20090211

Nas crise, o «back to basics» costuma resultar: Norte de Portugal no seu melhor.

Balanced Scorecard: O alfaiate industrial

CCZ, desenvolve um artigo do fim de semana do Expresso. Concretamente o «upgrade», a migração de sector da quase falida Maconde. E esta estratégia foi implementada não por super-gestores, que de vestuário nada percebiam, mas sim por prata da casa com experiência no ramo. Parece que está a dar frutos. Norte de Portugal no seu melhor.

Pior que os anos 30: Confiem, portanto, em Socrates e verão as consequências

'This is the worst recession for over 100 years' - UK Politics, UK - The Independent
Britain is facing its worst financial crisis for more than a century, surpassing even the Great Depression of the 1930s, one of Gordon Brown's most senior ministers and confidants has admitted.


20090210

As PMEs e os exportadores estão a Norte de Portugal. O IAPMEI e o AICEP em Lisboa...

Oje - o Jornal Economico - Nacional - AICEP: empresários lamentam que tudo se resolva em Lisboa

Seis anos após a API nascer pomposamente no Porto
como exemplo descentralizador, a sucessora AICEP mantém sede no Norte
apenas no papel, acusam os empresários, forçados a constantes
deslocações a Lisboa.

Via Renovar o Porto.

Portos do Norte ganham carga, os do Sul não escapam à crise

Jornal de Negócios Online
Comecemos pelas excepções: o porto de Leixões atingiu no ano passado "um novo valor histórico", como salienta a sua administração, tendo encerrado 2008 com uma movimentação de 15,635 milhões de toneladas de cargas, o que traduz um crescimento de 4,6% (ou seja, quase 700 mil toneladas) face à registada no ano anterior.

É necessário discutir as barragens do alto Tâmega

Pensar Basto: Discutir o futuro "?submerso?" que a barragem nos reserva!

A câmara de Cabeceiras agendou uma conferencia, para dia 13 de Fevereiro ás 21 e 30h, o tema "O impacte da
Barragem de Fridão". O assunto ainda não está suficientemente debatido.

20090209

Pensamento do dia III

Imaginem dois coelhos numa cova, de certeza que quando sairem dela são amigos. Mas se puserem duas notas de 100, elas saem sem trocar palavra.

Logo, o dinheiro não faz amigos.

Pensamento do dia II

Se colocadas numa cova, duas notas de 100€ não têm sexo umas com as outras.
Os coelhos sim.
Logo, os coelhos produzem. O capital não.

Pensamento do dia

Porque motivo é que alguém deveria colocar 200€ numa toca?

PPCoelho começa a ter alguma credibilidade. E o Norte ?

Jornal de Negócios Online - artigo de Pedro Passos Coelho
«Em primeiro lugar, o objectivo de inverter o actual perfil de poupança pública e privada, ou melhor, de falta dela. Sem isso não conseguiremos evitar a contínua fuga de riqueza para o exterior nem dinamizar o investimento num quadro de menor alavancagem financeira como será aquele em que o mundo viverá daqui para a frente.»

Quem escreve isto começa a ter credibilidade. Falta no entanto falar sobre desenvolvimento territorial. Caro TAF, caro LR, não conseguem apertar o vosso «lider» ?

Quimonda: Os marxistas «say it better»

Nunca desistir! - Luta Popular na região especial do Porto
«A Qimonda de Vila do Conde tem apenas um cliente que é também o seu único fornecedor porque o governo aceitou como bom, aliás, mais do que como bom, como o supra-sumo da modernização do “aparelho produtivo nacional” merecedor de todos os apoios, o facto de uma multinacional cá colocar uma peça intermédia da sua cadeia produtiva. Depois fala-nos que é a maior exportadora mas esquece-se de dizer que é também a maior importadora e que nada pode ser exportado sem que quem comanda a cadeia de produção o queira. Assim, num instante, a “modernização” e a “base tecnológica” das exportações pôde esfumar-se. O que faz igualmente esfumarem-se as centenas de milhões de euros, em terrenos, em isenções fiscais e em subsídios a fundo perdido, atribuídos, pelo estado nas suas componentes central e local, às sucessivas empresas que assumiram a fábrica (Siemens, Infineon e Qimonda). Na realidade o estado burguês, por intermédio dos sucessivos governos, a única coisa que fez foi entrar no leilão internacional da força de trabalho promovido pelas multinacionais, oferecendo a mão-de-obra nacional pelo menor preço, no caso menos que zero (a soma dos montantes totais dos benefícios oferecidos são maiores que a soma de todos os salários pagos até agora).»

Já o tinha referido: Ajudas públicas tem que passar pelo crivo de um governo regional, que efectivamente conheça o tecido económico e onde 1€ de impostos seja efectivamente reprodutivo.

20090207

Teatro Municipal de Bragança

Sobre direitos de autor ler esta nota. Fonte: http://www.flickr.com/photos/moacirdsp/1392756109/
Leituras recomendadas