Sobre direitos de autor ler esta nota. Fonte: http://www.flickr.com/photos/jorge-11/2410504878/
20090228
20090227
Não são apenas as «máfias» nacionais que orbitam o Terreiro do Paço e os contribuintes
O facto de a Siemens já ter preparado crédito comercial (por falta de crédito financeiro) ao seu potencial cliente Estado Central é mais um indicador das dificuldades em curso.

Os economistas clássicos «say it better»: Origem do termo «free markets»
Exactly what does “a free market” mean? Is it what the classical economists advocated – a market free from monopoly power, business fraud, political insider dealing and special privileges for vested interests – a market protected by the rise in public regulation from the Sherman Anti-Trust law of 1890 to the Glass-Steagall Act and other New Deal legislation? Or is it a market free for predators to exploit victims without public regulation or economic policemen – the kind of free-for-all market that the Federal Reserve and Security and Exchange Commission (SEC) have created over the past decade or so? It seems incredible that people should accept today’s neoliberal idea of “market freedom” in the sense of neutering government watchdogs, Alan Greenspan-style, letting Angelo Mozilo at Countrywide, Hank Greenberg at AIG, Bernie Madoff, Citibank, Bear Stearns and Lehman Brothers loot without hindrance or sanction, plunge the economy into crisis and then use Treasury bailout money to pay the highest salaries and bonuses in U.S. history.
Terms that are the antithesis of “free market” also are being turned into the opposite of what they historically have meant. Take today’s discussions about nationalizing the banks. For over a century nationalization has meant public takeover of monopolies or other sectors to operate them in the public interest rather than leaving them so special interests. But when neoliberals use the word “nationalization” they mean a bailout, a government giveaway to the financial interests.

20090226
Escrutínio Público faz confusão...
Mas é precisamente porque os Presidentes de Bancos Públicos podem oferecer 60M€ de bandeja a investidores privados que devem ser escrutinados.
Práticas bancárias normais
- Emprestar 300M€ a um só investidor para que este compre activos de risco, mais concretamente acções de um banco concorrente? É esta a gestão de risco normal num banco público? Não existem limites de exposição definidos?
- Que o Presidente do Banco Público (aliado a outra empresa pública) promova a sua própria transferência para esse Banco privado concorrente?
- Que o Presidente que aprovou o empréstimo seja proposto por esse investidor para Presidente do Banco concorrente?
- Que mais tarde o Banco Público compre as acções que serviram como garantia ao empréstimo 25% acima do valor de mercado quando o poderia fazer ao preço de mercado ou mesmo abaixo deste, aproveitando a sua posição negocial e a queda dos mercados?
Mas sobretudo, é normal que no Banco Público e no Governo se ache que isso é uma prática bancária normal?
Finórios portuenses
O leitor mais atento exclamará: Afinal não é só Lisboa !!!
A minha tese é que os fornecedores de bens e serviços não transaccionáveis circulam o Terreiro do Paço para venderem por valores inflaccionados e assim aumentarem a sua carteira de negócios. Estas empresas são maioritariamente de Lisboa (sede, gestão, accionistas) com alguns acréscimos, nomeadamente Soares da Costa e Mota-Engil.
PS: O comentador «Suevo» informa que Manual Fino é natural de Portalegre. Não altera a tese. A Soares da Costa está sediada no Porto, assim como a sua administração. Para todos os efeitos o modelo de negócio desta empresa, da Mota-Engil e do imenso sector dos bens e serviços não transaccionáveis de Lisboa é o mesmo. Traficar influências junto da administração central e empresas públicas para potenciar as próprias carteiras de encomendas, à custa dos contribuintes.
20090225
A «máfia» atacará o Ouro do Banco de Portugal ?
Serão as reservas de ouro de Salazar a salvação para os negócios da «máfia» que circula o Terreiro do Paço ?
Ao serviço da «Máfia»
2. Nas últimas décadas as autarquias e estado central passaram a apoiar os bombeiros, mantendo-se, apesar de tudo um organização descentralizada.
3. Nos últimos anos a administração central e suas «máfias» quer passar a controlar este sector de bens e serviços não transaccionáveis e que movimenta milhões. Exemplo disso é a prestação de serviços de transporte de doentes que deixou de ser apenas fornecido pelos bombeiros.
4. No dia em que aparece uma sondagem em se revela a confiança dos portugueses nos bombeiros e a desconfiança nos políticos, aparece de imediato um agente da «máfia» a tentar descredibilizar estes portugueses (ainda) não arregimentados pelo centralismo.
5. Assim se constroi o contexto para que futuramente a gestão e o negócio dos serviços de bombeiros passem a ser geridos em Lisboa ficando por lá as remunerações mais elevadas.
Não seria melhor gastar a mesma verba numa ligação ao ASC
Em vez deste investimento, não seria preferível manter à superfície a saída de Campanhã e investir na ligação ao ASC já na 1ª fase?

20090224
Porque o JN não merece solidariedade do Norte
Pedro Baptista detecta bem: O JN não é muito coerente. Aliás os respectivos jornalistas não são muito coerentes. Durante anos aceitaram ser manipulados pela Lusomundo/Lisboa. Libertaram-se um pouco quando Joaquim Oliveira entrou. Agora são novamente vítimas do «downsizing».
É o que dá servir interesses alheios. Como alguem dizia, quem troca liberdade por segurança não merece ambas. Quem troca a solidariedade e defesa do Norte pelo salário, não merece nem um nem outro.
Ainda por cima, parece que é o JN o único jornal da Controlinveste que dá lucro:
http://renovaroporto.blogspot.com/2009/02/quem-tudo-quer.html
JMP apresenta queixa contra o governo em Bruxelas. Qual a posição de Eliza Ferreira ?
A União Europeia poderá suspender a transferência de verbas do Programa Operacional Norte (PON), na sequência da queixa apresentada pela Junta Metropolitana do Porto (JMP) em Bruxelas. A JMP insurge-se contra a introdução no regulamento do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) do mecanismo de "efeito difusor" (spill overs effects) que permite à região de Lisboa financiar projectos, desviando fundos estruturais das regiões de convergência. (...)O "efeito de difusão" está limitado ao Sistema Científico e
Tecnológico e da Administração Pública e tem um carácter excepcional. O
Governo invocou junto da Comissão Europeia (CE) o "benefício da
capitalidade" e o efeito multiplicador noutras regiões do país de
investimentos, em especial na área de Investigação &
Desenvolvimento, realizados por agentes de Lisboa.Este mecanismo permite, por exemplo, candidatar ao QREN uma parceria
O seu presidente Carlos Laje tem uma "oposição de princípio" ao
entre um centro de investigação de Lisboa e uma empresa nortenha. Ou
financiar um investimento que tenha de ser promovido por um serviço
central, como o caso de plataformas informáticas do Fisco, para que
empresas de qualquer região possam realizar operações online. (...)
"mecanismo controverso e excepcional" do "efeito de difusão", invocado
pelo Governo. "No passado recente, não foi a grande concentração de
investimentos na capital que fez o país crescer como um todo ou
diminuir as assimetrias de desenvolvimento regional", adverte Laje

20090223
Produção de lixo na AMPorto é insustentável
No ano passado, a produção de resíduos atingiu as 544 mil toneladas, pode ler-se num comunicado do Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto. Os dados disponíveis revelam que cada habitante do Grande Porto produz, em média, 1,5 quilos de resíduos por dia.
Por isso, a Lipor apela a uma cidadania responsável que contribua para um futuro sustentável, ao prevenir a produção de resíduos.

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