil e do calçado, e têm surgido barreiras à reinserção no mercado de trabalho”.
A nível local”, sustenta Sara Cruz, “vamos dedicar estudos a políticas de formação, qualificação e focar a questão da empregabilidade, bem como o nível de dinamismo e cooperação entre instituições locais. Em suma, o que se pode fazer para o bem-estar colectivo, a nível regional”.

Ora aqui está uma excelente notícia! Para desenvolver as regiões é necessário começar desta forma: Estudando, analisando e por fim, implementando!
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