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20080520

Leituras 20080520

·         Soares da Costa pré-qualificada em metro na Rússia

·         Bosch investe em Aveiro; Blaupunkt em Braga;

·         Turismo a Norte em conferência

·         Eleições AEP: Entra Paulo Azevedo e sai Couto dos Santos; Tenho mais expectativas nesta renovação do que naquela que actualmente muito se fala.

·         O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) está entre as primeiras 100 instituições de Ensino Superior europeias que mais trocam população escolar no âmbito do Erasmus, um programa de mobilidade de alunos e professores.

·         «Fusões» de autarquias acabam por ser resposta à não Regionalização: "Douro Alliance":Cofundadores formalizam terça-feira a génese da "cidade" Vila Real/Régua/Lamego. A ideia tem 20 anos e é uma nova tentativa para dar massa crítica a parte dos 200 000 habitantes do Douro. Relembro que Gaia, 1 única autarquia tem 300000 habitantes, tal como a RAMadeira.

·         Produtores de vinho verde dão lição de gestão aos que temem fusões: Com as exportações de vinho verde a crescer 12%, sete adegas cooperativas da região Norte (Barcelos, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Famalicão, Lousada, Penafiel e Ponte da Barca) decidiram replicar no sector o exemplo da Lactogal no leite e juntaram-se para criar a ViniVerde. Outras sugestões de fusão: Aiminho+AEP+AIRAVeiro; Grupo editorial do Minho+Primeiro de Janeiro+Vida Económica.

 

20080613

Gestão privada no ASC?

A Sonae e a Soares da Costa ultimam uma proposta sobre a gestão do Aeroporto de Sá Carneiro, na Maia


Se fosse com a Mota-Engil, tinha mais fé...

"Se o Executivo socialista mantiver a abertura, já expressa pelo primeiro-ministro José Sócrates, para uma concessão da liderança, então as firmas poderão aprofundar a proposta para apresentar num futuro concurso público. Antes porém, deverão chegar as posições da Junta Metropolitana ao ministro das Obras Públicas, Mário Lino."

Como sabemos, o ministro "super" Mário, tem dado largas provas de ser perito em infra-estruturas aeroportuárias. Por esta altura, não deve haver ministro na Europa mais versado nestas questões que o sr. eng. Mário Lino. Não sei como é que a S&SC vão convencer o ministro que o que é possivél existir quem deseje visitar o Porto e o Norte do país, que o Norte também não é um deserto (apesar dos esforços), que há quem faça negócios no norte, que 5 milhões de Portugugues estão mais perto do ASC que Alcochete, e que com uma ajudinha do Lino e dos seus amigos, até Galegos conseguirão usar o ASC!

O comprometer de entidades privadas com o ASC, seria uma grande vantagem para a região, pois levaria a estes grupos a continuarem a dinamizar o Norte para potenciar o seu investimento, algo que está visto, o executivo faz pouco e mal. Infelizmente o ASC continuará a ser sempre refém da integração na restante rede de transportes. Aqui também a falta de senso comum limita o alcance do aeroporto. Basta lembrar a demora para levar o metro ao aeroporto, a actual questão do TGV, etc. Mais uma vez a administração pública mostra incapacidade, incompetência ou simples desinteresse em relação a estas medidas. Eu não peço soluções geniais, basta seguir o exemplo de muitas outras cidades/regiões europeias.

20081128

Investimento público

O Governo tem vindo a insistir na importância do investimento público para a revitalização da economia.

Neste contexto, não se compreende a razão porque continua a ignorar a proposta da Sonae e Soares da Costa de investir 1000 milhões de euros no Aeroporto do Norte. Se calhar, estamos a nadar em dinheiro e não sabemos.

20080504

PBO (Politicians Buyout)

A única crítica que coloco aos comentadores/bloggers lisboetas, como ABCaldeira, é o facto de eles não detectarem que as «máfias» tem um caracter regional: Lisboa. Cá a norte, se excluirmos a Mota-Engial e Soares da Costa, não existem empresas envolvidas neste tipo de negócios. O grosso da economia a Norte é de PMEs que tentam exportar, concorrem com estrangeiros e investem em I&D, sendo a Efacec e Bial os recordistas nacionais no sector privado ! Mais um contributo para a detecção do Marxismo-Yeltsinismo, um Neo-liberalismo, nada liberal e muito «Palermo» ! Vejamos então o conceito:

(...)No novo paradigma do poder, o que é novo - que o salazarismo não tinha, nem sequer o marcelismo teve - é a perceptível manobra de conquista de quotas de capital de grandes grupos económicos por protagonistas políticos, muito para além do tráfico das comissões e distribuição de luvas que a democracia representativa acolhe ou não resolve. Isto é, na linha putínica que já aqui foi denunciada, o despudor está a chegar ao take-over de grandes grupos financeiros e económicos por dirigentes políticos. Não se trata já de pagamento de serviços por contratos e negócios, mas a contrapartida de cedência de partes de capital, numa evolução para aquilo que posso cunhar ser o PBO (Politicians Buyout) - a tomada do capital de grandes grupos financeiros e económicos por políticos influentes. «É um grupo económico dependente do favor do Estado? Nós queremos uma parte do seu capital!»

Em Portugal - País que é nosso e Estado que é deles - é indecorosa a promiscuidade intestina de relacionamento, a circulação de protagonistas do PS entre o Governo e grandes grupos económicos, a protecção de abusos de posição dominante e cartéis (simulando repressão...), a divisão, arbitrada pelo poder, da escassa receita pública entre os maiores grupos económicos em negócios de natureza financeira que quase nada acrescentam ao bem-estar do povo, transferindo apenas alguns cobres para mais uma leva de imigrantes pobres, sem sequer a contrapartida de criação de empresas industriais de base tecnológica por esse grupos, sem investimento, sem criação de riqueza.

Esse desprezo dos grandes grupos económicos portugueses pela criação de investigação e desenvolvimento aplicados e indústrias de base tecnológica - inclusivamente, nos próprios grupos que o Estado detém ou participa, como a Caixa Geral de Depósitos, os CTT, a EDP, a REN, a PT, a Galp! - decorre do facto de ser muito menos arriscado e mais lucrativo no curto e médio prazo aproveitar as oportunidades financeiras (financeiras, financeiras, exclusivamente financeiras!) que o Governo PS lhes proporciona. Para disfarçar anuncia-se e reza-se desde há três anos um diletante Plano Tecnológico que produz convénios universitários e artigos científicos, em lugar de produtos comercialmente viáveis lançados no mercado. Em vez de criação de riqueza de base tecnológica, assistimos pasmados - e sem reacção partidária concreta, com a excepção do Bloco de Esquerda - à transferência directa de dinheiro do Estado para os grandes grupos económicos, em gigantescos negócios financeiros, intermediada por uma série de protagonistas pê-éssicos.

20090205

Economia lisboeta em colapso 2

Jornal de Negócios Online - O arrastão

A crónica de PSG revela mais detalhes das dificuldades em série do BCP, CGD, TD, Joe Berardo, Teixeira Duarte, Filipe de Bottom, João Pereira Coutinho, João Rendeiro.
De fora de Lisboa, apenas Manuel Fino, da Soares da Costa.
A solução, vender os aneis com avlor (BCP ao BBVA)

20081127

Autarquias do Norte e Aveiro unidas na defesa da gestão autónoma do Aeroporto Francisco Sá Carneiro

Autarquias do Norte e Aveiro, Junta Metropolitana do Porto, CCDRN, Universidades, Associações comerciais e industriais (AEP, ACP, AIMinho, AIDA), empresas (Sonae e Soares da Costa), bl-og-os-fe-ra, e cidadãos. Todos defendem a gestão autónoma. Todo o Norte defende a gestão autónoma. Mas não só. Também o Algarve pede gestão autónoma dos aeroportos.

Até quando continuará o Governo a fazer de conta que não sabe que o monopólio privado não é o modelo desejado pelos portugueses?

20080320

Leituras 20080319

·         Universidade do Porto é a que mais estudantes atrai nos programas Erasmus; Bom sinal;

·         Imoveis do Grande Porto valorizam;

·         Uminho premiada;

·         Soares da Costa entra na corrida ao metro de São Petesburgo;

·         CDS pede ao governo para publicar estudos sobre o Porto-Minho-Vigo;

·         Moradores de Serzedelo (Guimarães) manifestaram-se em Lisboa contra linhas de alta tensão;

·         A culpa não é de Lisboa 2 e 3; Diria mais: A culpa não é totalmente de Lisboa. Muitos dos residentes a Norte gostam de andar distraídos com o futebol ou cultivar o individualismo. Depois não nos podemos queixar do apriveitamento imoral que o Centralismo faz desta situação...

·         Assessores de Rio (ou o próprio) atentos à minha sugestão a LFMenezes para Regionalizar via Fusão de Autarquias;

·         Ao cuidado dos participantes e leitores ligados ao mercado financeiro: O Citigroup avisou ontem que o «de-leverage», isto é, a venda de activos para reembolsar empréstimos, começou;

·         Um ponto de situação indegesto mas realista da geo-economia actual pelo melhor blogger nacional no tema (que no entanto, deixa muito a desejar quando o território é apenas Portugal).

20090924

A capital do «Crony Capitalism»

During the last 20 years, “Greenspan and Bernanke introduced crony capitalism to the West, which is leading to a lost decade(s),” Jim Rogers writes.

Wikipedia: Crony capitalism is a pejorative term describing an allegedly capitalist economy in which success in business depends on close relationships between businesspeople and government officials. It may be exhibited by favoritism in the distribution of legal permits, government grants, special tax breaks, and so forth.

O neo-liberalismo interesseiro transformou-se em «Crony Capitalism». A capital portuguesa do «Crony Capitalism» é Lisboa e o partido que mais o pratica é o PS, obviamente.

O Capitalismo tem que deixar de ser «Crony». Este deveria ser o cobjectivo de todos os partidos, incluindo o BE e PCP.

O Norte também o tem, embora de reduzida dimensão face a Lisboa: Mota-Engil, Soares da Costa, JP Sá Couto, etc.

20081105

Intrigante

Nem mesmo eu, eterno desconfiado das mafiosidades da oligarquia de Lisboa, consigo compreender este post cheio de mensagens nas entrelinhas. E até fala de bases extremistas no Porto. Será que o «Suevo» tem razão ? Teremos por aí uma invasão moura ?

Qualquer que seja a interpretação disto, a mensagem para o Norte é clara: Temos que criar/consolidar um pensamento político e económico próprio, independente deste tipo de cumplicidades do bloco centralista.

Se dúvidas houvesse: já fede. ( De outra maneira, claro e frontal, escreveu-o ontem Eduardo Damaso: tocar a sério ” nisto ” pode ser o fim do Regime ). Percebe-se, aos poucos a oportuna nacionalização. Mais do que salvar um Banco, ( não se podia oferecer o dito aos sauditas ou aos paquistaneses? ), importa é lançar as condições para que tudo mude para que nada mude. Deixar assentar o pó, safar Constâncio e, com ele, a Mafia do Sistema embrulhada nos seus obscuros negócios ilícitos. O esterco em que se cimenta a nossa dita Democracia e o dito Estado de Direito Democrático onde as estórias de Sócrates são, comparadas com isto, coisa pouca. Afinal, os mesmos de sempre nos golpes de sempre e cumplicidades que ultrapassam o quadro partidário. Não será preciso ir buscar a Cerâmica Campos, em Aveiro. Vamos por outro lado. O Ikbal? Janeiro de 2003. Fraudes eleitorais, ilegalidades várias, violação de estatutos, consecutiva e impunemente, obras na Mesquita, ( tão cuidadosamente visitada em período de eleições, de Cavaco a Santana Lopes ), acusações escritas, graves, assinadas por Mussa Omar ao banqueiro Abdul Vakil, velho amigo do amigo Dias Loureiro, recente número 1 do BPN e o homem do Efisa, entretanto enfiado no Grupo. Esqueçam os accionistas de fachada e sejamos sérios. As denúncias foram sempre desvalorizadas e o banqueiro teve a honra de ser condecorado a 10 de Junho com uma rectaguarda firme de jornalistas de referência, gratos, venerandos e obrigados. De referência. Outros, que tentaram virar as coisas andam por aí. Calados. O Ikbal, administrador do Efisa, seria o herdeiro na CIL, do ” golpismo ” que defende outros ” Interesses “. ( Carta na Al-Furqán de Agosto de 2002, assinada pelo Dr. Mussa Omar, outra vez ). Claro que esta nacionalização é política, uma questão de sobrevivência, e esconde muito do que nunca se saberá. A factura pagamos nós. Afinal haverá matéria explosiva pelo meio. Não é acaso só agora, reformado, Júlio Pereira, ex-director do SEF ser o primeiro a confirmar o que o Poder e a imprensa escondem. ” A Al-Qaeda, ( em Portugal ) é uma ameaça séria ainda que se diga que os elementos radicais são minoritários “. E, acrecenta, o MAI sabe-o. ( Público, ontem ) Como o sabem muitos. Aqueles que teimam, por exemplo, em denunciar os terroristas Tabblighs que, nessas direcções ilegais de Vakil, eram representados pelo polígamo Ismael Lunnat. Que se sentou tranquilamente no acto fundador da Comissão para a Liberdade Religiosa ao lado do inevitável Soares. Há misturas e promiscuidades estranhas num País estranhamente cada vez mais estranho. Claro que com o PGR isto poderia tornar-se engraçado. O que nunca sucederá claro. Ainda vamos ver Oliveira e Costa indemnizado. O Dr. Vakil? Continua Presidente vitalício da CIL, ( o que parece ser francamente importante ), alterou a posteriori Estatutos para legalizar ilegalidades, tirou da frente o Lunnat, silenciou jornalistas e manteve-se amigo de outros, fez sair os holofotes das bases extremistas no Porto ou no Laranjeiro e alindou a imagem do Colégio de Palmela. A lebre para o futuro era outra, não o Ikbal, e acreditem tem sido um sucesso. A banca já é secundária e o assalto deu-se noutro lado. Pois é.

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